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Diferença entre disfluência e a gagueira

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

José Antônio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
15 páginas
Nível
Para todos
Consultado
107 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. O APARELHO FONADOR
    1. Linguagem e fala
  2. GAGUEIRA
    1. Aspectos epidemiológicos
    2. Etiologia
    3. Tipos comuns da gagueira
    4. A criança e o problema da linguagem
    5. A normalidade da gagueira
    6. Causas
    7. Características
    8. Aspecto físico da gagueira
    9. Aspecto emocional
    10. O tratamento com integração da Fonoaudiologia, Psicologia e Educação
    11. Fatores que atenuam
    12. Auto-estima
    13. Auto-ajuda e família
  3. CONCLUSÃO
  4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

A gagueira é uma disfunção da fala, mas esta não afeta somente a comunicação do indivíduo; afeta também seu comportamento.
As reflexões que serão apresentadas ao longo desse estudo, visam contribuir para que o educador possa ampliar seus conhecimentos sobre a gagueira ? inclusive para a distinção entre disfluência comum da infância e risco efetivo de gagueira ? e assim, participar mais seguidamente de sua prevenção.
Antes de iniciar-se a consideração etiológica é importante esclarecer a diferenciação entre dois conceitos intrincados mas diferentes: disfluência e gagueira. Segundo uma das mais modernas teorias, proposta por Perkins, Kent e Curlee (1991), o padrão de fluência está relacionado a duas operações cerebrais coordenadas: uma que controla a produção dos sons da fala e outra que controla a produção das sílabas, nas quais os sons da fala devem ser inseridos. Se alguma dessas operações estiver defasada em relação a outra, o fluxo da fala será temporariamente rompido. A recuperação automática dessa defasagem temporal entre as duas operações é o fator determinante para recuperar a fluência e garantir a qualidade da emissão. Assim, a disfluência é qualquer rompimento no fluxo da fala ? comum a todos os falantes ? e a gagueira é a disfluência que por razões variáveis, como veremos a seguir, não permite a pronta recuperação do equilíbrio dos sistemas cerebrais citados.
No caso das crianças, como colocado por Zebrowski (1995), durante os anos de aquisição e desenvolvimento da linguagem é comum que existam períodos variáveis no grau de fluência. Essa variação é decorrência das incertezas morfo-sintático-semânticas e do amadurecimento neuromotor para os atos da fala. A maioria das crianças supera com sucesso esse período ? cerca de 80% das crianças recupera o padrão fluente de 6 a 8 meses após o surgimento das repetições. Para o outro grupo, a disfluência se mantém ou se agrava, podendo ou não chegar a associar movimentos corporais ao ato de fala. Esse é o grupo com grande probabilidade de vir a tornar-se crônico. Caracterizar precocemente essas crianças ampliará as possibilidades de interceptar o processo evolutivo da doença.

[...] A gagueira pode ser causada por fatores biológicos, psicológicos, educativos, culturais, familiares e sociais. A gagueira pode ser reforçada pela atitude dos integrantes do seu meio, através de expressões e atuações negativas, produto do desconhecimento a respeito das causas e das formas de tratamento desta alteração da fluência da fala. Na maior parte dos casos, a gagueira é herdada geneticamente. Pode ser evidenciada também quando uma criança com disfasia normal sofre pressão para que melhore no processo, torne-se consciente de sua dificuldade de falar. [...]


[...] Assim, no contexto populacional a gagueira apresenta o seguinte perfil: é uma patologia encontrada na maioria das culturas e línguas naturais; é mais freqüente no sexo masculino, numa razão mais coerentemente aceita de 3.5 sua taxa de ocorrência na população é de existe um índice de recuperação espontânea elevado, principalmente durante a infância; 20 a 30% das crianças que apresentam disfluências se tornam gagas; sua distribuição por idade de surgimento, é de 27% até 3 anos entre 3 e 7 anos e acima de 7 anos; na população escolar, as crianças gagas faltam 15% a mais, por problemas de saúde no período letivo; suas questões primárias de saúde são: alergias, alterações gastrointestinais, alterações visuais e auditivas; As questões secundárias de saúde são: problemas com alimentação e sono, pesadelos, enurese sendo 22% em meninos e em meninas) e sonambulismo Etiologia Como apontado por Craig (1994), as evidências disponíveis sobre a natureza da gagueira sugerem tratar-se de uma patologia decorrente de um déficit físico que gera uma resposta psicológica e um impacto no ajustamento social. [...]


[...] Como esses sistemas abstratos foram deduzidas, principalmente, através das experiências das crianças na comunidade lingüística, as diferenças entre a gramática da criança e a do adulto são compreensíveis. A partir do estágio de duas palavras é possível examinar o desenvolvimento sintático, mesmo que seja de maneira rudimentar. O sistema lingüístico da criança nessa fase também é diferente do adulto, pois além das diferenças de pronúncia e significado, elas também possuem uma gramática diferente da deles. Produzem sentenças mais breves e a maioria delas são sentenças novas, não sendo apenas imitações da dos adultos. [...]

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