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Jornalismo, novas tecnologias e software livre

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
UNITRI

Informações do trabalho

FRANCISCO CARLOS S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
25 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Jornalismo e novas tecnologias
  2. Uso do blog no jornal
  3. Jornal online
  4. Características de um jornal online
  5. Estrutura do blog a ser criado

Objetivos

Este trabalho tem como objetivos verificar a relação entre Jornalismo e Novas Tecnologias, demonstrar a importância do blog na área jornalística, analisar a importância do Software Livre e como este vem sendo trabalhado na sociedade brasileira nos últimos anos.

Justificativa

Nos últimos anos a evolução da tecnologia tem se acelerado e a adaptação da sociedade -- em escala mundial -- a uma modernidade em contínua transformação tem gerado questionamentos em diversas áreas. Juntamente com as novas tecnologias, que gravitam em torno da Tecnologia da Informação e das Telecomunicações, uma nova forma de encarar o mundo é criada, surgem novas tendências e problemas. Métodos alternativos de produção e distribuição de software vêm sendo debatidos e implementados, e a própria praxis do Jornalismo tem se beneficiado pelos novos cenários -- que incluem ferramentas como o blog. É nosso intuito lançar um olhar investigativo sobre este panorama, e deste olhar tentar extrair conclusões.

Metodologia

Para a realização deste trabalho levou-se em consideração a pesquisa bibliográfica, com leitura e análise de artigos sobre os temas tanto na Internet quanto em jornais e revistas.

Apresentação das partes do trabalho

A investigação foi dividida em três partes. Na primeira verifica-se a relação entre Novas Tecnologias e o Jornalismo. Na segunda, abordamos o Software Livre -- seu histórico, sua filosofia, seus defensores e seus opositores. Na terceira, citaremos os assuntos escolhidos para nossas reportagens específicas.

JORNALISMO E NOVAS TECNOLOGIAS

Informação sempre foi um insumo abundante ao longo da história da Humanidade. Esta abundância só fez aumentar nos tempos mais recentes, mas faltava agilidade à sua disseminação. Os avanços tecnológicos, principalmente na área da comunicação, estão caminhando rapidamente e a velocidade com que esta informação chega até o público consumidor é cada vez mais impressionante. Essa rapidez se deve ao fato de que a inserção da informação no panorama midiático denominado Internet, além de manter o leitor mais bem informado sobre os mais variados assuntos, também habilita-o a produzir informação.

Em uma edição especial, às vésperas do novo milênio, a revista Veja enumerou os ?100 fatos que mudaram o mundo de 1001 até 2000?, dentre os quais nove estão relacionados aos meios de comunicação. Em ordem cronológica são eles:

1. 1455 ? A prensa de Gutenberg (?Gutenberg faz a Bíblia?)
2. 1609 ? O jornal impresso (?as manchetes do dia?)
3. 1826 ? A fotografia (?a imagem capturada?)
4. 1844 ? O telégrafo (?o telégrafo entra na linha?)
5. 1876 ? O telefone (?conversa de mão dupla?)
6. 1895 ? O cinema (?a primeira sessão?)
7. 1901 ? O rádio (?sem fio?)
8. 1928 ? A primeira transmissão de televisão (?ao vivo, diretamente de Schenectady?)
9. 1947 ? O transistor (?o transistor resolve?)

A invenção do telégrafo foi, talvez o mais importante avanço utilizado pelo Jornalismo, pois com ele foi quebrada a barreira física da distância, ou seja, para se obter uma informação na forma escrita não era mais necessário o deslocamento físico do texto noticioso, como era anteriormente feito através dos sistemas de transporte disponíveis.

O telégrafo ligou mercados nacionais e internacionais, incluindo bolsas de valores e de mercadorias (algodão, trigo e peixe, por exemplo). Também aumentou a velocidade de transmissão de informação, pública e privada, local e regional, nacional e imperial, e, essa característica, a longo prazo, foi seu efeito mais significativo. A distância ia sendo conquistada à medida que se transmitiam informações relativas a governos, negócios, assuntos familiares, condições climáticas e desastres naturais ou provocados pelo homem, a maior parte delas como notícias.

Nenhum avanço da tecnologia passou desapercebido no fazer jornalístico. Em oposição aos dias de hoje, antigamente tanto os profissionais da comunicação quanto os consumidores de informação tinham muito tempo para se adaptar às inovações tecnológicas. Atualmente, por outro lado, antes mesmo de uma tecnologia ter sedimentado seus conceitos fundamentais já surge outra, superior em resultados e eficiência.

[...] Pesquisa Aplicada na descoberta de novas tecnologias de produção e distribuição de conteúdos jornalísticos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO Rio de Janeiro. Anais . São Paulo: Intercom Disponível em http://reposcom.portcom.intercom.org.br/bitstream/1904/17377/1/R1800-1.pdf Acesso em 30 set KHAMMEL, Ali. Vida longa para os jornais impressos. In Revista Pré-textos, Facom Disponível em http://www.facom.ufba.br/pretextos/khamme01.html Acesso em 21 de Setembro MENSING, Donica. Pesquisa realizada em dezembro de 1996. Disponível em http://www.facom.ufba.br/pesq/cyber/manta/Guia/cap16.html Acesso em 19 de Setembro MONTEIRO, L. A Internet como meio de comunicação possibilidades e limitações. [...]


[...] Estas novas tecnologias estão transformando radicalmente quase todos os aspectos da maneira como nos comunicamos[4]. De acordo com a mesma edição da revista Veja, citada no início deste capítulo, com relação ao futuro: ?pouca coisa se pode dizer com certeza sobre o futuro. ( . ) Sabemos apenas que, sejam quais forem os milagres que o próximo milênio trouxer, eles serão possíveis graças ao mesmo gênio: o computador? (VEJA p.126). E assim vem acontecendo. São muitas as ferramentas criadas para aprimorar a distribuição da informação com base na informática. [...]


[...] O crescimento geométrico do número de publicações digitais na Web, acompanhado do desenvolvimento ultra-rápido da Internet e sua conseqüente popularização em larga escala, tem despertado uma polêmica interessante entre jornalistas e especialistas em novas tecnologias: o jornal em papel vai acabar? As opiniões são divergentes. Alguns acreditam que os jornais convencionais não sobreviverão ao próximo século. Tudo será digitalizado e até a televisão, como nós a conhecemos, deixará de existir. Outros afirmam que a Internet não representa uma ameaça às publicações impressas e que nenhuma tecnologia, por mais avançada que seja, vai superar a comodidade e o conforto que um jornal ou revista em papel proporciona aos leitores. [...]

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