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A importância do mercado de luxo para a economia

Informações sobre o autor

auxiliar de escritório - auxiliar de logística -...
Nível
Especializado
Estudo seguido
administraç...

Informações do trabalho

Do Espirito Santo Cardozo W.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
11 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. O mercado do luxo
    1. Definição de Luxo
    2. Os Desejos dos Consumidores do Luxo
    3. Comunicação e a Propaganda de Luxo
    4. O Marketing do Luxo

O luxo não nasceu mecanicamente de um excedente de riquezas e de progressos tecnológicos na fabricação de objetos, a história do luxo começa no período Paleolítico, não se tratndo de um luxo de atribuir valor a objetos, mas sim de uma cultura de dispêndio, onde se consumia a caça sem uma preocupação de provisão racional e econômica, nascendo assim, o espírito do luxo.
Desde o período Paleolítico até a Idade Moderna, o luxo tem servido de elemento para acalmar o homem. Existem registros da época do homem das cavernas que apontam o luxo como sinal de identidade, da relação existente entre o homem com algo maior do que ele, incompreensível e que, mais tarde, muitos viriam a chamar de Deus.
O luxo se iniciou com o espírito de dispêndio, não com esplendores materiais, mas como um fenômeno de cultura, onde durante as festas havia abundância de comida, tempo livre e alimentação obtida sem muito esforço. As trocas realizadas durante as cerimônias indígenas, onde comunidades doavam bens preciosos e prestigiosos, havendo trocas de presentes, dispêndios ostentatórios, visando paz entre as tribos, eram ritos mágicos, o valor da supremacia estava na generosidade.

[...] Os auto-indulgentes: a gratificação dos bens de luxo se traz muito mais por uma premiação psicológica, onde a recompensa se encontra no privilégio. Além dos fatores psíquicos, o consumo pode ser caracterizado por razões finaciares. As condições psíquicas de diferenciação podem ser muito parecidas, porém, as possibilidades os diferenciam entre si Comunicação e a Propaganda de Luxo Segundo Chiavenato (2003, p. 109): pessoas não vivem isoladas nem são auto-suficientes. Elas se relacionam continuamente com outras pessoas ou com seus ambientes através da comunicação. [...]


[...] não concorda com a discussão existente nas classes sociais sobre a questão ?luxo', pois segundo ele: Tudo é uma questão de poder ou não poder, pois desejo, todos têm, sendo ricos seres humanos iguais aos outros e talvez seham até mais humanos do que os outros, pois têm dinheiro suficiente para satisfazer a quase todas as fraquezas e emoções. Atualmente, a visão do luxo se transformou mais em um estilo de vida do que apenas na diferenciação de classes sociais. [...]


[...] Atualmente, os consumidores são mais bem informados e exigentes, fazendo com que os profissionais do mercado de luxo sempre produzam seus produtos orientados à diferenciação, autenticidade, coerência entre a oferta e o discurso da marca, principalmente, ao reconhecimento de identidade. O consumidor brasileiro contemporâneo, com seu ?paradigma individulaista', ou seja, um consumidor preocupado em se diferenciar junto ao seu círculo social, talvez reflita da seguinte maneira, o que é uma dívida a mais frente o fascínio de ser possuidor de um artigo de luxo. [...]

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