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Milagre Econômico

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
ASSOCIAÇÃO...

Informações do trabalho

ELIANE Z.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
19 páginas
Nível
Para todos
Consultado
337 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Objetivos da ergonomia
  2. Abordagens em ergonomia
  3. Ocasião da abordagem em ergonomia
  4. Aplicações da ergonomia
  5. Custo benefício
  6. Plano de segurança no trabalho
  7. CIPA
  8. A Empresa - Alcoa Alumínio S.A.

O PAEG preparou o terreno para a retomada do crescimento econômico. Entre 1964 e 1967, porém, as taxas de crescimento econômico foram baixas, fruto inclusive do próprio componente conjuntural do plano que estabeleceu políticas de contenção de demanda. Neste quadro, a equipe econômica que assumiu o comando em fins de 1967, em vez de prosseguir no combate inflacionário, passou a ver o crescimento econômico como necessidade mais premente, inclusive para legitimar o regime. Deu-se então o período do chamado "milagre" que estendeu-se de 1969 a 1973, combinando o extraordinário crescimento econômico com taxas relativamente baixas de inflação.
Iremos estudar o período chamado "Milagre Econômico", juntamente com a ascensão de Emílio Garrastazu Médici, já que a ocorrência do "milagre" deu-se durante o governo de Médici. Acreditamos que dessa forma podemos compreender melhor qual era a situação política durante o "Milagre Econômico".
Ascensão ao Poder de Médici:
Emílio Garrastazu Médici nasceu em Bajé (RS) no dia 4 de dezembro de 1905, filho de Emílio Médici e de Júlia Garrastazu Médici. Seu pai era comerciante e fazendeiro de origem italiana e sua mãe descendia de ricos estancieiros de origem basca espanhola.
Emílio Médici, ingressou em 1918 no Colégio Militar de Porto Alegre. Em 1924 matriculou-se na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, sendo declarado aspirante-a-oficial da arma de cavalaria em janeiro de 1927. Em julho de 1929 foi designado a primeiro-tenente, através do . 12º Regimento de Cavalaria
No dia 6 de outubro foi comissionado por Getúlio Vargas, chefe supremo dos revolucionários, no posto de capitão, tendo conduzido as tropas de seu regimento até o ponto de junção das forças rebeldes. Dois meses após a vitória do movimento, que em 24 de outubro de 1930 depôs Washington Luís e em 3 de novembro colocou Vargas no poder, retornou à patente de primeiro-tenente. Em 1932 voltou a comandar efetivos do 12º RC, dessa vez para combater a Revolução Constitucionalista, deflagrada em julho daquele ano em São Paulo em oposição ao governo central e sufocada em outubro pelas forças legalistas.
Promovido afinal a capitão em outubro de 1934, em 1937 foi designado ajudante-secretário na Escola de Estado-Maior, no Rio.
Concluindo o curso de estado-maior em março de 1944, em maio seguinte foi designado para o estado-maior da 3ª Divisão de Cavalaria, em Bajé. Em junho de 1948 foi promovido a tenente-coronel e em janeiro de 1950 transferido para o quartel-general da 3ª Região Militar (3ª RM), sediada em Porto Alegre, tornando-se chefe da 2ª seção (informações) do estado-maior regional. Em julho de 1953 atingiu o posto de coronel e no mês de setembro foi nomeado comandante do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) de Porto Alegre.

[...] Impotente diante das críticas que lhe eram feitas no exterior contra as restrições às liberdades públicas, o governo preferiu, mais do que se defender objetivamente, atribuir essas críticas a uma campanha organizada para desmoralizá-lo em contrapartida, compensá-las internamente, apelando para o sentimento coletivo de patriotismo. A AERP orientou essa campanha interna, ora com slogans ufanistas do tipo "Brasil grande", "Ninguém segura esse país", ora com frases como "Brasil, ame-o ou deixe-o", uma adaptação do dístico conservador norte-americano Love it or leave it. [...]


[...] à patente de primeiro- tenente. Em 1932 voltou a comandar efetivos do 12º RC, dessa vez para combater a Revolução Constitucionalista, deflagrada em julho daquele ano em São Paulo em oposição ao governo central e sufocada em outubro pelas forças legalistas. Promovido afinal a capitão em outubro de 1934, em 1937 foi designado ajudante-secretário na Escola de Estado-Maior, no Rio. Concluindo o curso de estado-maior em março de 1944, em maio seguinte foi designado para o estado-maior da 3ª Divisão de Cavalaria, em Bajé. [...]


[...] Embora desconhecido do grande público, Médici adquirira grande prestígio no meio militar por sua atuação à frente do SNI. Seis semanas após o início da crise gerada pela doença do presidente, o alto comando das forças armadas, constituído pelos três ministros militares, pelo chefe do EMFA, o chefe do Gabinete Militar e os chefes dos estados-maiores da Marinha, Exército e Aeronáutica, reuniu-se para escolher um substituto, optando pelo nome de Médici que, ao lado de Murici e Geisel, integrava a lista tríplice apresentada pelo alto comando do Exército. [...]

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