Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Hìstoria da rádio

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
comunicação
Faculdade
Pontifícia...

Informações do trabalho

Christiane D.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
10 páginas
Nível
avançado
Consultado
131 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Um breve histórico
  2. A época de ouro do rádio
  3. A intervenção
  4. Radio nacional
  5. As radionovelas
  6. As estrelas do rádio
  7. Um novo rádio

O início da década de 40 observou a maciça entrada de produtos e ideologias norte-americanas em território brasileiro. O ?american way of life?, como ficou conhecido, foi marcado pela promessa ideológica de um desenvolvimento que alcançaria os padrões norte-americanos. Esse período caracterizou-se pelo amplo crescimento do consumo de produtos industrializados norte-americanos.
Com o fim da Primeira Guerra Mundial, os países europeus voltaram a organizar e a desenvolver sua estrutura produtiva. Para isso, acabaram reduzindo as importações de produtos americanos. O ritmo de produção industrial e agrícola dos Estados Unidos continuava a crescer aceleradamente o que acabou gerando um desequilíbrio entre o volume de mercadorias produzidas e o poder aquisitivo dos consumidores. Tal cenário, acabou culminando na quebra da bolsa de Nova York.
Nos Estados Unidos o New Deal foi um plano adotado para minimizar os efeitos do ?crack? da bolsa de Nova York. A série de medidas destinadas à superação da crise foi implantada no início do governo do presidente Franklin Roosevelt (1933-1945) com o intuito de promover a reconstrução moral e econômica dos Estados Unidos através da igualdade, liberdade e o progresso.
Ponto estratégico na disputa com o Eixo, o Brasil transformou-se durante a Segunda Guerra numa das prioridades da política externa americana. Para o presidente Roosevelt, garantir o apoio do país era indispensável para manter a soberania dos Estados Unidos. Para dar seguimento ao plano de sedução, foi criado o Office of the Coordinator of InterAmerican Affairs (OCIAA), dirigido por Nelson Rockefeller proprietário, entre outros bens, da Standard Oil. A agência organizou um verdadeiro "bombardeio ideológico" ao país, divulgando através do rádio, do cinema e das revistas um mundo atraente de consumo e progresso.
O objetivo era promover o estreitamento das relações entre americanos e brasileiros, principalmente através dos meios de comunicação usados como parte da denominada Política de Boa Vizinhança desenvolvida durante o governo Roosevelt.
Preocupado com os empreendimentos norte-americanos na América Latina, especialmente no Brasil, Rockefeller acreditava que o sucesso dependia não apenas da venda de seus produtos por aqui, mas também, da simpatia pelos Estados Unidos e seus valores liberais democráticos.
Sob a ameaça da conquista dos trópicos pelos nazistas, tentou-se atrair a simpatia pelo estilo de vida norte-americano. Nesse jogo, os norte-americanos elogiaram nosso café, nossa música e Carmen Miranda. Desviou-se o foco da Europa que se voltou para os Estados Unidos. O progresso norte-americano, seu cinema, sua indústria, seu moderno estilo de vida eram o centro das atenções.

[...] Além de um importante fator de influência nos hábitos e costumes da população, as radionovelas eram também um importante meio de venda de produtos vinculados a trama e movimentavam altas cifras, o que cumpria os objetivos dos patrocinadores. Com a crescente popularidade, cada vez mais, eram lançadas publicações voltadas para o gênero. As revistas continham integralmente os capítulos das novelas bem como curiosidades a respeito de artistas e forma em boa parte responsável pelo surgimento dos grandes ídolos como Zezé Fonseca e Ísis de Oliveira e mesmo dos fãs-clubes. [...]


[...] A intervenção: A partir da década de 40, com o estreitamento da política da Boa Vizinhança a penetração dos produtos norte-americanos e do ?american way of life? ia ficando cada vez mais evidente. Era através do entretenimento que esses produtos penetravam no dia-a-dia das famílias. As donas de casa eram os principais alvos dos anunciantes que chegavam até esses lares em forma de pasta de dentes, sabonetes, xampus e tinturas para cabelos. Ao mesmo tempo o jornalismo ganhava importância e visibilidade nas rádios, principalmente, a partir da Segunda Guerra Mundial e com a posterior entrada do Brasil no conflito, ao lado dos aliados, em 1942. [...]


[...] A multiplicação de publicações voltadas para o gênero fazia crescer ainda mais essa névoa de histeria em torno dos atores da época. Um novo rádio: Com a inauguração da TV Tupi em São Paulo, em 1950, o radio começa a mudar de rosto. Essa foi uma mudança lenta e gradativa, já que a televisão por muito tempo foi um veículo a que poucos tinham acesso. Mas a partir do surgimento e consolidação da TV como meio de comunicação boa parte dos profissionais de rádio começa a migrar para a TV. [...]

Estes documentos podem interessar a você

Linha Direta: da produção da notícia a análise da dramaturgia do programa

 Artes e mídia   |  Mídia   |  Monografia   |  04/09/2006   |  BR   |   .doc   |   37 páginas

Jornalismo, novas tecnologias e software livre

 Administração e marketing   |  Comunicação   |  Estudo   |  01/12/2006   |  BR   |   .doc   |   25 páginas

Últimos trabalhos mídia

Meios de comunicação em massa: construindo por subjetividade

 Artes e mídia   |  Mídia   |  Estudo   |  12/12/2008   |  BR   |   .doc   |   4 páginas

A história do jornalismo impresso: análise do jornal Agora

 Artes e mídia   |  Mídia   |  Estudo   |  07/10/2008   |  BR   |   .doc   |   6 páginas