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Herpes genital

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
enfermagem
Faculdade
UNIP

Informações do trabalho

Milton Junio C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
11 páginas
Nível
avançado
Consultado
354 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Patogenia
  2. Patógenos relacionados
  3. Meio de transmissão
  4. Período de incubação
  5. Sinais e sintomas
  6. Tratamento
  7. Dagnosticos de enfermagem e prescrições de enfermagem

A infecção pelo tipo 2 ocorre após o início da atividade sexual. Ulceração peniana devido à infecção herpética é o tipo mais freqüente de ulceração genital, vistas nas clínicas de infecção gênito- urinária. As úlceras que podem ser precedidas por um mal-estar, são mais freqüentes na glande, prepúcio e base do pênis. São dolorosas e podem durar de 2 a 3 semanas se não tratadas. Em homossexuais do sexo masculino, o herpes simples é comum na área perianal e pode estender-se até o reto. Em indivíduos HIV positivos, a ulceração pode se tornar crônica. Na mulher, lesões ocorrem nagenitália externa e mucosa da vulva, vagina e cérvix. Dor e disúria são comuns. Infecção da cérvice pode progredir para cervicite grave ulcerativa.
Quando a pessoa tem um passado de infecção por HSV-1, ocorre uma diminuição na gravidade da infecção pelo HSV-2, diminuindo o curso clínico e reduzindo os sintomas sistêmicos.
A infecção é feita pelo contato direto ou por gotículas da orofaringe. A maioria das infecções é subclínica. A infecção inicial pelo HSV-1 geralmente ocorre nas células da orofaringe. A boca e os lábios são o sítio mais comum do herpes orofacial. No herpes genital, o vírus se replica no trato vaginal ou no pênis. O vírus penetra no organismo
através da pele e das mucosas com abrasões. As lesões herpéticas características são resultado da lise de células infectadas e da resposta inflamatória. A lise celular ocorre pelo efeito direto do vírus e/ou pela resposta imune. Como efeito direto, o vírus induz aumento das células e degeneração do núcleo celular da camada do epitélio intermediário e parabasal. As células também perdem membrana e formam sincícios, com posterior lise. A lise celular por reação imune é promovida por linfócitos T citotóxicos e por anticorpos neutralizantes associados ao complemento. O fluido vesicular contém grandes quantidades de vírus, células inflamatórias e debris celulares. As da derme não são destruídas e as lesões curam sem cicatrizar. Nas membranas mucosas, onde não existe camada córnea, as lesões se rompem logo após serem formadas. Os vasos linfáticos drenam o sítio da infecção primária e os nódulos linfáticos comumente aumentam. As lesões primárias tendem a ser mais intensas. Algumas vezes o vírus se dissemina por via sistêmica para muitos órgãos. A infecção disseminada fatal decorre da necrose de tecido das supra-renais, fígado, baço, pulmões e algumas vezes o SNC, promovendo encefalie. O cérebro dos pacientes com encefalite fatal demonstra área de necrose tanto na massa branca como na cinzenta. Inclusões intranucleares são observadas algumas vezes em neurônios e oligodendrócitos. Raramente, o vírus na infecção primária em gestantes pode promover doença congênita. Pode causar doenças graves em pacientes imunossuprimidos. Após a infecção primária, o HSV se desloca pelos nervos sensoriais até o gânglio sensorial correspondente. Os gânglios trigeminal, cervical e sacral abrigam o vírus no estado latente.

[...] INDICAÇÕES Tratamento de infecções por Herpes zoster. Supressão (prevenção de recidivas) de infecções recorrentes por Herpes simplex em pacientes imunocompetentes. CONTRA-INDICAÇOES O Aciclovir é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida a esta substância. PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS Todos os pacientes devem ser orientados para assegurar que evitem a potencial transmissão do vírus, particularmente quando estiverem presentes lesões ativas. Mutagenicidade: os resultados de uma grande série de testes in vitro e in vivo indicam que o Aciclovir não representa um risco genético para o homem. [...]


[...] qsp 1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, amido glicolato de sódio, amido de milho pré-gelatinizado, estearato de magnésio e sílica anidra coloidal INFORMAÇÕES TÉCNICAS Características químicas e farmacológicas O Aciclovir é um nucleosídeo sintético análogo da purina com atividade inibitória in vitro e in vivo contra o vírus do herpes humano, incluindo Herpes simplex vírus (VHS) tipos 1 e Varicella zoster vírus vírus Epstein Barr (VEB) e Citomegalovirus (CMV). Em culturas celulares, o Aciclovir tem maior atividade antiviral contra VHS-1, seguido (em ordem decrescente de potência) por VHS-2, VVZ, VEB e CMV. [...]


[...] POSOLOGIA Tratamento de Herpes zoster em adultos: Dois comprimidos de Aciclovir 400 mg, cinco vezes ao dia, com intervalos de aproximadamente 4 horas, omitindo-se as doses noturnas. O tratamento deve ter uma continuidade de 7 dias. A administração das doses deve ser iniciada tão cedo quanto possível, após o início da infecção; o tratamento proporciona melhores resultados se for iniciado assim que aparecerem as erupções cutâneas. Supressão de herpes simples em adultos: Muitos pacientes podem ser convenientemente controlados com um regime de 400mg 2 vezes ao dia, com intervalos de aproximadamente 12 horas. [...]

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