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Parto pretermo

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
enfermagem
Faculdade
centro...

Informações do trabalho

Maurycio J.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
31 páginas
Nível
avançado
Consultado
879 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
3
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  1. Incidência
  2. Etiologia
  3. Fatores de risco para o parto pretermo
  4. Fisiopatologia
  5. Predição do risco de parto pretermo
  6. Conduta
  7. Via de parto
  8. Cuidados de enfermagem

A prematuridade, não obstante os grandes avanços científicos e os enormes progressos tecnológicos que ocorreram na medicina nas ultimas décadas, com repercussões marcantes na obstetrícia, persiste como um grande problema médico, humano e social; um imenso desafio. Suas taxas, ainda elevadas, permanecem quase que estáveis, principalmente nos países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, como é o caso do Brasil.
A prematuridade é ainda a causa de maior morbidade e mortalidade perinatal. Dos 8 milhões de crianças com mentos de 1 ano de vida que morrem anualmente, dois terços, ou seja, 6 milhões, morrem no período perinatal.
Dados da OMS mostraram a mortalidade perinatal de 29,6 para 1.000 nascidos vivos. Considerando-se esses índices e o fato de que o numero de nascidos vivos no Brasil é superior a 3 milhões, estima-se que mais de 90.000 fetos e RN morrem anualmente no período perinatal. É, indiscutivelmente, uma catástrofe humana, medica e social.
Ressalta-se, ainda que as implicações da prematuridade não se restringem às suas repercussões imediatas ? taxas elevadas de mortalidade perinatal -, mas continuam por muito tempo, às vezes por toda a vida: seqüelas físicas e mentais permanentes.
O atendimento imediato ao prematuro, idealmente em unidades de terapia intensiva, sabidamente escassas no nosso país, é mais difícil, exige equipe médica mais preparada, é muito mais oneroso e os resultados são insatisfatórios e muito aquém do desejado. Sua permanência no hospital é prolongada e dispendiosa. Após sua alta, ele continua exigindo cuidados especiais e, não raro, reinternações.
Aproximadamente 45% dos casos de prematuridade decorrem de parto prematuro com as membranas amnióticas integras; 30% em conseqüência da rotura prematura das membranas amnióticas; em 25% o parto pretermo é induzido, como solução para complicações maternas e/ou fetais.

[...] O colo curto, visto na ultra-sonografia realizada no segundo trimestre, foi um método de valor na predição do parto pretermo espontâneo com 32 semanas ou menos de gestação. Cerca de 59% das 6.877 gestantes com colo igual ou inferior a 15mm tiveram parto pretermo. A ultra-sonografia endovaginal permite observar modificações nas membranas amnióticas; de planas elas tomam a forma de U ou Y. Alterações dos marcadores bioquímicos Cada vez mais, ganha espaço na predição do parto pretermo o registro de alterações em determinados marcadores bioquímicos. [...]


[...] Diagnóstico de trabalho de parto pretermo As medidas inibitórias só se justificam quando se comprova o diagnostico de trabalho de parto. Na pratica, com certa freqüência, institui-se a terapêutica inibitória em pacientes que não estão em trabalho de parto. São inibições desnecessárias e até prejudiciais. O diagnostico correto do parto pretermo, repetimos, nem sempre é fácil e feito de imediato. Os parâmetros entre o falso e o verdadeiro trabalho de parto, clinicamente, não são bem caracterizados, o que torna difícil um diagnóstico precoce e correto. [...]


[...] A incidência de parto pretermo foi mais elevada nas gestações que permaneciam em pé por muito tempo comparado com as gestantes de vida sedentária Trabalhos árduos, cansativos, como levantar objetos pesados, ou que exijam permanecer em pé por muito tempo, são relacionados como possíveis fatores de risco de parto pretermo; falta, no entanto, sua comprovação estatística Condições socioeconômicas e culturais Pobreza, miséria, ignorância, analfabetismo são parceiros constantes de outros fatores de risco. Associam-se a alimentação deficiente, trabalho excessivo, cuidados de higiene deficiente, maior freqüência de infecções genitais e cuidados pré-natais deficientes ou ausentes. [...]

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