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Ética nos bancos

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
6 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Ética
    1. Racionalismo
    2. Projeção
    3. Prudência
  3. Conclusão
  4. Bibliografia

A imagem de um banco é a de uma instituição que só pensa em ganhar dinheiro, certo? Não há nada de errado nisso, afinal dinheiro é o que todas as empresas querem ganhar. Mas, será, que existe um banco que as pessoas vêm antes dos lucros?
A simples existência de um banco pressupõe que ele tem um serviço a oferecer e, claro, meios de produzir e transformar sua atividade em lucros e novos investimentos. Em qualquer instante, são essas as características que definem o banco: o que ele faz, para quem faz, quanto faz.
Acreditamos que bons resultados profissionais devem resultar de decisões morais ou éticas e que ter padrões éticos pode significar bons negócios a longo prazo. Falhas éticas "arranham" a imagem do banco e as levam a perder clientes importantes, dificultando o estabelecimento de parcerias.
Recuperar a imagem de um banco é tarefa muito difícil. Quando um estabelecimento age corretamente, o tempo de vida do fato na memória do público é de cinco minutos, mas a lembrança de uma transgressão à ética pode durar cinqüenta anos.

[...] a prudência é indispensável nos casos de decisões sérias e graves, pois evita os julgamentos apressados e as lutas ou discussões inúteis. Outro ponto a favor do Bradescão: desde 1986, o banco fechou 100.000 vagas, sem promover demissão coletiva. Agiu devagar, conservadoramente. Mas ganhou a agilidade de um leão. Ele teve a prudência de saber esperar o último momento para demitir alguém. Em vista desse exemplo, selecionamos algumas atitudes que acreditamos fazerem parte dessa característica, que tanto os chefes como seus subordinados devem seguir em um banco: Não ser acusador. [...]


[...] Um pouco de audácia com todos é uma importante prudência. Não ser muito cerimonioso. Elogiar os ausentes. Ter uma idéia exata de si mesmo e suas possibilidades. Saber estimar. Conhecer sua boa estrela. Ter algo que desejar. Começar o fácil como se fosse difícil e o difícil como se fosse fácil Saber utilizar o desprezo. Ter autocontrole. Não se deixar levar pela primeira impressão. Ser um pouco negociante. Saber pedir. Não compartilhar segredos com o superior. Saber criar dívidas de gratidão. [...]

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