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Sala de aula, espaço de exclusão ou de inclusão?

Informações sobre o autor

Consultoria - Consultoria - Gerência de Recursos Humanos
Nível
Especializado
Estudo seguido
Mestrado...

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
38 páginas
Nível
Especializado
Consultado
5 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Uma visão da legalidade da inclusão
    1. Legislações e normas
    2. A inclusão sob a visão de alguns estudiosos
    3. Inclusão x exclusão
    4. Integração x Segregação
    5. Definição dos termos
    6. Princípios para os portadores de deficiência
  3. A inclusão do deficiente na rede regular do ensino
    1. Inclusão até a declaração de salamanca
    2. Integração após a declaração de salamanca
    3. Implicações educacionais
    4. Recursos educacionais especiais
    5. Considerações preliminares
    6. Dimensões da integração

Este estudo pretende discutir a inclusão dentro do contexto educacional, enfocando a problemática da sala de aula, considerando principalmente, as diretrizes e recomendações de organizações nacionais e internacionais a respeito do assunto. A inclusão dos portadores de deficiências na escola regulares estão garantidas por lei. O Poder Público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com necessidades especiais na própria rede pública regular de ensino. Um dos empecilhos na educação dos alunos portadores de deficiência é a necessidade de uma metodologia específica, bem como de recursos. A questão da inclusão de crianças com necessidades educativas especiais na rede regular de ensino insere-se no contexto das discussões, cada mais em evidência, relativas à integração de pessoas portadoras de deficiências enquanto cidadãos, com seus respectivos direitos e deveres de participação e contribuição social. Tratando-se da inclusão do portador de deficiência no ensino regular tal necessidade é facilmente comprovada na observação do cotidiano das escolas, quando se percebe a perplexidade, confusão e insegurança que professores e outros profissionais demonstram ao se depararem com o assunto, seja na teoria ou na prática.A escola passou, nesse sentido, a desempenhar um papel ambíguo frente à diversidade: de um lado, abriu as portas aos alunos excepcionais; de outro não se preparou e não passou a oferecer as condições necessárias para a educação dos alunos com necessidades educacionais especiais. A Educação Especial deve ser parte integrante do Sistema Geral de Educação e não um sistema isolado, paralelo. Ela deve fluir nos diferentes níveis e graus de Ensino. Com este estudo pode-se concluir que a inclusão (na escola, no trabalho, no lazer, nos serviços de saúde etc.) significa que a pessoa deficiente deve integrar-se à sociedade sim, mas também a sociedade deve adaptar-se às necessidades da pessoa com deficiência. Em termos práticos e governamentais, a inclusão deve implicar na reformulação de políticas educacionais e de implementação de projetos educacionais do sentido excludente ao sentido inclusivo.

[...] Nestes aspectos questiona-se: Atualmente, a sala de aula tem sido espaço de exclusão ou inclusão ? Pois é lá dentro que o aluno com necessidades especiais irá sentir o impacto das suas deficiências, da forma de tratamento entre ele e os colegas, ele e o professor. Assim, considera-se pertinente este estudo sobre a inclusão do indivíduo com necessidades especiais no ensino regular, bem como sobre as reais possibilidades e os possíveis limites para a efetivação desta proposta. Este estudo pretende discutir a inclusão quando traduzida para este contexto educacional, bem como as possíveis implicações que ela traz ao contexto brasileiro, principalmente quando se considera as recentes diretrizes e recomendações de organizações nacionais e internacionais a respeito do assunto. [...]


[...] 2o A transferência de recursos financeiros, objetivando a execução do PAED,'será efetivada automaticamente pelo FNDE, sem necessidade de convênio, ajuste, acordo ou contrato, mediante depósito em conta-corrente específica. 3o A transferência de recursos financeiros às entidades é condicionada à aprovação prévia pelos Conselhos Municipais de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério - FUNDEF, de programa de aplicação que atenda aos objetivos estabelecidos no art. 1o desta Lei. 4o Os recursos recebidos à conta do PAED deverão ser aplicados pela entidade executora em despesas consideradas como de manutenção e desenvolvimento do ensino, de acordo com os arts e 71 da Lei no de 20 de dezembro de 1996. [...]


[...] Ao iniciar o pensamento sobre A inclusão escolar, é lembrado do pequeno parágrafo acima, pois, à partir do movimento pela inclusão no Brasil, surgido de diversas influências, percebeu-se uma generalização e modismo no uso do termo inclusão, que têm gerado muita preocupação àqueles que estão na sala de aula, principalmente de escolas de portadores de deficiência. O movimento pela inclusão no Brasil cresceu e passou a centralizar a atenção de educadores e outros profissionais, ligados ou não à pessoa com deficiência, em concordância no ideal de que inclusão refletia oposição à exclusão. [...]

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