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Teorias sobre a industrialização brasileira e latino-americana

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
fichamento
Número de páginas
8 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Ficha de leitura
  2. Teoria da dependência
  3. Os ciclos de acumulação
  4. Conclusão

O texto aborda as teorias utilizadas até hoje sobre o desenvolvimento da industrialização brasileira e latino-americana, para isso aponta como defensores da industrialização Brandão (1926) e R. Simonsen (1939), que foram os primeiros a escreverem sobre ela.
Brandão (1926) e R. Simonsen (1939), defensores da industrialização, foram os primeiros a escreverem sobre ela. C. Prado (1945) escreveu a História Econômica do Brasil, que recebeu interpretações mais aprofundadas de I. Rangel e C. Furtado na década de 50.
Durante décadas ?desenvolvimento? não foi distinguido de ?crescimento?, sobretudo, de crescimento econômico. E se hoje a distinção pode ser considerada trivial no plano sociológico, ela praticamente inexiste nas correntes de opinião, nos posicionamentos de políticos, militares, burocratas e empresários de diferentes orientações ideológicas, e mesmo em práticas institucionais e governamentais vigentes.

[...] A teoria da dependência teve sua contribuição para enriquecer o debate teórico da época, bem como para o pensamento econômico, não só brasileiro, mas também latino-americano. Surge a teoria da dependência e os ciclos econômicos como formas diversas de se pensar em desenvolvimento deste modo, é reavaliado o papel atribuído ás idéias originais da CEPAL com relação ao avanço do processo de integração. Mais ainda aponta-se a existência de alguns importantes elementos de continuidade entre aquelas idéias (se ponderadas a partir de uma perspectiva mais ampla) e as novas modalidades de integração observadas. Os ciclos econômicos continuam a existir na nossa economia atual. Percebe-se [...]


[...] e a crise de 1929 como favoráveis à industrialização, em vista da incapacidade de importação do Brasil. Na Argentina R. Plebisch analisou as relações com a América Latina e os países do centro do sistema capitalista desde o século XIX até após a Segunda Guerra Mundial concluindo que os preços dos produtos exportados tinham a tendência de sofrer uma queda aos produtos industriais importados, que levava ao empobrecimento. Plebish não contava com o imenso avanço industrial que já estava em processo na América Latina. [...]


[...] A preocupação de Rangel e dos demais membros do grupo era não confundir sua teoria da dualidade básica da economia brasileira com a teoria da modernização, que simplesmente opunha um setor tradicional a um moderno. Colocada em termos de modernização, a teoria era uma simplificação dramática do materialismo histórico e não garantia especificidade ao subdesenvolvimento. O desenvolvimento seria simplesmente a passagem da sociedade tradicional para a moderna. A contribuição do pensamento de Ignácio Rangel à interpretação da realidade brasileira é muito vasta e rica, mas se pode destacar algumas de suas idéias fundamentais: a dualidade básica da economia brasileira; o papel dos ciclos longos ou Kondratieffs; o papel dos ciclos breves ou Juglar; capacidade ociosa e pontos de estrangulamentos na economia. [...]

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