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Modificações fisiológicas no organismo da gestante

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
enfermagem
Faculdade
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Informações do trabalho

PAULA R.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
10 páginas
Nível
avançado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Leucemias crônicas

INTRODUÇÃO

Algumas dessas alterações que ocorrem durante a gravidez estão entre as mais significativas que o corpo humano pode sofrer. Algumas dessas alterações começam mesmo antes que a mulher tome consciência de que está grávida. As modificações fisiológicas ajudam a mulher a adaptar-se à gravidez, manter sua saúde durante toda a gestação e preparar-se para o nascimento do seu filho.

As modificações fisiológicas associadas a gestação podem ser sutis ou marcantes, podem ser desconfortáveis, principalmente para a mulher primípara, até mesmo causar medo. As primeiras fases da gravidez causam várias alterações fisiológicas (sinais e sintomas) que fazem parte das modificações que ocorrem na gestante. À medida que o feto cresce e o perfil hormonal se modifica, o corpo da mulher passa por adaptações fisiológicas em todos os sistemas do organismo, visando principalmente à adaptação ao feto e a preparação do nascimento.

SISTEMA REPRODUTOR

As estruturas reprodutoras externas afetadas pela gravidez são os grandes e os pequenos lábios, o clitóris e o intróito vaginal. Essas estruturas crescem devido ao aumento da vascularização; os grandes e pequenos lábios também podem aumentar devido à deposição de gordura. Embora essas estruturas diminuam após o nascimento do bebê, nem sempre voltam ao estado ao estado pré-gestacional devido a perda do tônus muscular ou à lesão do períneo. Por exemplo, após o nascimento os grandes lábios permanecem separados ligeiramente entreabertos. Além disso, varizes podem ser causadas pela pressão aumentada nos vasos das regiões perineal e perianal.

- Ovários: essa estrutura produz estrogênio e progesterona, até que a placenta esteja formada e funcionando normalmente. Em torno de 8 a 10 semanas de gestação, a placenta assume a produção desses hormônios e o corpo lúteo, que não é mais necessário, entra em involução.

- Útero:

? No primeiro trimestre, o útero alonga-se e cresce em resposta ao níveis elevados de estrogênio e progesterona. Essa estimulação hormonal causa principalmente hipertrofia e hiperplasia mínima. Essas alterações aumentam a quantidade de tecidos fibrosos e elástico em mais de 20 vezes. Após 12 semanas de gestação o útero piriforme em geral atinge o nível da sínfise púbica e, então, pode ser palpado pela parede abdominal.
? No segundo trimestre, o corpo e o fundo uterinos assumem uma forma globular e , à medida que a gravidez avança, o útero alonga-se e torna-se oval. As paredes uterinas adelgaçam à medida que os músculos se distendem; o útero eleva-se da pelve, inclina-se para a direita e apóia-se contra a parede abdominal anterior. Com 20 semanas de gravidez, o útero pode ser palpado pouco abaixo do umbigo e atinge o nível da cicatriz umbilical em torno da 22ª semana.À medida que os músculos uterinos se distendem, pode haver contrações de Braxton Hicks, que ajudam a transportar o sangue mais rapidamente pelos espaços intervilosos da placenta.
? No terceiro trimestre, o fundo do útero chega praticamente ao nível do processo xifóide. Entre a 38ª a 40ª semana de gestação, o feto começa a descer para a pelve (encaixamento), fazendo com que a altura do fundo do útero diminua. O formato do útero continua oval. Suas paredes musculares tornam-se cada vez mais fina a medida que o útero cresce. Na gravidez a termo (40ª semna), o útero em geral pesa cerca de 1.100 g, contém 5 a 10 l de líquido e mede 28x24x21 cm. Á medida que o feto e a placenta se desenvolvem, os vasos sanguíneos e linfáticos do útero aumentam em quantidade e calibre. Os vasos devem dilatar-se para acomodar o aumento do fluxo sanguíneo enviado ao útero e à placenta.
? Alongamento e amolecimento do istmo: após 8 semans de gravidez, o istmo amolece e pode ser comprimido durante o toque vaginal ou retovaginal. Essa compressão conhecida como sinal de Hegar, é um dos sinais mais precoces e importantes da gravidez.
? Alterações da cérvice: além do amolecimento (sinal de Goodell), a cérvice adquire uma coloração azulada (sinal de Chadwick) durante o segundo mês de gestação e pode sangrar facilmente durante o exame ou a atividade sexual.

[...] Essa supressão também pode ser responsável pela ocorrência mais freqüente de resfriados e outras infecções virais. SISTEMA NEUROLÓGICO Na maioria das gestantes, as alterações neurológicas são temporárias e desaparecem após o parto. Os distúrbios funcionais conhecidos como neuropatias de encarceramento afetam o sistema nervoso periférico e são devidos à compressão mecânica, exemplos: Meralgia parestésica: sensação de picadas e dormência na superfície antero-lateral da coxa, ocorre quando o nervo cutâneo femoral está encarcerado na região dos ligamentos inguinais. Marcante no final da gravidez. Pois o [...]


[...] O volume corrente (quantidade de ar inalado e exalado) aumenta durante toda a gravidez, em conseqüência dos níveis aumentados da progesterona e da ampliação das excursões diafragmáticas; a gestante pode respirar 30% a 40% mais ar do que conseguia antes de engravidar. Na gravidez a termo, o volume por minuto (quantidade de ar expirado por minuto) aumenta em cerca de 50%. SISTEMA CARDIOVASCULAR O coração cresce ligeiramente durante a gravidez, por certo devido aos aumentos do volume sanguíneo e débito cardíaco. [...]


[...] Glândula hipófise: dois hormônios secretados pela hipófise anterior, tireotropina e hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) alteram o metabolismo materno, para que a gestação possa progredir. Os níveis da prolactina, que é outro hormônio produzido pela hipófise anterior, aumentam durante toda a gravidez, preparando a gestante para a lactação. A hipófise posterior libera dois hormônios importante na gravidez, a vasopressina (hormônio antidiurético ou ADH) ajuda a controlar o balanço hídrico por sua ação antidiurética, enquanto a ocitocina estimula o trabalho de parto e ajuda na lactação. [...]

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