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O desenvolvimento do design no Brasil e suas origens

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
artes
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Samanta M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
11 páginas
Nível
avançado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A escola de Ulm
  2. O conceito de Grid
  3. O design no novo mundo
  4. Design hoje: mercado e decadência
  5. Design e ensino
  6. O conceito moderno de identidade corporativa
  7. Design e a grande imprensa
  8. Design e Computação
  9. O poder das multinacionais
  10. Criatividade e conseqüência: Wollner hoje
  11. Do processo de criação
  12. TV e linguagens

A História do Design teve início na Alemanha. No Brasil, antes da Escola de Ulm, não existia nada em termos de design. Através dos anos o design foi se desenvolvendo e temos hoje no Brasil grandes nomes que se destacam pelo alto nível de conceito e trabalhos de muita criatividade.

A escola de Ulm
Composta por Max Bill, Johannes Ittem, Josef Albers, Walter Peterhans, entre os mais conhecidos, Ulm não tinha um corpo docente fixo. Quase todos eram convidados a dar aula, o que possibilitou a professores de várias áreas darem diversos workshops. Advinda da Bauhaus, Ulm tendia mais para a estética do que para a técnica, por isso, a partir de 1953, começaram as cisões. Max Bill, que saiu em 1957, era adepto da estética e dizia: "Design é arte". Já Tomás Maldonado entendia "Design não é arte, esta é só um complemento, existe enquanto resultado. O design tem que renovar, ser criativo e mudar o comportamento das pessoas."

[...] Atualmente os arquitetos estão sem trabalho e não querem ser decoradores de interior porque parece coisa de bicha, contudo não podem ser engenheiros porque sua formação é insuficiente, de forma que escolhem o design para usar "sua decoração". O que está acontecendo é uma violenta invasão de decoradores na comunicação visual e os arquitetos são os responsáveis por isto. Não estamos percebendo, mas o fato é que o conceito de design está desaparecendo da nossa cultura. Hoje os grandes clientes do design são restaurantes, lojas de moda, incluindo-se todas as formas de comunicação perecível, merchandising, embalagens de cerveja, essas coisas. [...]


[...] Por exemplo, não sou capaz de começar um projeto no computador, porque nele você não tem o formato do papel, você não tem a experiência desse espaço; o papel faz parte desse espaço e no computador isso você não tem. Não entendo como as pessoas fazem um projeto no computador. Para ter a noção do projeto é preciso fazer o esboço (impresso no computador) ou colocá-lo num mural, procedendo a uma análise combinatória de todas as possibilidades. Você precisa do contato material com o projeto. [...]


[...] Num espaço urbano restrito usavam o recurso das listras horizontais brancas e pretas em ordem ascendente, com uma inscrição no alto. Esse artifício visual só seria desenvolvido muito mais tarde, nos anos com a Gestalt. No interior das igrejas haviam os afrescos, a sonoridade, o coro medieval, um acomodamento gracioso etc., tudo voltado para envolver o visitante, para proporcionar emoção, elevar o espírito e se envolver com o ritual. A Igreja era a maior indústria que contratava os artistas. Com a decadência da realeza, e o surgimento do neoplasticismo, surge a ciência. [...]

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