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Análise comparativa da implantação e gestão de fluxos de caixa

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Mayla C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
21 páginas
Nível
Especializado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Referencial teórico
  3. Estudo de caso
  4. Resultado da análise da pesquisa

A administração de bens e capitais diante do ambiente competitivo e volátil em que vivemos nesta era globalizada, torna-se cada vez mais difícil, ou melhor, mais minuciosa e incerta. Faz-se a cada dia mais necessário pensar em maximização de recursos, ou seja, aproveitar ao máximo as condições criadas ou impostas pelo mercado, visando tirar do potencial produtivo todos os recursos possíveis para manter a liquidez da empresa, ou corrigir possíveis falhas diante de fatores internos e externos que possam afetar as decisões financeiras.
Partindo deste pressuposto, a gestão do caixa passou a ser fator primordial para as organizações, pois através dela se delega competências e se criam diagnósticos precoces, uma vez que através de análises antecipadas pode-se diminuir os efeitos ou evitar possíveis crises de disponibilidade financeira.
Aliando as projeções de caixa a capacidade que a empresa tem para liquidar seus compromissos financeiros, já é reconhecida a capacidade que os gestores têm de poderem planejar, tendo como base os registros de ingressos e desembolsos de caixa futuros, as necessidades de caixa, bem como dispor de seus excedentes de caixa, em aplicações financeiras mais rentáveis e seguras, maximizando dessa forma as aplicações dos proprietários do capital investido, tornando, por exemplo, a compra de um novo equipamento de trabalho num investimento que garanta maior rendimento e produtividade.
O fluxo de caixa surge também como proposta de evidenciar e medir a geração de caixa para quitar dívidas, avaliar a liquidez, solvência, flexibilidade financeira, a taxa de conversão de lucro em caixa, o grau de precisão das estimativas passadas em futuros de caixa e a necessidade de investimentos e financiamentos nas atividades operacionais da empresa.
De acordo com Zdanowicz (2000, p. 213), uma das funções mais importantes para administrar o capital de giro e a liquidez da empresa, é a administração do disponível, e na mesma linha de pensamento, o autor afirma que o fluxo de caixa se constitui no ativo mais líquido da empresa, representando um agregado de entradas de recursos necessários para os desembolsos estimados, acrescidos, às vezes, de saídas inesperadas, com a finalidade de minimizar problemas de liquidez. E, como conclusão de seu raciocínio sobre o assunto, ele diz que dessa forma, o caixa é o denominador comum, ao qual fluem todos os ativos líquidos da empresa.
É neste contexto que o fluxo de caixa e sua correta interpretação e implementação será abordado neste artigo. Para que descompassos não aconteçam, e a administração do fluxo de caixa seja utilizada como uma ferramenta de gestão eficiente, otimizando resultados através do equilíbrio entre a posição financeira da empresa e suas obrigações correntes.
Para obtenção dos objetivos definidos neste artigo, foram considerados segundo Lakatos e Marconi (2007, p. 185) como fontes de estudo a pesquisa bibliográfica, ela propicia ao pesquisador através do conhecimento do que já foi escrito o exame de um tema sob novo enfoque ou abordagem, chegando a conclusões inovadoras.
Como procedimento para o estudo de caso das duas empresas utilizou-se documentos oficiais escritos, que de acordo com Lakatos e Marconi (2007, p. 180), constituem geralmente a fonte mais fidedigna de dados, com o devido cuidado do pesquisador no fato de que não exerce controle sobre a forma como os documentos foram criados, devendo, portanto não só selecionar o que lhe interessa como também interpretar e comparar o material, para torná-lo utilizável.
Para se obter um maior respaldo sobre os aspectos abordados, procurou-se demonstrar a importância da qualidade das informações do fluxo de caixa para tomada de decisão, a necessidade de planejamento e controle do fluxo de caixa para a maximização dos recursos das empresas.
O presente artigo apresenta, portanto uma análise e interpretação comparativa, realizada do fluxo de caixa de duas empresas, de diferentes setores, através de um estudo de caso, verificando se as mesmas possuem falhas na administração e como é utilizada a ferramenta do fluxo de caixa para tomada de decisões e maximização dos recursos. Para resguardar as empresas objetos dessa pesquisa foram utilizados nomes fictícios, porém todos os dados são reais.

[...] De acordo com os requisitos das Normas Internacionais de Contabilidade as empresas devem preparar uma demonstração do fluxo de caixa e apresentá-la como parte integrante das suas demonstrações contábeis, visto que tal demonstração proporciona informações que habilitam os usuários a avaliar a capacidade da empresa produzir recursos de caixa e valores equivalentes; desenvolver modelos para avaliar e comparar o valor presente de futuros fluxos de caixa de diferentes empresas; examinar a relação entre lucratividade e o fluxo de caixa líquido e o impacto de variações de preços; aumentar a comparabilidade dos relatórios do desempenho operacional por diferentes empresas, porque elimina os efeitos decorrentes do uso de diferentes tratamentos contábeis para as mesmas transações e eventos (IBRACON p. [...]


[...] Portanto, mais uma vez salienta-se a importância da informação, pois é através das informações contidas nos demonstrativos do fluxo de caixa, que decisões são tomadas, e elas podem levar a organização a ter sérios problemas de caixa ou eleva-la a uma estabilidade tão almejada por muitos. Os diversos sistemas de informações presentes nas organizações é que tornam viáveis o planejamento a coordenação e o controle. O desempenho da organização está ligado a qualidade dos sistemas de informações, seus mecanismos de implementação e capacidade de gerenciamento. [...]


[...] Possui dois funcionários na área de tesouraria para exercer as funções de contas a pagar e a receber, uma estrutura muito frágil para gerenciar o caixa da empresa. Não se preocupam em manter relações com demais departamentos e contabilidade para elaboração do fluxo de caixa. Constantemente as demais áreas geram conflitos com a Área Financeira, por problemas que poderiam ser eliminados caso houvesse um sistema integrado de informações. Conforme Quadro 2 abaixo, pode ser observado que os saldos médios de disponibilidades financeiras da XYZ são altos, e na Conta-Corrente, sem nenhuma remuneração. [...]

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