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Panorama descritivo da economia brasileira

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
contabilidade
Faculdade
Associação...

Informações do trabalho

Julio Cesar G.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
41 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Aspectos demográficos
  2. Contabilidade nacional - o produto
  3. Desenvolvimento e distribuição de renda

Ao nos aproximarmos do início do século XXI, poderíamos perguntar-nos o que teria ocorrido com a economia brasileira ao longo os século que termina. Qual é a situação econômica hoje se comparada com a de 1900 ou mesmo de 1950? Verificamos, a princípio, que o Brasil cresceu e se modificou. Na verdade, a fisionomia do país no final deste século é substancialmente diferente daquela de seu início ou mesmo daquela do pós Segunda Guerra Mundial.
A economia brasileira cresceu. Por um lado, a população multiplicou-se quase dez vezes ao longo do século. Em 1900 havia pouco mais de 17 milhões de residentes, já em 1950 este número salta para quase 52 milhões, estimando-se que a população no ano 2000 deverá chegar a mais de 165 milhões de pessoas. Neste sentido, o Brasil, além de territorialmente ser um dos maiores países do mundo, com mais de 8.500 mil km2, também é uma das nações mais populosas.Mas não é apenas a população que cresceu, a produção e a geração de renda brasileira também sofreram forte expansão. Medindo-se esta produção através do PIB (produto interno bruto) que é o indicador básico na avaliação do crescimento econômico de um país, que na segunda metade do século XX a produção brasileira ampliou-se aproximadamente 1000%, ou seja, produziu-se no Brasil em 1994 mais de dez vezes o que se produzia em 1950.
Em termos internacionais, a produção brasileira é atualmente uma das maiores do mundo, isto, porém, deve ser examinado com um pouco mais de cuidado. Existem países com dimensões territoriais semelhantes ao Brasil, como os Estados Unidos, que tem um nível de produção muito maior, e países com a população próxima à brasileira, cuja produção também é fortemente superior. Se analisarmos o quanto a produção nacional cabe a cada um de seus residentes (isto é, usando o conceito de PIB per capita), vemos que, apesar deste índice também se expandir, o Brasil deixa de figurar entre as maiores nações para se situar num bloco intermediário. Temos aqui uma evidência de que, apesar do forte crescimento verificado, a economia brasileira ainda deixa a desejar em termos de desenvolvimento

[...] Como foi visto no capítulo anterior, tanto a esperança de vida da população brasileira ao nascer cresceu (65 anos) como a taxa de mortalidade infantil (49,7 a cada mil) caiu significativamente (Tabelas 2 e indicando melhores condições de saúde da população brasileira. Também houve alguma melhoria nas condições de saneamento básico do país: em 1990, no Brasil como um todo da população era abastecida com água do interior do próprio domicílio possuíam instalações sanitárias de uso exclusivo ligado à rede geral e 61% tinham serviço de coleta de lixo. [...]


[...] É através deste indicador que se avalia o desempenho de uma economia Produto, renda e dispêndio Outras formas de medir o produto: Através do dispêndio ou da demanda (compras finais); Através da renda gerada no processo produtivo. Comecemos, novamente, com uma economia simples, que só produz bens de consumo, em que só existam famílias proprietárias dos fatores de produção (trabalho, capital e terra) e que consomem bens e serviços, e as empresas que adquirem fatores de produção das famílias para combiná-los e gerar uma oferta de bens e serviços, ou seja, são responsáveis pela produção. [...]


[...] Enquanto em 1940 mais de 2/3 da população brasileira vivia na zona rural, atualmente apenas 25% da população vive no campo, evidenciando a ocorrência de uma migração do campo para as cidades e de um forte processo de urbanização pelo qual passou ainda passa) a economia brasileira. Também podemos verificar o declínio da participação agropecuária na produção nacional que era de 25% em 1950 e gira em torno de 10% na década de 90. Já a indústria, que também representava 25% da produção em 1950, alcançou em 1990 algo próximo a 35% do PIB brasileiro. [...]

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