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Da ética ao comitê de ética em pesquisa: parceria com o pesquisador

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
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Informações do trabalho

Jonas Pestana M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
40 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Ética
    1. Uma análise sintética
    2. A Ética como doutrina
    3. Definição de moral
  2. Bioética
    1. Síntese histórica
  3. A pesquisa
    1. Como desenvolver uma pesquisa
    2. Etapas de uma pesquisa
    3. A pesquisa como contribuição para a sociedade
    4. O Código de Nuremberg e a Declaração de Helsinque
  4. Breve histórico da educação de ensino superior no Brasil
  5. O surgimento dos comitês de ética em pesquisa

Percebe-se atualmente a criação de mecanismos que possuem como função resguardar a manutenção de princípios éticos nas instituições de ensino superior, onde são desenvolvidas muitas pesquisas e trabalhos científicos. Esses mecanismos são os Comitês de Ética em Pesquisa. São criados para dar apoio ao orientador e pesquisador a fim de proporcionar coerência ética nos procedimentos, além de verificar a autenticidade das pesquisas e dos trabalhos científicos.
Os avanços da ciência e da tecnologia tendem cada vez mais fazer parte do cotidiano nas relações da sociedade e, muitas pessoas que almejam conquistar um status na sociedade com reconhecimento acabam, muitas vezes, passando por cima de preceitos formais sem se preocupar com a questão ética.
As Instituições de Ensino Superior originaram-se como locais de produção de conhecimento e possuem inúmeras atribuições, entre elas podemos destacar sua atuação como órgão institucional que orienta e regula práticas acadêmicas dentro de um determinado padrão ético. Entre suas funções destaca-se a análise de procedimentos investigativos e apoio aos pesquisadores e orientadores na condução das pesquisas.
Para Freitas, Hossne e Lobo (2006) os Comitês de Ética em Pesquisa cumprem a missão de zelar pela proteção dos sujeitos da pesquisa em nome da sociedade e de forma independente (munus publico ) ao qualificar eticamente os projetos. Tornam-se, assim, co-responsáveis pela parte ética, juntamente com: o pesquisador (cuja responsabilidade é indelegável e intransferível), a instituição e o patrocinador, para assegurar o respeito aos direitos dos sujeitos de pesquisa.
Com o constante crescimento em número de Instituições de Ensino Superior podemos ressaltar que o seu papel é buscar soluções para problemas contemporâneos, através de procedimentos acadêmicos, avançando a partir do conhecimento acumulado e constituir responsabilidade ética diante dos desenvolvimentos de pesquisas e trabalhos científicos.
O valor desse instrumento institucional se dá pela competência com que os membros exercem na função fiscalizadora e, também, de seu acompanhamento no decorrer das pesquisas para assegurar coerências e compromissos éticos.
Através de levantamento bibliográfico o presente trabalho visa a descrever, sucintamente, a história da ética no seu desenrolar histórico e da bioética até se chegar à necessidade da implantação dos Comitês de Éticas em Pesquisa nas Instituições de Ensino Superior. Não é objeto desta obra emitir conclusões, pois o assunto, além de bastante polêmico, é perene acompanhando a evolução dos tempos, mas sim refletir sobre os ensinamentos dos grandes pensadores e também dos autores contemporâneos.
A modernidade, neste princípio de milênio, mostra as facilidades que o mundo oferece para realizar aquilo que se busca, no entanto, não se pode esquecer do que foi ensinado no decorrer da trajetória escolar, desde o ensino fundamental até o ensino superior, sobre os valores morais. A escola tem como função nos ensinar o significado da ética, seja ela aplicada na vida familiar, profissional ou social.

[...] No final do conflito, não se sabe ao certo o número exato de sobreviventes dentro e fora desses centros, mesmo que tenham sobrevivido mais prisioneiros (que segundo documentários aprenderam a se alimentar de roedores) do que propriamente os habitantes efetivos que contavam com o trabalho escravo desses povos, mas nada justificaria os horrores da guerra e muito menos a o massacre das eminências pardas em detrimento do bem estar dos filhos da luz. Para se ter uma idéia do massacre, "caso não houvesse o conflito mundial entre a Alemanha e Aliados, estima-se que do total de de judeus desaparecidos, restariam apenas 400.000 (na faixa etária acima de 60 anos) que é praticamente a metade dos sobreviventes nos campos de concentração segundo cálculos de previsão e estatística.Atualmente, existem menos judeus na faixa etária acima de 60 anos em Israel do que na pequena República Oriental del Uruguay ou Nova Zelândia que não participaram do conflito. [...]


[...] O Comitê de Ética em Pesquisa possui uma composição multidisciplinar com a participação de pesquisadores, estudiosos de bioética, juristas, profissionais da saúde, das ciências sociais, humanas e exatas e representantes de usuários. Cabe, entretanto, ao comitê revisar todos os protocolos de pesquisa envolvendo seres humanos, cabendo-lhe a responsabilidade primária pelas decisões sobre a ética da pesquisa a ser desenvolvida, de modo a garantir e resguardar a integridade e os direitos dos voluntários participantes nas referidas pesquisas. A atuação do comitê não deve ser vista como percalço burocrático às pesquisas, mas sim como uma forma de zelar pelo seu bom desenvolvimento e continuidade do projeto. [...]


[...] Deve estar próximo o advento da ciência com consciência. O desafio é a construção de uma ética nova, baseada na solidariedade em que o pensamento do passe a ser o pensamento do "nós"! Baseados, nas evidências vistas anteriormente, podemos afirmar que os Comitês de Ética em Pesquisa vieram a ser formar para ajudar no desenvolvimento das pesquisas e dar apoio aos pesquisadores, sendo uma forma segura para que os trabalhos estejam de acordo com as normas vigentes. REFERÊNCIAS ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. [...]

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