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Os primeiros testes do rádio digital no Brasil e a perspectiva para o novo rádio informativo

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
FPM...

Informações do trabalho

Marcos P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
74 páginas
Nível
Para todos
Consultado
173 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. O rádio informativo
  3. As transformações do rádio
  4. O rpadio e a era digital
    1. O que é, afinal, a era digital
    2. O rádio digital e as diversas tecnologias possíveis
    3. O rádio informativo na era do rádio digital
  5. O rádio digital e o Brasil
    1. Primeiros passos
    2. A salvação da AMs
    3. Semelhanças e diferenças com o processo da TV digital
  6. Convergências da mídia
    1. O aparelho de todas as mídias
    2. Som e imagem via internet
    3. O ser humano e o jornalista na era das máquinas
  7. Considerações finais
  8. ReferÊncias bibliográficas

O Rádio Digital, apontado por teóricos e radiodifusores como a salvação das emissoras AM, começa a se tornar uma realidade no mundo e no Brasil. Os primeiros testes no país foram realizados em Porto Alegre em março de 2003. O Ministério das Comunicações já declarou que tão logo se encaminhe o processo da TV Digital vai começar a discussão do Rádio Digital, e como em novembro do mesmo ano foi instituído o Sistema Brasileiro de Televisão Digital, tudo indica que em 2004 as atenções se voltarão para os investimentos necessários, a escolha de um padrão e as especificações técnicas do Rádio Digital. Muito mais do que uma nova tecnologia de emissão e recepção de áudio, a mudança representa uma revolução do fazer do rádio, especialmente do rádio informativo, abrindo possibilidades antes inimagináveis numa mídia de massa, como a interatividade e a possibilidade do ouvinte escolher o que e quando ouvir. É importante notar, ainda, que o Rádio Digital é apenas mais uma revolução de uma Era, a Era Digital, que já provocou mudanças profundas na fotografia, na música, no cinema, nas comunicações pessoais, entre outros. E que, num movimento paralelo a radiodifusão tradicional, crescem as radio webs, as rádios via Internet.

É sempre um risco muito grande se falar do futuro. Louis Lumiére, um dos inventores do cinema, que o diga. Previu que sua invenção não teria sucesso e hoje é uma enorme indústria de entretenimento. Thomas Watson, administrador da IBM, disse em 1943 que ?existe um mercado mundial para talvez cinco computadores?. H.M. Warner, da Warner Brothers, em 1927, queria saber ?quem é que vai querer ouvir os atores falar?". Em 1872 Pierre Pachet, professor de fisiologia em Toulouse, afirmou que "a teoria dos germes de Pasteur é uma ficção ridícula?. E ainda mais longe foi Charles H. Duell, diretor do Departamento de Patentes dos Estados Unidos, em 1899: ?tudo o que podia ser inventado, já o foi?.1
Não é minha pretensão, portanto, escrever sobre o Rádio Digital enquanto a tendência para daqui a 10 ou 20 anos, se tanto. Primeiro porque algumas tecnologias podem estar crescendo mais depressa e, até, à margem do sistema de comunicação tradicional, composto por ondas eletromagnéticas. Depois ? e mais importante ? porque o desenvolvimento da tecnologia é tamanho que em dez anos se evolui vinte, e nos dez seguintes, quarenta (KURZWEILL, 2003). O certo é que o rádio, aqui enquanto mídia, não enquanto tecnologia, não chegará ao seu centenário no Brasil, em 2022, imune a revolução digital.

[...] Importam, agora, a relevância do assunto e o preparo do profissional? AS TRANSFORMAÇÕES DO RÁDIO futuro do veículo está definido por antecipação: ou o rádio entra na Era Digital ou perde seus ouvintes para os aparelhos digitais multiuso, num mercado que tem como base a tecnologia de ponta e oferece cada vez mais qualidade de recepção aos consumidores. No mercado de áudio concorrem, atualmente com o som do rádio, os aparelhos de CD, as fitas cassetes digitais, o minidisc e o Digital Compact Cassete.?(Magnoni pg. [...]


[...] Estima-se que os negócios nesse segmento movimentem 100 bilhões.56 Talvez por isso no Brasil há tanto tempo a Anatel discuta o sistema de TV Digital e deixe o sistema de Rádio Digital à margem, sendo o primeiro teste oficial deste em março de 2003, enquanto o grupo Abert/Set de TV Digital foi criado em 1994 pela ABERT Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, que congrega emissoras de rádio e televisão brasileiras, e pela SET - Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão e Telecomunicações, que congrega empresas e profissionais que atuam nas áreas de engenharia e afins nos campos de Televisão, Telecomunicações, Rádio e Multimídia Disponível em http://www.tvdigital.blogger.com.br Acesso em 23 de dez. [...]


[...] Principalmente porque o Brasil deve adotar um padrão tecnológico que transmita digital na mesma banda e no mesmo canal do analógico, o que limita muito as possibilidades dessa transmissão digital, resumindo-a a uma rádio de qualidade digital, e não Rádio Digital propriamente dito. Mas o crescimento da Internet como meio de distribuição de conteúdo, de um aparelho de todas as mídia como meio de produção e recepção de conteúdo e o aperfeiçoamento das máquinas como produtoras de conteúdo devem ser uma revolução para o rádio ainda maior do que o próprio Rádio Digital. [...]

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