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A moléstia Hanseníase

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
biologia
Faculdade
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Informações do trabalho

Victor Fernandes Do Nascimento M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
12 páginas
Nível
Para todos
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Etiologia
  2. Epidemiologia
  3. Patogênese
  4. Imunidade
  5. Formas clínicas
  6. Quadro clínico
  7. Reações hansênicas
  8. Diagnóstico
  9. Tratamento

A Hanseníase é uma doença muito antiga, tendo relatos dela desde 4.000 anos antes de Cristo, no Egito Antigo. Nas Américas, a Hanseníase se espalhou através do ?descobrimento?. No Brasil, a Hanseníase veio com os colonizadores e escravos. A Hanseníase é causada pelo agente etiológico Mycobacterium leprae de baixa patogenicidade.A infecção acomete de preferência a pele, o sistema nervoso periférico, podendo também invadir as mucosas nasais, orofaríngeas e laríngeas, olhos e vísceras, sendo poupado somente o sistema nervoso central. Etiologia : O Mycobacterium leprae, pertence à ordem Actinomycetales e à família Mycobacteriaceae, é um bastonete gram positivo, álcool-ácido- resistente.Os bacilos de Hansen podem estar dispostos isoladamente ou em grupos, constituindo formações globosas denominadas globias.Essa conformação em globias é característica deste bacilo, sendo importante para distingui-lo de outro microorganismo com morfologia e coração parecida.
Os bacilos de Hansen podem apresentar-se corados uniformemente (bacilos sólidos) ou irregularmente (bacilos granulosos ou fragmentados).
Os bacilos sólidos representam as bactérias vivas, enquanto os granulosos, as bactérias mortas. A proporção entre os bacilos sólidos e granulosos em um esfregaço, índice morfológico (IM), permite uma avaliação periódica dos pacientes, possibilitando verificar o aparecimento de resistência a medicamentos ou abandono do tratamento

[...] A baciloscopia é geralmente positiva na fase aguda da doença, encontrando-se bacilos em grande número, principalmente em material de lesões cutâneas. Com a cessação do surto, a baciloscopia torna-se negativa e o teste de Mitsuda, positivo. Nos casos com baciloscopia positiva a reação de Mitsuda é negativa. Hanseníase Virchowiana A Hanseníase Virchowiana caracteriza-se pela ausência de resistência à penetração, à multiplicação e à disseminação do Mycobacterium leprae em todo o tegumento cutâneo, estendendo-se a infecção à mucosa nasal e faríngea, aos olhos, as víceras e aos nervos periféricos. [...]


[...] Deve-se ressaltar que não há meios de cultura adequados para o crescimento do Mycobacterium leprae Tratamento Os medicamentos mais utilizados atualmente no tratamento específico da hanseníase são as sulfonas,a rifampicina e a clofazimina. Sulfonas: Na atualidade tem-se dado preferência ao emprego da denominada sulfona-mãe ou dapsona; tem sobre os outros derivados da sulfona a vantagem de ter baixo custo e por ser administrada por via oral. É um medicamento bastante efetivo para o tratamento de hanseníase, pois combina eficácia com baixo custo. [...]


[...] é o Sudeste, porém a situação agravou-se mais na região Nordeste. A Hanseníase até pouco tempo era considerada uma doença que somente acometia humanos, porém foram descritos casos em chimpanzés, macacos e tatu, que podem ser os transmissores indiretos da doença. Atualmente, a maior prevalência da Hanseníase se encontra no Sudeste Asiático, seguido de regiões da África e das Américas. O Brasil é o segundo país com o maior número de casos registrados, estando atrás apenas da Índia. No Brasil, após a assinatura do compromisso para a eliminação da Hanseníase, em 1991, houve uma redução da prevalência de em decorrência das altas por cura, no entanto, houve um aumento na detecção de casos novos em mais de 100%. [...]

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