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Administração holística

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

FÁBIO L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
4 páginas
Nível
Para todos
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  1. Doença granulomatosa crônica

HOLISMO E ADMINISTRAÇÃO HOLÍSTICA

Holismo é um paradigma filosófico e Administração Holística é uma técnica de gestão do tipo moderna.
HOLISMO
Em síntese, diz que o todo acaba sendo maior que a soma das partes. É visão oposta ao reducionismo, que postula que o todo pode ser entendido analisando somente as partes.
Apesar de o termo Holístico ser uma tendência moderna, o Holismo filosófico remonta a Heráclito (500 a.C.), passa por Thoreau e Malthus no século XVII e volta com força no início do século XX, com as descobertas da física quântica e quando o termo Holismo recebe uma definição por Jan Smuts.
É propagado amplamente o fato central da física quântica, sobre estruturas subatômicas serem observadas ora como partícula, ora como onda. Uma descoberta que parece tão banal, entretanto, em conjunto com todo o ambiente da época, significou a ruptura com o modelo científico e até mesmo com a visão filosófica que haviam se construído nos últimos quatro séculos.
Vigorava absolutamente, e ainda predomina a visão filosófica Mecanicista de Dèscartes e Newton de que o Universo era uma grande máquina explicada pelas suas peças, sendo que Dèscartes afirmava que em experimentos com animais, quando vivos, seus gemidos seriam o ranger de engrenagens de uma máquina. Após quatro séculos não é muito diferente.
E se o planeta Terra é uma máquina, depredar os recursos era uma ação meramente física, e o positivismo de Bacon assentou que explorar o planeta deixara de ser ruim, e muito pelo contrário, era justamente o natural.
Com tudo de bom e tudo de ruim que essa visão geral traz, pode-se dizer que ela é caracterizada pela objetividade levada a extremos. Na Ciência, em específico, é formar médicos que enxergam o ser humano como gado, dividido em partes. Na psicanálise Freudiana, evitava-se o mínimo contato do psicanalista com o analisado visando à objetividade, e na Física o modelo atômico reduzia a matéria a átomos e esses em sub-partículas.
Foi nesse momento que houve a rachadura no modelo matematicamente perfeito de Dèscartes: viu-se que essas subpartículas ora eram partículas, ora eram ondas, e pior que isto, era absolutamente impossível prever quando cada comportamento iria aparecer. Mais bizarro: constatou-se que esse comportamento era influenciado (mas não determinado) pelo observador. Descobriu-se, dessa forma, que a subjetividade era e é parte componente até mesmo da Física (de Newton), e o que dizer então das Ciências Humanas, mais subjetivas já por natureza.
Essas ciências humanas para parecerem mais científicas, no início do século XX, adaptaram métodos experimentais e modelos teóricos das ciências exatas; tentaram entender a mente humana dividindo-a em partes, a sociedade em forças, as economias em países. Na mesma época que a física quântica, a teoria da relatividade, a lei da entropia e conservação e diversas outras visões abalaram o modelo cartesiano-newtoniano; a mente produzia e percebia mais que os estudos objetivos em Psicologia conseguiam enxergar, a sociedade se comportava diferente do que a análise só dos indivíduos, e em 29 descobriu-se que uma quebra de Bolsa no outro lado do Mundo mudava esse Mundo todo.
Essa dualidade onda-partícula é um símbolo e um fato que mostra que até mesmo o mais fundamental, que chamamos de matéria, é algo também subjetivo e sujeito a mudanças no meio do curso. Ficou provado então que não era heresia científica se as Ciências Humanas fossem realmente humanas e não excluísse de seus modelos teóricos o mais óbvio: a subjetividade humana.

[...] contato do psicanalista com o analisado visando à objetividade, e na Física o modelo atômico reduzia a matéria a átomos e esses em sub-partículas. Foi nesse momento que houve a rachadura no modelo matematicamente perfeito de Dèscartes: viu-se que essas subpartículas ora eram partículas, ora eram ondas, e pior que isto, era absolutamente impossível prever quando cada comportamento iria aparecer. Mais bizarro: constatou-se que esse comportamento era influenciado (mas não determinado) pelo observador. Descobriu-se, dessa forma, que a subjetividade era e é parte componente até mesmo da Física (de Newton), e o que dizer então das Ciências Humanas, mais subjetivas já por natureza. [...]


[...] Em países como o Brasil, podemos ver isto em atitudes como redução de impactos ambientais, apoio a grupos minoritários, investimento em qualidade de vida do trabalhador e QVT e educação. Essas atitudes podem ser classificadas, pela sua natureza de ação, em seis grandes grupos. Empresa viva: preocupa-se com o meio-ambiente e com a satisfação do cliente. Inova sempre. Exemplos: Petrobrás, Bradesco, 3M, Votorantin, Gerdau. Empresa amiga da família: horários flexíveis, horário para amamentação; preocupa-se com as relações familiares dos funcionários. [...]

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