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A importância da gestão de estoque: estudo de caso em uma empresa de auto-peças

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
CASTELO BRANCO

Informações do trabalho

Armênio C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
34 páginas
Nível
Para todos
Consultado
22 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
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  1. Introdução
    1. Problema
    2. Justificativa
    3. Objetivos do Trabalho
    4. Objetivo Geral
    5. Objetivos Específicos
    6. Estrutura do trabalho
  2. Logística
    1. Logística: definições, objetivos e características
  3. Estoque
    1. Controle de Estoque
    2. Indicadores de desempenho na gestão de estoque
    3. Sistema de gestão de estoques
    4. Sistemas de informações de Estoque
    5. Planejamento de necessidade de materiais - MRP
    6. Tecnologias ERP - Enterprise Resource Planning
  4. Procedimentos Metodológisco
    1. Tipo de pesquisa
    2. Coleta de Dados
  5. Estudo de caso
    1. Setor de autopeças
    2. Caracterização da Empresa
    3. Gestão de estoque da empresa
  6. Conclusão
  7. Referências Bibliográficas

Atualmente estamos vivendo em um mundo globalizado que exige para a sobrevivência de qualquer negócio conquistar e, principalmente, manter os clientes. Os produtos oferecidos estão muito similares ou facilmente copiáveis o que requer um diferencial para as empresas manterem-se competitivas.
Essa realidade provocou profundas mudanças nas empresas. As exigências requeridas aliadas as novas necessidades dos clientes, que hoje mais do que nunca sabem o que querem, somadas à dinâmica provocada pela evolução cientifica e tecnológica, tem forçado as empresas a assumirem novas posturas de competição.
Neste sentido, tanto a qualidade quanto a competitividade deixaram de ser apenas uma diferença entre as companhias para se tornarem fator de sobrevivência no mercado global. Neste cenário, colocar o produto certo, no local certo, na hora certa, pelo menor preço é a grande meta a ser alcançada.
Diante deste contexto, a gestão de estoque representa uma poderosa arma que pode afetar a satisfação do consumidor. Os estoques, de acordo com Costa et al. (2002) são materiais que uma empresa mantém, seja para vender ou para fornecer insumos ou suprimentos para o processo de produção e constituem uma parte substancial dos ativos totais.
No entanto, manter estoques gera custos. Assim, a redução de estoques sem afetar o processo produtivo e sem aumentar os custos é um dos grandes desafios que as empresas deparam-se. Neste sentido, a gestão de estoques em ambientes cada vez mais complexos, exigente e competitivo vem despertando a atenção das empresas devido ao fato de ser uma tarefa de difícil gerência.

[...] ] sendo a Gestão de Estoques, uma função do sistema de Administração de Materiais, na qual o gerenciamento de estoques reflete quantitativamente os resultados obtidos pela empresa ao longo do exercício financeiro, o que, por isso mesmo, tende a ter sua ação concentrada na aplicação de instrumentos gerenciais baseados em técnicas que permitam a avaliação sistemática dos processos utilizados para alcançar as metas desejadas, podendo-se afirmar que ao manter os estoques em níveis economicamente satisfatórios, o atendimento às necessidades em material de qualquer empresa constitui seu mais amplo objetivo 3.4 Sistemas de informações de Estoque Planejamento de necessidade de materiais - MRP A gestão da informação é um ponto importantíssimo na administração de empresa devido a complexidade das informações a serem geridas segundo Porter (1992), apud Almeida & Toledo (2003) . [...]


[...] Para Arozo (2002) três questões devem ser abordadas em relação ao custo de manutenção: a diferença entre valor e custo de estoque, as deficiências do monitoramento de valores contábeis e a necessidade da utilização de mais de um indicador para se ter uma informação de qualidade. O primeiro ponto é referente à diferença entre valor de estoque e custo de estoque. O valor do estoque informa o quanto o estoque, ou seja, o somatório total do valor dos produtos acabados e dos insumos de posse da empresa, mas não o quanto isto para a mesma. [...]


[...] Segundo Lima (2000) a logística refere-se a uma forma de competição estratégica que permitem obter vantagens diferenciais que vão além das características de qualidade do produto, que embora relevantes podem ser atingidas ou reproduzidas por competidores, enquanto que as ações logísticas são muito próprias de uma empresa em virtude de fatores como localização, agilidade do sistema de entrega, resposta rápida ao consumidor, dentre outros agregadores de valor ao serviço portanto, mais difíceis de serem igualados. A logística complementa o marketing da empresa, criando vantagem diferencial de mercado e proporcionando um direcionamento eficaz do produto ao cliente, colocando o produto no momento e lugar certos. [...]

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