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Estudo do custeio baseado nas atividades (ABC) no contexto ambiental

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Cristina H.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
45 páginas
Nível
Especializado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Custeio baseado nas atividades (ABC)
    1. Histórico
    2. Considerações iniciais
    3. Etapas do custeio baseado nas atividades (ABC)
    4. Mapeamento das atividades
    5. Alocação dos custos às atividades
    6. Redistribuição secundária
    7. Cálculo dos custos dos produtos
    8. Razões por que as empresas implantam a contabilidade por atividades
    9. Passos para estabelecer um sistema de custeio baseado nas atividades (ABC)
    10. Aplicação do sistema de custeio baseado em atividades (ABC)
  3. Gestão ambiental
    1. Considerações iniciais
    2. Princípios de gestão ambiental
    3. Impacto ambiental
    4. Benefícios da gestão ambiental
    5. Sistema de gestão ambiental
  4. Contabilidade da gestão ambiental
    1. Considerações iniciais
    2. Finalidades, princípios e benefícios da contabilidade ambiental
    3. Classificação da contabilidade ambiental
    4. Ativos, passivos, receitas e despesas (custos) e gastos ambientais
    5. Ativos ambientais
    6. Receitas ambientais
    7. Despesas (custos) e gastos ambientais
  5. Custeio baseado nas atividades (ABC) no contexto ambiental
    1. Exemplo explicativo de implementação do custeio baseado em atividades (ABC) dentro do contexto ambiental

Esta monografia apresenta como objeto de estudo o Custeio Baseado em Atividades (ABC) como ferramenta de Gestão Ambiental.
A pressão pela competitividade global, como forma de sobrevivência que vem se observando nos últimos anos têm trazido discussões nas empresas e até mesmo no mundo acadêmico que permaneciam encobertas. Estes problemas exigem respostas rápidas e soluções eficazes. Dependem da mudança de atitudes e comportamento global.
Afirma Oliveira et al. (2005, p. 216) que, ?o desenvolvimento sustentável de forma alguma vai contra os interesses econômicos; ele é a favor de uma consciência e conduta baseadas na realidade histórica e presente para a proteção e salvaguarda do futuro da humanidade?. Isto significa dizer que o desenvolvimento sustentável é definido como o desenvolvimento que satisfaz às necessidades do presente sem comprometer a habilidade de gerações futuras em atender as suas próprias necessidades.
A Contabilidade de Custos é, para a Gestão Ambiental, uma fonte de informações. Ela propicia às empresas informações regulares e precisas que conseqüentemente contribuem com o meio ambiente. O método de custeio ABC aloca os custos ambientais ao processo dos produtos que realmente devem ser alocados, apoiando diversos tipos de decisões, como: custo do produto, gerenciamento de caixa e liquidez, controle de custos, apoio às decisões financeiras, econômicas, sociais, etc. As empresas não podem mais fabricar um produto considerando apenas os custos econômicos; em nome da sobrevivência do planeta e do futuro da raça humana, devem ser igualmente considerados os custos ambientais.
Tinoco e Kraemer (2004, p. 32), acreditam que ?as empresas que investem em meio ambiente provocam melhorias em seu desempenho econômico, financeiro, ambiental e social [] além de contribuírem para a redução de impactos ambientais?.
A monografia apresenta em seu primeiro capítulo noções básicas e considerações relevantes ao estudo do Custeio Baseado nas Atividades (ABC). No segundo capítulo apresenta os aspectos mais importantes da Gestão Ambiental. O terceiro capítulo se destina a demonstrar a Contabilidade Ambiental, enfatizando os ativos, passivos, receitas, despesas (custos) e gastos ambientais. O quarto capítulo está focado diretamente ao Custeio Baseado nas Atividades no Contexto Ambiental, que se trata do conjunto das informações adquiridas nos capítulos anteriores, onde se utiliza o ABC como ferramenta de proteção ao meio ambiente.
Portanto está aí o desafio, fazer um modelo de custos adequado a um modelo ambiental, integrado e competitivo que compreenda movimentos econômicos, movimentos operativos e movimentos ambientais.
?Apenas quando o homem matar o último peixe, poluir o último rio e derrubar a última árvore, irá compreender que não poderá comer o dinheiro que ganhou!? (Autor desconhecido).

[...] A análise dos custos da qualidade ambiental mostra-se uma ferramenta gerencial importantíssima não somente à tomada de decisão, mas também à gestão ambiental de forma equilibrada e concisa Exemplo Explicativo de Implementação do Custeio Baseado em Atividades (ABC) Dentro do Contexto Ambiental Tem-se como propósito nesse subitem apresentar uma estrutura de ABC voltado para uma empresa com produtos que geram despesas com o meio ambiente. Se uma empresa utiliza resíduos perigosos, matéria-prima poluente, de tal forma que pode vir a ser qualificada como um produtor de grandes quantidades de resíduos, então esta está sujeita a numerosos regulamentos de meio ambiente e exigências de emissão de relatórios. [...]


[...] 113) Tem-se como objetivo no estudo do Impacto Ambiental avaliar as conseqüências de algumas ações, para que possa haver a prevenção da qualidade de determinado ambiente, que poderá sofrer com a execução de certos projetos ou ações, ou logo após sua implementação. Benefícios da Gestão Ambiental Muitas empresas puderam verificar que as despesas realizadas com a proteção ambiental podem transformar-se em vantagem competitiva. Os motivos pelos quais as empresas se sentem encorajadas a aceitar a responsabilidade pela proteção do meio ambiente são respectivamente: sentido de responsabilidade ecológica; requisitos legais; salvaguarda da empresa; imagem; proteção do pessoal; pressão do mercado; qualidade de vida; e lucro. [...]


[...] Passos para Estabelecer um Sistema de Custeio Baseado nas Atividades (ABC) Silvestre (2002) afirma que se podem definir os passos exigidos para estabelecer um sistema de custos ABC: definir os centros de custos por meio da departamentalizacão; identificar os elementos de custos dos departamentos; identificar em cada centro de custo as atividades relevantes; estabelecer os centros de atividades exercidas por diferentes departamentos; determinar os direcionadores de custos que correlacionarão as atividades com os respectivos produtos; montar o modelo da estrutura de custos da organização e seu fluxo de atividades. [...]

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