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Estratégia e vantagem competitiva nas micro e pequenas empresas

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
CASTELO BRANCO

Informações do trabalho

Armênio C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
34 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. O planejamento
  2. A estratégica
    1. As escolas
    2. Escola do Design
    3. Escola do Planejamento
    4. Escola de Posicionamento
    5. Escola Cognitiva
    6. Escola de Aprendizado
    7. A Escola de Poder
    8. Escola Cultural
    9. Escola empreendedora
  3. Requisitos da Competitividade
  4. Conclusão
  5. Referências Bibliográficas

Na passagem do século XIX para o XX, o processo de modernização em diversas regiões do mundo, expressa um momento caracterizado pela intensificação da produção nas regiões centrais da economia capitalista, e pela maximização da função comercial nas áreas periféricas. Esse processo representou um engajamento maior das empresas em um mercado caracterizado por profundas transformações.
Foi nesse contexto que a Administração de Empresas se firmou como ramo do conhecimento especializado, com vistas a atender as exigências das empresas por resultados no que tange a nova face da economia capitalista.
Com a aceleração científica e tecnológica, instaura-se na passagem do século XX para o XXI ? a sociedade técnica-informacional, em processo semelhante ao descrito anteriormente. Mais uma vez, a Administração de Empresas se destaca mediante a necessidade de conhecimento prévio das atividades de uma empresa a curto, médio e longo prazo, propiciando a elaboração de um cenário e, consequentemente, as ações a serem executadas na expectativa de alcançar um determinado objetivo.
Neste sentido se torna imperativa uma discussão entre autores, com vistas a elaborar um quadro teórico e metodológico para as empresas, independentemente de seu porte, com o propósito de se encontrar caminhos, que possam vir a contribuir para um melhor desempenho.
Acredita-se que o Planejamento, conceito que está presente nas discussões contemporâneas entre os teóricos da Administração, merece uma análise detalhada, haja vista sua utilidade no desenvolvimento de vantagens competitivas nas empresas. A relevância do estudo se acentua mediante a tendência da economia contemporânea de que grandes empresas monopolizem os mercados e eliminem a participação das pequenas, ou pelo menos limitem essa participação à esfera da sobrevivência.
O estudo proposto tem como objetivo analisar a importância do planejamento estratégico nas empresas comerciais.

O estudo se justifica e se faz relevante pois existe a tendência em pensar-se em planejamento organizacional somente a nível de grandes negócios. O planejamento estratégico pode ser de grande valor também para as pequenas empresas.
Para elaborar-se um planejamento estratégico é necessário que se adote filosofias modernas, visando otimizar o relacionamento de uma empresa comercial com o ambiente e macroambiente em que está inserida. Para que se coloque na prática esta filosofia, faz-se necessário o estabelecimento de uma visão de futuro, a fim de que seja possível a construção de cenários prospectivos.
Para o desenvolvimento desta pesquisa, optou-se pela pesquisa bibliográfica, que procura explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas, buscando conhecer e analisar as contribuições culturais ou científicas do passado existentes sobre um determinado assunto, tema ou problema.

[...] Mintzberg, Ahlstrand e Lampel (2000) destacam três ondas importantes da escola do posicionamento, onde na primeira da ênfase a origens nas máximas militares, em estudos feitos em publicações militares, que remontam a 400 a.C. de Sun Tzu, a presença da estratégia nos conflitos militares no oriente, e no ocidente as publicações de Clausewitz nos períodos de 1780 a 1831, abrindo questionamento, no sentido de que a escola do posicionamento seja a mais antiga de todas. Quanto a segunda onda denominada de a busca por imperativos de consultoria, é observado uma presença marcante de consultores, que acreditavam na possibilidade de elaboração de uma estratégia ideal, através de estudos feitos em escritórios, sem o menor conhecimento do negócio, tomando como base um conjunto de estratégia genéricas, para elaboração de relatórios. [...]


[...] CONCLUSÃO A pesquisa procurou identificar as práticas de desenvolvimento de estratégias nas pequenas empresas comerciais e ao mesmo tempo as semelhanças com as abordagens feitas pelas escolas de estratégias. As empresas precisam trabalhar para eliminar o pensamento de que vão perder algo que não gostariam de perder; a idéia de que vão gastar mais que os benefícios futuros; as possíveis resistências através de trocas de idéias; a desconfiança das pessoas afetadas pelas mudanças em relação aos responsáveis pelas execução das mesmas; as incapacidades operacionais que as mudanças vão gerar. [...]


[...] Os benefícios do planejamento estratégico, ficam mais ao alcance das empresas de pequeno porte, quando observamos o cerne da discussão de Fischman : Observamos também que a técnica de planejamento estratégico vem sendo utilizada apenas por poucas empresas e normalmente de maior porte. Achamos que esta situação é no mínimo um desperdício, particularmente em um país como o Brasil onde as mudanças ambientais como políticas e a economia exigem um maior grau de reflexão sobre as suas influencias nos negócios das empresas (FISCHMAN p.10). [...]

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