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Colelitiase

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
enfermagem
Faculdade
centro...

Informações do trabalho

Maurycio J.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
12 páginas
Nível
avançado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Definição
  2. Chaves
  3. Tipos de criptografia em relação ao uso de chaves
  4. Criptografia por chave secreta
  5. Principais algoritmos que utilizam chave secretas
  6. Criptografia por chave pública
  7. Principais algoritmos que utilizam chave públicas
  8. Criptografia simétrica x criptografia assimétrica
  9. Autenticação comum e verificação de integridade
  10. Código de autenticação de mensagens
  11. Assinaturas digitais

A colelitíase é conhecida popularmente pelo termo ?pedra na vesícula biliar?. Esta doença comum ainda causa dúvidas sobre seu diagnóstico e tratamento.
Os cálculos biliares ocorrem em aproximadamente 10% da população adulta, sendo formados em 85% dos casos por cálculos de colesterol. O risco de apresentar esta patologia aumenta com a idade, mas adultos jovens também podem manifestá-la associada com outras doenças como a anemia hemolítica.
É mais comum em mulheres em todas as idades, sendo duas vezes mais freqüente nestas do que em homens. Gestações múltiplas e o uso de anticoncepcionais orais estão associados ao aumento do risco de desenvolvimento de cálculos.
A obesidade é outro fator que afeta a prevalência desta doença. A bile, secreção armazenada na vesícula biliar, permanece supersaturada de colesterol, levando ao aumento do risco de desenvolver cálculos biliares.
Os demais 15% dos cálculos são ditos pigmentares, associados a anemia, cirrose, infecções e situações em que o paciente permaneça ou necessite de jejum prolongado.
A grande maioria da população com diagnóstico de colelitíase permanece assinto-mática, ou seja, não manifesta sua doença; algumas nem mesmo terão diagnóstico. Apenas 1 a 2% dos pacientes desenvolvem sintomas anualmente, sendo chamada então colelitíase sintomática. Os sintomas constituem-se de dor abdominal, principalmente à direita, conhecida como cólica biliar, sensação de estufamento após as refeições gordurosas, náuseas e eventualmente vômitos. A dor tende a ser severa, ocorrendo algumas horas após as refeições.
Destes pacientes com cólica biliar, 3 a 5% desenvolvem complicações associadas a doença que incluem a colecistite aguda e a pancreatite, entre outras.
O diagnóstico pode ocorrer incidentalmente por raio-x ou ecografias obstétricas. O melhor exame para confirmação da suspeita diagnóstica é a ecografia abdominal, confirmando os cálculos em 95% dos casos.

[...] Estimular o paciente ao retorno às atividades habituais em poucos dias ( 7 dias na maioria dos casos). Ficar atento a quaisquer complicações provenientes da cirurgia ou outros. Cuidados de enfermagem: É preciso que o profissional oriente o paciente e seus familiares de maneira adequada quanto à: Apresentar febre constante (acima de 38oC) Começar a ficar com a pele ou os olhos amarelos Tiver náuses e vômitos Sangrar a ferida operatória continuamente Aumento da dor abdominal ou o abdomen inchar. [...]


[...] Reações adversas > 10% Hipotensão, fadiga, sedação, tontura, náuseas e vômitos, constipação intestinal, fraqueza, liberação de histamina. De a 10% Nervosismo, cefaléia, agitação, malásia, confusão, anorexia, cãimbra estomacal, xerostomia, espasmo biliar, espasmo uretral, retenção urinária, dor no local da injeção, dispnéia, encurtamento da respiração. < Alucinações, aumento da pressão intracraniana, depressão mental, estimulação SNC paradoxal, íleo paralítico, dependência física e psicológica, erupção cutânea, urticária. Esses efeitos são dependentes de dose e ocorrem mesmo em tratamentos de curta duração. Podem ser controlados com medidas sintomáticas. [...]


[...] Hipersensibilidade à droga e a outros antiinflamatórios não esteroidais. Gravidez e lactação. Crianças menores de 14 anos. Efeitos adversos: Desconforto abdominal, anorexia, náusea, constipação, flatulência, diarréia, indigestão, sangramento gastrointestinal, perfuração e úlcera. Estomatite. Cefaléia, tonturas, sonolência, insônia, depressão, nervosismo, alucinações, alterações de humor, pesadelo, confusão mental, parestesia e vertigem. Broncoespasmo, urticária, angioedema, rash cutâneo, vasculite e doença do soro. Anemia, trombocitopenia e púrpura não trombocitopênica. Distúrbios hepáticos, incluindo icterícia e hepatite. Interações: Aumenta o risco de ulceração e hemorragia gastrointestinal quando associado a outros antiinflamatórios não esteroidais e altas doses de salicilatos. [...]

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