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Consultoria - Consultoria - Gerência de Recursos Humanos
Nível
Especializado
Estudo seguido
Mestrado...

Informações do trabalho

Data de Publicação
22/08/2007
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
27 páginas
Nível
Especializado
Consultado
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Validado por
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Acidente de trabalho: falha de notificação

  1. Acidentes de trabalho
    1. Conceitos
    2. Tipos de acidentes
    3. Cadastramento da comunicação de acidente de trabalho-CAT
    4. A visão da sociedade e a versão correta
  2. A saúde do trabalho e a seguridade social
    1. Considerações gerais
    2. Omissão dos riscos e subnotificação por parte das empresas
    3. Seguro de acidente de trabalho (SAT)
    4. Cenário de acidentes de trabalho no Brasil
  3. Metodologia
  4. Apresentação dos resultados
    1. Dados
    2. Discussão

O bem estar e saúde do trabalhador não é uma premissa de agora, pois desde o século XVII, Bernardino Ramazzini (1700), publicou uma obra que rendeu-lhe o título de “Pai” da medicina do Trabalho: “De Morbis Artificum Diatriba”. Nesta obra, Ramazzini descreve as doenças profissionais dos trabalhadores em diversos ofícios.
Ainda neste século, surgiu o trabalho de Vauban e no século seguinte de Belidor, onde ambos procuram medir a carga de trabalho físico diário no próprio local de trabalho, correlacionando o excesso de carga ao esgotamento e a doenças e preconizando melhor organização das tarefas para melhoria da produtividade.
Desta forma, vários pesquisadores tiveram a preocupação em pesquisar a medicina voltada ao trabalhador, até que com a Revolução Industrial (1760-1850), a Medicina Social volta suas atenções para as condições dos pobres e da força de trabalho.
No Brasil, a história mostra que as ações de estruturação da área de Saúde do Trabalhador no âmbito da rede pública de saúde vinham se sucedendo por todo o Brasil mesmo antes da promulgação da Constituição brasileira, em outubro de 1988. Desde estes momentos iniciais, a necessidade de articulação das ações com o movimento social organizado foi identificada e foram buscadas maneiras de efetivar a participação dos trabalhadores.Durante estes anos, houve muita evolução, não se pode negar, porém, ainda está longe de ser o ideal.

Para que se tenha uma Previdência Social voltada ao trabalhador, é preciso que haja uma cultura social por parte não só dos governantes, mas também dos empresários e do próprio trabalhador, que deve conhecer seus direitos e deveres, bem como uma visão dos benefícios que poderá adquirir se contribuir com a Previdência Social e não houver anuência em relatórios e comunicações inverídicas.
Segundo estudos desenvolvidos pela FGV – Fundação Getulio Vargas, considerando o conjunto de ocupados do setor privado para 1985 e 1999 segundo diversos atributos sócio-demográficos como gênero, idade, renda, escolaridade e inserção trabalhista e regional, bem como as respectivas populações, o quadro do Brasil apresentou que de 64 milhões de trabalhadores do setor privado, 39,5 milhões (62%) não contribuem para a Previdência Social.
Já a taxa de evasão previdenciária dos 20% mais pobres é de 96%, contra 16% dos 20% mais ricos. Nas áreas urbanas, o Brasil saiu de uma taxa de evasão de 39% em 1985 para 53% em 1999.
A crescente evasão previdenciária implica não só inconsistência fiscal, mas também desproteção social. O grupo sem previdência é particularmente vulnerável a mudanças associadas a acidentes de trabalho, maternidade, viuvez e velhice. Nesses casos, os indivíduos deveriam se proteger por conta própria dessas eventualidades, o que não é o caso entre os trabalhadores mais pobres.

[...] Corte de cana CID S 82.6 (fratura de maléolo) Queda ao descer de trator - 60 dias 3. K A da Prof.- Digitadora - CID M 65 (tenosinivite) Dores intensas no ombro e MSD. DiB DCB - 60 dias 4. V R D Prof.–Corte de cana-CID–S 67.8 (trauma em mão) Trauma não mão ao carregar um tambor de aço. DIB - DPP - 75 dias Mês Maio de 2004 Total de Perícias realizadas - B 31 - 76 B 91 - 17 Diagnósticos suspeitos (CID M - S e T ) - 21 - Confirmados C. [...]


[...] O texto da reforma da Previdência discutido no Senado Federal com o seguinte dispositivo: I cobertura dos eventos de doença, invalidez, morte, incluídos os resultantes de acidente de trabalho, e idade avançada;” e a supressão do 10 do mesmo artigo. Nota-se uma ambigüidade, de um lado, o Governo querendo partilhar com o setor privado, para aliviar suas responsabilidades, por outro a sociedade exigindo cada vez mais, que ele cumpra seu papel, aprimorando e apresentando transparências na aplicação dos recursos captados nesta área. [...]


[...] Periodicamente seria conveniente que a AISS realizasse novos encontros para avaliar os limites e possibilidades correção necessária com vistas a proteção integral dos trabalhadores (AULMANN, 2000) 3.3 Seguro de Acidente de Trabalho (SAT) Atualmente, o modelo brasileiro de seguro de acidentes de trabalho está caracterizado da seguinte forma: a Previdência Social paga um benefício acidentário quando um empregado formal sofre um acidente de trabalho e é afastado de suas atividades profissionais por mais de quinze dias, ou fica incapacitado de trabalhar. [...]

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