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Cultura, mídia e criminalidade

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
8 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A cultura na sociedade capitalista
  2. A mídia e a construção da identidade
  3. O crime em evidência na mídia

A cultura não pode e nem deve ser vista como um fato dado e imutável com o qual nos resta apenas estabelecer uma relação unilateral, como meros receptores do que nos é passado por suas várias vias de expressão. Ao contrário, para podermos empreender qualquer análise referente à esfera cultural, se faz necessária a compreensão de que só é possível conceber a cultura a partir do seu caráter histórico, social e político.
Atualmente, nos encontramos sobre a égide do capitalismo financeiro que se sobrepôs ao industrial, proporcionando modificações na política, na economia e na vida social que logo se expressaram nas produções culturais, visto que a cultura é reflexo dos acontecimentos históricos na sociedade.
Estas mudanças tiveram relação com a terceira Revolução Industrial, que iniciou no pós Segunda Guerra Mundial e envolveu a tecnologia de ponta, destacando indústrias como a eletrônica e a de aviação. O crescimento industrial acelerou, aumentando a concorrência internacional, originando as transnacionais que buscaram nos países mais pobres, a mão-de-obra barata, matéria-prima e mercado consumidor. Começou a fase financeira do capitalismo, envolvendo a famosa Guerra Fria. A disputa pela hegemonia mundial entre Estados Unidos e União Soviética fez avançar a ciência, desenvolvendo mais a tecnologia, exemplificada pelo computador.

[...] Ou seja, o que se observa numa análise na cultura contemporânea é o esvaziamento do caráter revolucionário, cedendo lugar a uma visão de cultura que: Ensina e infunde a condição em que a vida desumana pode ser tolerada. O indivíduo deve utilizar o seu desgosto geral como impulso para abandonar-se ao poder coletivo do qual está cansado (ADORNO p.53). Deste modo, resta ao indivíduo a condição de mero espectador ao qual não é atribuída a habilidade que permita refletir sobre sua inserção na sociedade e contestar qualquer aspecto que seja pertencente ao sistema vigente. [...]


[...] No entanto não existe ruptura entre modernismo e pós-modernismo, há uma continuidade, onde o pós-modenismo transformou os aspectos secundários do modernismo em aspectos centrais da produção cultural caráter efêmero, fugidio, caótico entre outros). Como o objetivo do capital é o lucro, não seria diferente nas expressões culturais, que envolvidas por estes preceitos tornam a cultura uma mera mercadoria que deve dar lucro. Tendo em vista estes aspectos, podemos observar que a origem dessa condição geral moderna que dissolve os vínculos e relações tradicionais, diz respeito ao advento de uma economia do dinheiro. [...]


[...] ) uma diversidade de reações sociais, culturais e políticas" (Harvey p. 99). A transição para a acumulação flexível trouxe novas formas organizacionais e novas tecnologias produtivas. A acumulação flexível vai de encontro à rigidez do fordismo, nela há flexibilidade nos padrões produtivos, no processo de trabalho e consumo. Nesse modelo de acumulação tudo é vulnerável: Existe a busca por empregados que possam ser trocados com facilidade, os produtos perdem o valor comercial com certa rapidez e isto acontece em função desta forma de acumulação estar vinculada ao consumo e satisfação dos desejos e supostas necessidades que são criadas de forma acelerada, atendendo a possíveis modismos. [...]

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