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A quinta disciplina

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
12 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
    1. ?Dê-me uma alavanca longa o bastante... E, com uma das mãos, moverei o mundo?
    2. Sua organização tem uma deficiência de aprendizagem?
    3. Prisioneiros do sistema ou prisioneiros do nosso pensamento?
    4. As leis da quinta disciplina
    5. Uma mudança de mentalidade - enxergando o mundo com outros olhos
    6. Modelos da natureza: identificando os padrões que controlam os eventos
    7. O princípio da alavancagem
    8. A arte de ver a floresta e as árvores
    9. Domínio pessoal - o espírito da organização que aprende
    10. Modelos mentais
    11. Visão compartilhada
    12. Aprendizagem em equipe
    13. Abertura como transcender a politicagem interna e a dissimulação que dominam as organizações tradicionais?
    14. Localismo - como obter controle sem controlar
    15. O tempo do gerente - como os gerentes encontram tempo para a aprendizagem
    16. Acabando com a guerra entre o trabalho e a família
    17. Micro mundos: da tecnologia da organização que aprende
    18. O novo trabalho do líder
    19. Uma sexta disciplina
    20. Reescrevendo o código
    21. O todo indivisível
  2. Conclusão

Durante a maior parte do século 20 as empresas bem-sucedidas caracterizam-se pelas progressivas capacidades de marketing de massa, controle gerencial e sofisticação financeira. Ao longo desse mesmo período a maior parte das organizações caracterizou-se por ?habilidades humanas mínimas. As organizações industriais viam as pessoas como mais um "insumo? da produção, ?recursos humanos?, para usar termo em voga hoje.
Entretanto, esse termo supostamente esclarecido na verdade não implica alteração alguma nas premissas subjacentes: o próprio termo ?recurso? significa literalmente estar disponível para ser usado. É exatamente essa orientação, ver as pessoas como recursos a serem usados pela organização, que hoje funciona como obstáculo ao desenvolvimento de empresas de sucesso para o próximo milênio.
Talvez a aprendizagem se tornará mais importante do que o controle. Muitos se referem às organizações emergentes como ?organizações baseadas no conhecimento? ou como ?organizações que aprendem?: organizações inerentemente, mais flexíveis, adaptáveis e mais capazes de continuamente ?reinventarem-se?.

[...] Elas incluem: Reconhecer os ?lapsos de abstração?; Expor a ?coluna da esquerda?; Equilibrar a indagação e a argumentação; Enfrentar as distinções entre teorias esposadas e teorias-em-uso. A dificuldade de enxergar as teorias-em-uso pode fazer com que você precise da ajuda de uma outra pessoa, um parceiro ?implacavelmente compassivo?. Na luta para desenvolver habilidades de reflexão, somos os maiores ativos uns dos outros. Assim como as visões pessoais são retratos ou imagens que as pessoas têm uma na mente e no coração, as visões compartilhadas são imagens que pertencem a pessoas que fazem parte de uma organização. [...]


[...] Na verdade, praticamente todos os que jogam nas cervejarias passam por grandes crises, terminando com uma produção de zero, semanas de ter produzido quarenta, sessenta, cem ou mais grosas por semana AS LEIS DA QUINTA DISCIPLINA 1. Os problemas de hoje vêm das ?soluções? de ontem Quanto mais você empurra, mais o sistema empurra de volta O comportamento melhora antes de piorar. Uma solução sempre aparece maravilhosa quando cura primeiro os sintomas A saída fácil normalmente nos leva de volta para dentro A cura pode ser pior do que a doença Mais rápida significa mais devagar Causa e efeito não estão próximos no tempo e no espaço Pequenas mudanças podem produzir grandes resultados mas, freqüentemente, as áreas de maior alavancagem são as menos óbvias Você pode assobiar e chupar cana mas não ao mesmo tempo Dividir um elefante ao meio não produz dois pequenos elefantes Não existem culpados UMA MUDANÇA DE MENTALIDADE ENXERGANDO O MUNDO COM OUTROS OLHOS O pensamento sistêmico é uma disciplina para ver o todo. [...]


[...] CONCLUSÃO Peter Senge no seu livro ilustra a quinta disciplina: o pensamento sistêmico. De acordo com o autor, o pensamento sistêmico permite-nos descrever e entender as relações entre os vários elementos de um sistema. Numa organização estes elementos podem ser diferentes departamentos, processos, funções, etc . O livro mostra que, a grande maioria das organizações esquecem-se de que uma ação tem geralmente muitas implicações e conseqüências e que, antes de ser levada a cabo, deve ser cuidadosamente pensada. O pensamento sistêmico é a capacidade de se conhecer a organização enquanto um todo e conseguir prever as conseqüências de uma ação com base no encadeamento e nas dependências existentes. [...]

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