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A contabilidade de custos e os sistemas de custeio

Informações sobre o autor

Colégio Estadual de Faxinal dos Marmeleiros - Escritório...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Administraç...

Informações do trabalho

Haroldo Andrade M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
pdf
Tipo
estudo
Número de páginas
35 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. A contabilidade de custos e a contabilidade financeira
  3. Contabilidade de custos e as decisões gerenciais
  4. Terminologia na área de custos
  5. Separação entre custos e despesas
  6. Classificação dos custos
    1. Custos diretos e indiretos
    2. Custos fixos e variáveis
  7. Influência dos custos fixos e dos custos variáveis
  8. Aplicação dos custos indiretos de produção
  9. Métodos de custeio
    1. Método de custeio por absorção
    2. Rateio dos custos
    3. Custeio direto
    4. Custeio baseado em atividades
  10. Visão integrada dos sistemas de custos

Como decorrência da complexidade das relações sociais, da velocidade com que as mudanças vêm ocorrendo em todas as áreas, exigindo a tomada cada vez mais rápida de decisões, há a necessidade de se conhecer ferramentas eficazes de gestão, que permitam às empresas manterem-se aptas a enfrentar um ambiente de negócios cada vez mais competitivo e dinâmico. A contabilidade, não diferente das demais áreas do conhecimento, teve que acompanhar essas mudanças, se adaptando às novas exigências empresariais, criando novas ferramentas e reduzindo, na medida do possível, suas limitações para essa realidade. Desse modo, surgiram novos métodos para facilitar o controle e a tomada de decisões, pois nesse ambiente empresarial competitivo não há espaço para técnicas obsoletas ou que não tragam uma resposta adequada e rápida as reais necessidades. Exemplo disso é a contabilidade de custos, ? um ramo da contabilidade que se destina a produzir informações para os diversos níveis gerenciais de uma entidade, como auxílio às funções de determinação de desempenho, de planejamento e controle das operações e de tomada de decisões.? (LEONE, 1997 p. 20). Entretanto, nem sempre a contabilidade de custos recebe a devida importância, permitindo que produtos que não trazem retorno sejam produzidos, e quando essa área é considerada, muitas vezes, são utilizados métodos falhos ou arbitrários de alocação de custos, que não apresentam a verdadeira situação, contribuindo para que decisões erradas sejam tomadas, gerando maiores problemas. Assim, é necessário que o contador de custos conheça profundamente as finalidades para as quais as informações são geradas, conheça a empresa de forma global, e conheça também os vários métodos e ferramentas usadas na gestão de custos para assim poder proporcionar informações relevantes para os diversos usuários.

[...] Os custos diretos são aqueles que podem ser diretamente apropriados a determinado bem, deste modo, permitindo uma apropriação objetiva dos custos aos produtos, dada a relação clara de consumo existente entre um e outro. Os custos diretos são representados pelos materiais diretos usados na fabricação de determinado produto e pela mão-de-obra direta. Observe que a classificação exposta é com relação ao produto ou serviço, se for tomado como base o departamento, por exemplo, alguns itens receberiam outra classificação. Os custos indiretos são aqueles que não podem ser atribuídos de forma direta aos produtos ou serviços porque essa atribuição se torna difícil ou inviável, necessitando por isso da utilização de algum critério de rateio. [...]


[...] A margem de contribuição é a parcela responsável por cobrir os custos fixos e demais despesas e gerar o lucro. Rateio: Pode ser definido como o processo de alocação dos custos indiretos de produção aos itens produzidos, através da utilização de algum critério que apresente uma clara e objetiva relação do custo com o bem produzido ou processo realizado. Por exemplo, alocar o custo de depreciação das máquinas de acordo com o tempo de utilização das mesmas, ou seja, o produto que tem um tempo de fabricação maior recebe uma parcela maior do custo de depreciação. [...]


[...] VISÃO INTEGRADA DOS SISTEMAS DE CUSTOS Na definição conceitual de todos os sistemas de custeio são apresentadas tanto as potencialidades com também inúmeras desvantagens. Neste sentido, não é absolutamente correto afirmar que um sistema de custeio é melhor que o outro. O que ocorre é que determinado método de custeio pode ser melhor em determinada circunstância. Nesse caso, pode-se utilizar as vantagens de mais de um sistema: O fundamental e desejável seria que a empresa tivesse sempre um sistema flexível o suficiente que propiciasse todas as informações necessárias, que são basicamente as seguintes: Margem de contribuição de cada produto (custeio variável); Custo de produção de cada bem ou serviço (custeio por absorção, de preferência com o rateio dos custos indiretos pelo ABC muito mais detalhado, analítico e com menor número de possíveis erros do que o tradicional rateio por departamentos); Soma de custo global (custos e despesas) de cada produto (ABC completo). [...]

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