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História do cinema

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

José Antônio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
artigo
Número de páginas
20 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. História do cinema no Brasil
    1. Cinema X turismo
  3. Conclusão
  4. Referências bibliográficas

Este artigo objetiva analisar a história do cinema no Brasil, identificando os reflexos do mesmo sobre o turismo.
O cinema brasileiro, com algumas exceções, sempre teve uma vertente para falar do nacional ou para ser nacionalista. Isso poderia ser uma das razões pelas quais há um certo repúdio por parte de alguns cinéfilos brasileiros contra o seu próprio cinema. Há, claro, a questão comercial e a falta de bons roteiros, fazendo com que o melhor deste cinema recaía sobre documentários, filmes de cunho realistas e os baseados em fatos reais. Com o subsídio estatal ao cinema brasileiro atual, esse cunho nacionalista agravou-se criando um estigma de filme de ?patriotada?.
A problemática cultural da sociedade contemporânea faz instalar uma nova cultura globalizada, provocada por imagens televisivas, navegação eletrônica ou trânsito de pessoas, dentre outros fatores que, de certo modo, valorizam, no mesmo movimento do tempo/espaço, as culturas locais e as diferenças culturais (étnicas, regionais, de nação, etc).
Essa globalização, ao provocar um repensar o tempo do trabalho e as formas do ócio, faz emergir a questão do lazer. Tal realidade é marcada por crescente incremento da atividade turística, na qual se faz necessário analisar o consumo como um aspecto de estratégias culturais mais amplas de autodefinição e de automação. O turismo instala-se como eixo articulador dessa intersecção e vem se configurando cada vez mais como uma atividade que, por um lado, oferece oportunidades de empregos e é vendida como mercadoria; por outro, suscita as diferenças culturais. Evidencia-se a necessidade de fazer com que o turista mais crítico, aquele que tem em consideração as distintas culturas, venha a ser elo na cadeia de transmissão sobre as qualidades da sociedade visitada; de interpretação e respeito à cultura de cada local.

[...] Neste sentido, observa-se a designação do Cinema Novo Alemão sendo outorgado pela imprensa. Processo próximo aconteceu com a retomada do cinema brasileiro, a mídia encarregou-se de dar nome ao processo. Salientando que a retomada se dá no processo de produção, há que se destacar a não continuidade do ciclo anterior (Embrafilme). Muda-se de paradigma, a intervenção direta do Estado é substituída pela participação das empresas. Para o bem ou para o mal, a dependência de uma política de clientelismo é substituída por uma dependência dos departamentos de marketing das empresas. [...]


[...] A análise do período apresentada por Catani é portanto positiva no sentido de permitir ao cinema nacional uma performance de bilheteria poucas vezes alcançada, mesmo sendo apenas do mercado exibidor (1983, p. 88). Mas, sobretudo pelo vínculo estabelecido entre o cinema brasileiro e as camadas mais populares que garantiam o seu financiamento, conquistava-se uma parcela fiel de mercado, ou seja, em termos de Marketing, um alto grau de fidelização. A Embrafilme (Empresa Brasileira de Filmes surge no cenário do cinema brasileiro sob a égide da ditadura militar, através do Decreto-Lei n(862 de 12 de Setembro de 1969. [...]


[...] A produção do filme nacional passa a ter um canal de distribuição garantido, fato que nos remete à época de ouro do cinema brasileiro, como salientou Paulo Emílio Salles Gomes: Neste período a recém fundada Atlântida foi a companhia de maior importância, criação de Moacir Fenelon, Alinor Azevedo e José Carlos Burle. Estréia com Moleque Tião, filme que deu o tom das primeiras produções: procura de temas brasileiros e relativo cuidado na fatura dos trabalhos. Logo porém predominou a chanchada, particularmente após a associação da Atlântida à poderosa cadeia de exibição de Luís Severiano Ribeiro. [...]

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