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Planejamento financeiro em empresas familiares

Informações sobre o autor

auxiliar de escritório - auxiliar de logística -...
Nível
Especializado
Estudo seguido
administraç...

Informações do trabalho

Do Espirito Santo Cardozo W.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
15 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Empresa familiar
    1. A Empresa Familiar
    2. Planejamento Financeiro
    3. Desempenho Organizacional
    4. A Sucessão na Empresa Familiar
  3. Conclusão
  4. Referências bibliográficas

O tema da gestão de empresas familiares tem originado grande polêmica entre os seus defensores, que a consideram o tipo de organização ideal e os seus opositores, que as acusam de serem um modelo obsoleto. Os primeiros argumentam que as empresas familiares são a coluna vertebral econômica das nações e são o terreno ideal para o nascimento de novos empresários. Os segundos defendem que elas são mais propensas à emergência de conflitos laborais e às crises.
Épocas de mudança polarizam expectativas. A aceleração do tempo histórico torna o mundo menos previsível. A dispersão das crenças sobre o que o futuro nos reserva é fonte de tanta angústia e perplexidade quanto a incerteza sobre o amanhã. Nenhuma generalização ou previsão indutiva contém mais informação do que a soma de suas ocorrências particulares conhecidas.
As empresas, sejam as bem-sucedidas ou as extintas, apresentam, em geral, o mesmo quadro de problemas, necessidades e expectativas, visto que atuam no mesmo ambiente socioeconômico, sofrendo assim, o impacto dos mesmos fatores estruturais ou de variáveis conjunturais. Embora todas possam compartilhar dos mesmos problemas, detêm condições diferentes de reagir, demonstrando algumas diferenças significativas de desempenho. Algumas dessas condições podem ser levantadas numa pesquisa por amostragem, enquanto outras, que indicam a capacidade de a organização reagir às condições de mercado a que está submetida para serem percebidas e levantadas, de um acompanhamento das referidas condições e ações da empresa diante delas.
As organizações, no cenário globalizado e competitivo de hoje, têm uma variedade de responsabilidades e objetivos, dentre os quais se destaca a sua capacidade de atrair e mobilizar as poupanças e direcioná-las àqueles investimentos eficientes geradores da renda necessária ao desenvolvimento socioeconômico da comunidade. As deficiências da correlação das variáveis do mundo econômico-financeiro estão provocando sérias imperfeições nos processos de tomadas de decisões empresariais, gerando conseqüências nefastas, quer para a sobrevivência das empresas como suporte social, quer para a própria eficiência.

[...] Planejamento Financeiro O planejamento financeiro estabelece o modo pelo qual os objetivos financeiros da empresa podem ser alcançados. Um plano financeiro é, portanto, uma declaração do que deve ser feito no futuro. Em sua maioria, as decisões numa empresa demoram bastante para ser implantadas. Numa situação de incerteza, devem ser analisadas com grande antecedência. Segundo Gitman (1997) apud Teló (2001:21), o planejamento financeiro é uma parte importante do trabalho do administrador. Definindo os planos financeiros e orçamentos, ele estará fornecendo roteiros para atingir objetivos da empresa. [...]


[...] O planejamento financeiro estabelece diretrizes de mudança e crescimento numa empresa, preocupando-se com uma visão global, com os principais elementos de políticas de investimento e financiamento da empresa. Segundo Ross et al. (1995) apud Teló (2001:22), com relação ao crescimento da empresa, ele está diretamente ligado à política financeira adotada pela empresa. O planejamento financeiro estabelece o modo pelo qual os objetivos financeiros podem ser alcançados; é, portanto, um plano para o futuro. A empresa, mediante o planejamento financeiro, poderá ter diferentes oportunidades de desenvolvimento, além da possibilidade de analisar e comparar diversos cenários. [...]


[...] CONCLUSÃO As empresas familiares têm sido alvo de constantes questionamentos em relação à sua capacidade eficaz de gestão. Atualmente, o mercado rotula- as com um certo preconceito, considerando que a sua gestão é baseada nas práticas do protecionismo dos incapazes, e que os ativos da companhia são patrimônio da família, enquanto que, os exigíveis são dívidas da empresa. O mercado costuma-se entender que a sucessão em uma empresa familiar irá trazer conseqüências indesejáveis, dado que a empresa familiar seria um empreendimento baseado em relações pessoais, oriundas da relação afetiva entre os sócios. [...]

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