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Histologia da pele

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
biologia
Faculdade
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Informações do trabalho

Victor Fernandes Do Nascimento M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
15 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A derme
  2. A epiderme
  3. Inervação
  4. Os pêlos
  5. As glândulas sebáceas
  6. As unhas
  7. Estrutura
  8. Circulação na pele

A pele é o maior órgão do corpo humano. Ela consiste em duas camadas de origens diferentes, que se encontram firmemente aderidas uma à outra. A camada externa é o EPITÉLIO estratificado escamoso queratinizado, derivado do ecto-derma. O mesmo não possui vasos sangüíneos e, em conseqüência deve ser nutrido por líquido tissular originário da Segunda e mais interna camada da pele, a qual consiste em tecido conjuntivo, de origem mesenquimal e que possui vasos sangüíneos: a derme.
A porção mais profunda da epiderme consiste em células epiteliais vivas, que proliferam durante todo o período de vida. Como resultado, as células epiteliais estão continuamente sendo levadas para a superfície, e à medida que as mesmas se afastam de sua fonte de nutrientes (a derme), morrem e transformam-se em material endurecido, a queratina.
A pele é comumente classificada em dois tipos: espessa e delgada. Esses termos se referem à espessura da epiderme e não da pele. A pele espessa reveste as palmas das mãos e as palmas dos pés; o remanescente do corpo é revestido por pele delgada.
Abaixo da derme existe uma camada de tecido conjuntivo mais frouxo; a fáscia superficial, ou hipoderme, a qual, em muitos locais, é em grande parte transformada em tecido adiposo subcutâneo.
O sistema tegumentar desempenha certo número de funções: protege contra lesões físicas, químicas e biológicas; impede a perda de água, serve como um grande receptor para as sensações gerais (dor, pressão, tato, temperatura); protege contra a radiação ultravioleta; converte moléculas precursoras em vitamina D; funciona na regulação térmica; e excreta certas substâncias, através das glândulas sudoríparas. Além disso, certas substâncias hipossolúveis são absorvidas através da pele (propriedade aproveitada na administração de certos agentes hipossolúveis terapêuticos para a pele.
A epiderme está especializada em alguns locais para formar os anexos da pele: pêlos, unhas e glândulas. Suas células produzem a proteína fibrosa, queratina e a melanina (pigmento que protege contra a radiação ultravioleta). A epiderme dá origem às glândulas que produzem uma secreção aquosa, o suor e outra secreção oleosa, o sebo.

[...] corpúsculos tótus (de Mussner) - freqüentes na derme da palma da mão e da planta dos pés. São estruturas alongadas que se dispõem em algumas papilas dérmicas. Essas terminações nervosas também são classificadas como encapsuladas, pois são envoltas pelo tecido conjuntivo. corpúsculo de Krauser - é freqüente na pele, mucosas da boca, órgão genitais. Apresenta-se como uma dilatação com terminações nervosas ramificadas envoltas por cápsulas conjuntivas. corpúsculo de Ruffini - é semelhante ao de Krauser, porém, é um pouco mais achatado. [...]


[...] Próximo da superfície da pele ela tem todas as camadas epidérmicas da pele fina, sendo revestida por queratina mole. Porém no interior do folículo, a bainha radicular externa torna-se mais delgada, e na base do folículo. Onde a bainha circunda a matriz germinativa, sendo contínua com ela, possui apenas uma camada de células; o estrato basal ou germinativo da epiderme. Na periferia da bainha radicular externa, situa-se a membrana vétria; membrana basal espessa, fortemente cosinófila. Ela é parte da derme, e serve para separar a porção de tecido epitelial do tecido conjuntivo do folículo piloso. [...]


[...] O suor funciona também como um importante fator na regulação da temperatura, na medida em que a pele é resfriada na evaporação do suor. II) Glândulas sudoríparas apócrinas Estas glândulas desenvolvem-se a partir da mesma invaginação da epiderme que dá origem ao folículo piloso, sendo que o seu ducto se abre num nível acima do ducto da glândula sebácea. Nos humanos elas estão distribuídas na axila, na aréola, no mamilo da glândula mamária, ao redor do ânus e ao redor da genitália externa. [...]

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