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Acidente vascular cerebral ou acidente cerebrovascular

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
enfermagem
Faculdade
centro...

Informações do trabalho

Maurycio J.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
29 páginas
Nível
avançado
Consultado
1216 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Exame físico
  2. Fisiopatologia da doença
  3. Medicamentos utilizados
  4. Processo de enfermagem

Um acidente vascular cerebral (AVC), um acidente cerebrovascular ou o que está sendo atualmente chamado de ?ataque cerebral? consiste na perda súbita da função cerebral em decorrência da ruptura do aporte sanguíneo para uma região do cérebro. Em geral, esse evento é o resultado da doença cerebrovascular de longa duração. O AVC é o principal problema neurológico nos Estados Unidos e no mundo.

Os acidentes vasculares cerebrais podem ser divididos em duas categorias: não-hemorrágicos (85%) e hemorrágicos (15%). Um AVC não-hemorrágico ou isquêmico geralmente resulta de um dos três eventos: 1) trombose (um coágulo sanguíneo dentro de um vaso sanguíneo do cérebro ou pescoço); 2) embolia cerebral (um coágulo sanguíneo ou outro material transportado para o cérebro a partir de outra parte do corpo); 30 isquemia (diminuição do fluxo sanguíneo para uma área do cérebro). Um AVC hemorrágico é uma hemorragia cerebral (ruptura de um vaso sanguíneo cerebral com sangramento para dentro do tecido cerebral ou dos espaços que circundam o cérebro). Em ambos os tipos de acidente vascular cerebral, o resultado é uma interrupção no suprimento sanguíneo para o cérebro, causando perda temporária ou permanente do movimento, pensamento, memória, fala ou sensação. Embora os esforços de prevenção tenham gerado um declínio constante em sua incidência nos últimos anos, o AVC constitui a terceira causa principal de morte.

Acidentes vasculares cerebrais isquêmicos
Os acidentes vasculares cerebrais isquêmicos são subdivididos em cinco tipos diferentes: trombose de grandes artérias (20%), trombose de pequenas artérias perfurantes (25%), acidente vascular cerebral embólico cardiogênico (20%), criptogênio (30%) e outros (%).
Os acidentes vasculares cerebrais trombóticos de grandes artérias devem-se à aterosclerose dos grandes vasos sanguíneos dentro do cérebro. A formação de trombo também pode acontecer, e, em conjunto com a aterosclerose, há uma redução no aporte sanguíneo para a área, resultando em isquemia e infarto.
Os acidentes vasculares cerebrais trombóticos de pequenas artérias perfurantes afetam um ou mais vasos e constituem o tipo mais comum de acidente vascular cerebral isquêmico. Os acidentes vasculares cerebrais trombóticos de pequenas artérias também são chamados de acidentes vasculares cerebrais lacunares, em razão da cavidade que é criada quando o tecido cerebral infartado se dissipa.
Os acidentes vasculares cerebrais cardiogênicos estão associados a arritmias cardíacas, usualmente a fibrilação atrial. Os êmbolos originam-se a partir do coração e circulam até a vasculatura cerebral, resultando em um acidente vascular cerebral (mais amiúde na artéria cerebral média esquerda). Os acidentes vasculares cerebrais embólicos podem ser evitados com o uso da anticoagulação em pacientes com fibrilação atrial.
As duas ultimas classificações dos AVCs isquêmicos são os acidentes vasculares cerebrais criptogênicos, que não apresentam etiologia conhecida, e os outros AVCs, decorrentes de causas como vasoespasmo, uso de cocaína, enxaquecas e coagulopatias.

[...] Use cuidadosamente nos casos de glaucoma de ângulo fechado, hipertrofia prostática e durante a gestação ou lactação. Reações Adversas: reações anticolinérgicas (taquicardia, palpitações), náusea, boca seca, distúrbios gastrointestinais, retenção urinária, distúrbios visuais, tosse, exarcebação dos sintomas, cefaléia, reações de hipersensibilidade( angio-edema, broncoespasmo, anafilaxia, edema na orofaringe, urticária). Interação: Beta-adrenérgicos e derivados da xantina: possível intensificação do efeito do broncodilatador. BEROTEC ( Broncodilatador) 5 gotas 6/6 horas Usos: VO e Inalatório. Indicação: Antiasmático e broncodilatador. Inalação por aerossol, inalação oral (adultos): 0,2-0,4mg, repetida até 4 vezes por dia. [...]


[...] Os êmbolos originam-se a partir do coração e circulam até a vasculatura cerebral, resultando em um acidente vascular cerebral (mais amiúde na artéria cerebral média esquerda). Os acidentes vasculares cerebrais embólicos podem ser evitados com o uso da anticoagulação em pacientes com fibrilação atrial. As duas ultimas classificações dos AVCs isquêmicos são os acidentes vasculares cerebrais criptogênicos, que não apresentam etiologia conhecida, e os outros AVCs, decorrentes de causas como vasoespasmo, uso de cocaína, enxaquecas e coagulopatias. Acidentes vasculares cerebrais hemorrágicos Os AVCs hemorrágicos constituem o resultado do sangramento para dentro do tecido cerebral ou para dentro de um espaço, como o espaço subaracnóide. [...]


[...] PROCESSO DE ENFERMAGEM O paciente que se recupera de um acidente vascular cerebral A fase aguda do acidente vascular cerebral pode durar de 1 a 3 dias, mas monitorização contínua de todos os sistemas orgânicos é essencial enquanto o paciente necessitar de cuidados. O paciente com AVC está sujeito a múltiplas complicações, incluindo o descondicionamento e outros problemas musculoesqueléticos, dificuldades de deglutição, disfunção vesical ou intestinal, incapacidade de realizar o autocuidado e a ruptura da pele. Depois que o AVC termina, o tratamento focaliza o inicio imediato da reabilitação para quaisquer déficits. [...]

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