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A biologia da entamoeba histolytica e a amebíase

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

Fabio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
21 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. INTRODUÇÃO
  2. AS AMEBAS
    1. AMEBAS PARASITAS DO HOMEM
    2. AMEBAS ESTRITAMENTE PARASITAS, DA FAMÍLIA ENDAMOEBIDAE
    3. AMEBAS DE VIDA LIVRE EVENTUALMENTE PATOGÊNICAS
  3. BIOLOGIA DA ENTAMOEBA HISTOLYTICA
  4. LOCOMOÇÃO
  5. ALIMENTAÇÃO
    1. Fagocitose
    2. Pinocitose
    3. Absorção através da membrana
  6. METABOLISMO
  7. REPRODUÇÃO (Ciclo Parasitário)
  8. INFECTIVIDADE
  9. IMUNIDADE
  10. PATOGENICIDADE E VIRULÊNCIA
  11. AMEBÍASE
  12. DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA
  13. FONTES DE INFECÇÃO AMEBIANA
  14. TRANSMISSÃO DA AMEBÍASE
    1. Mecanismos de transmissão direta
    2. Mecanismos de transmissão indireta
  15. CONCLUSÃO
  16. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Os flagelados classificados como protozoários cavitários são divididos em dois grupos: as formas semelhantes aos vegetais (fitoflagelados) e as formas semelhantes aos animais (zooflagelados). Os flagelos apresentados pelos flagelados são diferentes dos apresentados por outros principais grupos de protozoários.
Os zooflagelados não possuem clorofila e devem obter seu alimento heterotroficamente. Todos os membros deste grupo têm um ou mais flagelos; alguns membros são capazes de formar pseudópodes. As células são ovóides a alongadas e de modo geral reproduzem-se assexuadamente por fissão binária longitudinal. Uma forma de fissão múltipla ocorre em algumas espécies. A reprodução sexuada é rara. O encistamento é uma forma comum de sobrevivência.
Alguns zooflagelados são de vida livre, enquanto outros são parasitas (endocavitários) e podem causar doenças em seres humanos. A Giardia lamblia está associada à diarréia em crianças e com menor freqüência em adultos. A forma vegetativa (trofozoíta) ou de alimentação possui oito flagelos e uma ventosa ventral por meio da qual fixa-se à mucosa intestinal. É eliminada do intestino e sobrevive na forma de cisto até ser ingerida por um novo hospedeiro. O diagnóstico da doença, denominada giardíase, baseia-se na identificação do cisto nas fezes.
O Trichomonas hominis e o T. vaginalis são outros zooflagelados parasitas que podem ser encontrados no homem. O Trichomonas hominiscausa diarréia, enquanto o T. vaginalis é uma das causas mais comuns de doença sexualmente transmissível no mundo. O último é encontrado no trato urogenital, onde pode causar inflamação com produção de uma secreção purulenta. É transmitido não só por intercurso sexual mas também por meio de material de toalete e toalhas contaminadas. A cada ano, estima-se que 2,5 a 3 milhões de mulheres americanas contraem tricomoníase (infecção por Trichomonas). Na mulher, a T. vaginalis causa vaginite, uma inflamação crônica e irritativa da vagina. Os homens podem possuir o organismo no trato urinário, mas geralmente são assintomáticos. O diagnóstico da doença é feito mediante a observação dos trofozoítas ao microscópio em secreções vaginais e uretrais. Trichomonas vaginalis não apresentam o estágio de cisto e não podem sobreviver fora do hospedeiro.

[...] A entrada de adenina, adenosina, guanosina, uridina e citidina depende de transportadores da membrana, havendo pelo menos quatro sítios de transportes já definidos: adenina-adenosina, adenina-guanosina, uridina- citidina e uridina-guanosina. Uracila, citosina, timina e timidina parecem entrar na célula por difusão passiva. A capacidade de E. histolytica para incorporar esses materiais proporciona-lhe uma vantagem na competição com outras células por tais substratos. Vitamina: Os meios de cultura ultimamente propostos para o desenvolvimento axênico dessa ameba contêm misturas de vitaminas, sem que se saiba quais delas são realmente necessárias. [...]


[...] histolytica que apresentem as características seguintes: capacidade de produzir lesões em animais de laboratório; pronunciado o efeito citopatogênico, in vitro; taxa elevada eritrofagocitose; aptidão para crescer em meios semi-sólidos; ausência de cargas elétricas distribuídas pela superfície, o que facilitaria a interação da ameba com as células de mamíferos, carregadas negativamente; tendência dos trofozoítas a aglutinarem-se em presença de uma lectina, o que significa existirem numerosos receptores diretamente acessíveis contendo glicose e manose, para a fixação às células alvo; perfil enzimático típico. [...]


[...] O diagnóstico da doença é feito mediante a observação dos trofozoítas ao microscópio em secreções vaginais e uretrais. Trichomonas vaginalis não apresentam o estágio de cisto e não podem sobreviver fora do hospedeiro. Um outro grupo de zooflagelados são parasitas da corrente sangüínea portanto, são denominados hemoflagelados. Estes são os tripanossomas que são responsáveis por algumas doenças humanas. Os tripanossomas são caracterizados por apresentarem um corpo em forma de folha e um flagelo que é fixado à célula por uma membrana ondulante que se estende ao longo e além do corpo da célula. [...]

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