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o câncer de mama

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
enfermagem
Faculdade
centro...

Informações do trabalho

Maurycio J.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
15 páginas
Nível
avançado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Exame físico
  2. Fármacos
  3. O câncer de mama
  4. Tratamento
  5. Fatores de risco
  6. Câncer de mama recorrente
  7. Diagnostico de enfermagem

O câncer de mama propriamente dito é um tumor maligno. Isso quer dizer que o câncer de mama é originado por uma multiplicação exagerada e desordenada de células, que formam um tumor. O tumor é chamado de maligno quando suas células tem a capacidade de originar metástases, ou seja, invadir outras células sadias à sua volta. Se estas células chamadas malignas caírem na circulação sangüínea, podem chegar a outras partes do corpo, invadindo outras células sadias e originando novos tumores. Já os tumores chamados benignos não possuem essa capacidade. Eles possuem um crescimento mais lento, não ultrapassando um certo tamanho, além de não se espalharem por outros órgãos. Também são comuns na região das mamas. Inclusive, a maioria dos nódulos que aparecem nessa região são tumores benignos, como os cistos e os fibroadenomas, por exemplo. Os cistos são nódulos dolorosos e aumentam antes da menstruação. Os fibroadenomas não se transformam em câncer, e, se necessário, podem ser facilmente retirados através de uma pequena cirurgia, geralmente feita com anestesia local. Os tumores benignos não se transformam em câncer.
A grande preocupação, portanto, é com os tumores malignos, como o câncer de mama, que crescem rapidamente e sem dor. Devem ser diagnosticados o mais rápido possível para evitar a perda da mama ou mesmo lesões maiores. O melhor meio para se diagnosticar o câncer de mama é a mamografia, que é capaz de detectar o tumor antes mesmo que ele se torne palpável. Quando o diagnóstico é feito dessa forma, ainda no início da formação do tumor, as chances de cura se tornam muito maiores, descartando a necessidade de retirada da mama para o tratamento. Apesar de ser um método eficaz, a mamografia não descarta o auto-exame e o exame feito pelo ginecologista ou mastologista, já que alguns nódulos, apesar de palpáveis, não são detectados pela mamografia. A mamografia é um exame simples, com aparelhos de Raio X especialmente desenvolvidos para isso, onde a mulher coloca os seios entre duas placas de acrílico, que irão comprimir um pouco a mama. A compressão da mama é requisito essencial para o sucesso do exame, portanto, deve-se evitar o período anterior ao da menstruação, quando as mamas ficam um pouco doloridas, o que causará um certo incômodo na hora do exame. Recomenda-se que ele seja feito aproximadamente uma semana após o período menstrual. A título preventivo, esse exame deverá ser feito anualmente a partir dos 50 anos, ou, se houver casos na família, desde os 40 anos de idade. O exame não é prejudicial à saúde, sendo que a radiação recebida é pouco maior do que a de uma radiografia dos pulmões.

[...] Venho a ressaltar o alto astral em que a paciente se encontrava, estando com fáscie alegre, satisfeita com o sucesso da cirurgia, bastante empenhada em realizar seus auto cuidados ( tomar banho, escovar dentes, ir ao banheiro) e anciosa a espera da alta hospitalar e da nova fase de sua vida (fisioterapia, aparência, limitações . ) Exames laboratoriais: Hemograma: Hematócrito: 38,5% Hemoglobina: 12,2g/dl Hemácias: 4,39milhões/mm3 Volume corpuscular médio: 87,6u3 Concentração de hemoglobina: 31,6% Leucometria total: 3200/mm3 Neutrófilos: Blastos: Pró mielócitos: Miélocitos: Metamielócitos: Bastões: Segmentados: 26% Basófilos: Eosinófilos: Linfócitos: 72% Linfócitos atípicos: Monócitos: Exame de urina: Ausência de crescimento de microorganismos patogênicos. [...]


[...] TRATAMENTO A cirurgia para o tratamento do câncer de mama pode ser conservadora ou radical. Será conservadora quando retira apenas uma parte da mama (quadrantectomia), e será radical quando retira toda a mama. O tipo de cirurgia varia de caso para caso. No caso da retirada parcial, a cirurgia deverá ser complementada pela radioterapia.A radioterapia é um tratamento à base de aplicação de radiação direcionada ao tumor ou ao local deste e tem por objetivo, se antes da operação, reduzir o tamanho do tumor, e se após, evitar a volta da doença. [...]


[...] Ações de enfermagem: Promover mobilidade e movimentação ideal, explicando o problema e o objetivo de cada exercício. Se possível, o auxilio de um fisioterapeuta para estar indicando e acompanhando cada exercício. Estar atento à circulação do membro afetado. Encorajar à paciente a utilização do membro afetado quando possível, como por exemplo para a realização de atividades do auto cuidado e tarefas do lar, a fim de evitar o linfedema e atrofias do tecido. Déficit no auto cuidado: Estado em que o individuo experimenta uma capacidade prejudicada para realizar ou completar por si mesmo atividades como: tomar banho, limpar partes intimas do corpo, vestir-se, arrumar-se, alimentar ou ate mesmo realizar atividades básicas da vida diária. [...]

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