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Exportação de cachaça para a China

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
administração
Faculdade
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Informações do trabalho

Vanessa C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
artigo
Número de páginas
13 páginas
Nível
avançado
Consultado
5 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  5. Estudo de caso

Este artigo tem por objetivo analisar a viabilidade da exportação da cachaça para o mercado chinês.
As portas da exportação se abriram para a cachaça, que é considerada uma bebida nacional brasileira e pretende conquistar apreciadores de bebidas destiladas de todo o mundo.
A cachaça, ultimamente tem ganhado novos apreciadores, que a consomem pura ou a degustam em forma de coquetéis e aperitivos. O Brasil possui uma alta produção de cachaça e um consumo per capita de 11 litros por habitante ano, o Brasil constitui-se em um dos maiores mercados de bebidas destiladas, com uma produção anual estimada em 1,5 bilhão de litros, e apenas 0,31% desse total é exportado (SEBRAE, 2004).
Segundo Franco (2002), as exportações de cachaça brasileira passaram de US$ 7,3 milhões em 1999 para US$ 8,7 milhões no ano de 2001. Ressalta ainda que a produção, hoje, é de 1,5 bilhão de litros, divididos em 5 mil marcas registradas, mas apenas 20 milhões de litros seguem para o exterior na forma da genuína e brasileira cachaça.
No ano 2000, por exemplo, as exportações de aguardente mineira geraram negócios de 160 mil dólares; nos anos subseqüentes, esse montante só foi aumentando, atingindo no ano passado o total de quase 320 mil dólares. Os países importadores foram China, Alemanha, Ilhas Cayman, Angola, Estados Unidos, França e Reino Unido. Em 2004, entraram na lista de importadores Panamá e África do Sul. Entre janeiro e abril deste ano, já foram negociados cerca de 85 mil dólares. Volume que não é maior, entre outros motivos, pela forma artesanal com que é feita a produção da cachaça mineira (SEBRAE, 2004).
Exemplos da viabilidade da aceitação da cachaça mineira no exterior têm se tornado cada vez mais freqüentes. Foram enviados, em agosto de 2006, 500 mil litros da cachaça Samba Rio, produzidos disputado mercado da China, por exemplo, já se rendeu aos encantos do destilado brasileiro. É para lá que estarão sendo pela Fazenda Boa Vitória, localizada em Brumadinho. Trata-se do primeiro embarque de uma remessa que deverá ultrapassar 6 milhões de litros da aguardente. A marca foi desenvolvida especialmente para atender o mercado chinês. A capacidade instalada na fazenda, que pertence ao grupo Vide Bula, a coloca como a maior produtora de aguardente artesanal da América Latina, com potencial para produzir 10 milhões de litros por ano. Toda ela será, agora, focada no mercado chinês (PRÓ-CACHAÇA, 2006).

[...] O aumento do intercâmbio comercial com a China em 2003 deve-se a diversos fatores: concessão de incentivos fiscais para produtos chineses, que beneficiou um terço do total desembarcado na Zona Franca de Manaus; entrada da China na OMC, com os negócios em bases legais e transparentes que despertou a confiança e aumentou o número de empresas exportadoras e importadoras brasileiras interessadas em comerciar; abertura comercial chinesa para o mundo. Para exportação da cachaça devem-se obedecer as normas internacionais, observando entre outras exigências a ausência de cobre em sua composição final. [...]


[...] Para registro do estabelecimento, o produtor tem que classificá-lo segundo a Cartilha de Orientação para Registros de Estabelecimentos (2002), que pode ser como: produtor; acondicionador; envasador ou engarrafador; estandardizador ou padronizador; exportador; importador. O registro do alambique pode ser realizado por unidade de estabelecimento, ou seja, por endereço de localização, de acordo com a atividade desenvolvida. Possui validade em todo território nacional e tem que ser renovado a cada dez anos, por solicitação formalizada do registro. Exigem-se personalidade jurídica (CNPJ e inscrição estadual), devendo constar no objetivo do contrato social a atividade desenvolvida. [...]


[...] ] na correspondência comercial, utilizar papel timbrado com o endereço e nome da empresa, inclusive mail e endereço de home-page na Internet, se houver; o texto das cartas deve ser breve, claro e preciso se possível, redigido no idioma do destinatário (importador estrangeiro), quando não em inglês; não utilizar termos como "empresa tradicional" ou exaltar qualidades da empresa não diretamente relacionadas com a atividade ou o produto a ser exportado (KUAZAQUI p.87) Para o importador, são relevantes: Perfil da empresa: data de fundação, experiência exportadora, número de empregados, dimensões da fábrica, equipamentos utilizados, referências bancárias, etc. [...]

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