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A adesão dos técnicos e auxiliares de enfermagem ao uso do equipamento de proteção individual (EPI) e sua relação com a prevenção e controle de infecção hospitalar

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
FACULDADE...

Informações do trabalho

Sancler R.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
37 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Revisão bibliográfica
    1. Um panorama histórico sobre a enfermagem
    2. Memória histórica da enfermagem no Brasil
    3. O profissional de enfermagem
    4. Infecção hospitalar (IH)
    5. Norma regulamentadora 6 (NR-6)
    6. A antissepsia ou lavagem das mãos
  3. Metodologia
  4. Resultados e análise dos resultados

Observa-se que os auxiliares e técnicos de enfermagem muitas vezes enfrentam situações laborais inapropriadas não as considerando, entretanto, como perigosas, mesmo que as evidências científicas mostrem a presença de vários agentes de riscos nos ambientes de trabalho. Os profissionais de saúde deve conhecer todos os aspectos que contribuem para o surgimento das infecções e adotar medidas que estabeleçam ambiente biologicamente seguro para os pacientes e para toda a equipe. Aprofundar sobre as causas da adesão ou não dessa classe de profissionais é de grande relevância para a diminuição dos riscos de infecção hospitalar. Assim sendo, foi elaborada uma pesquisa do tipo exploratória, bibliográfica e de campo, cujo principal objetivo foi de analisar o grau de utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI's), por parte dos auxiliares e técnicos de enfermagem que trabalham no Hospital _____, e suas conseqüências, para apresentar ações de melhoria. O resultado confirmou uma triste realidade, ou seja, a não adesão dos auxiliares e técnicos de enfermagem ao uso de EPI's na instituição.

Esse estudo traz reflexões sobre a adesão ou não adesão dos técnicos e auxiliares de enfermagem ao uso de equipamentos de proteção individual, relacionados às medidas de prevenção e controle de infecção hospitalar.
Historicamente infecção hospitalar é tão antiga quanto a existência dos agrupamentos de pessoas doentes. Seu combate continua sendo, ainda nos dias de hoje, um desafio na área de saúde.
Ignaz Phillip Semmelweis, há mais de 150 anos foi quem descobriu o que causava a febre puerperal em mulheres, atendidas por estudantes de medicina que continham matéria cadavérica nas mãos por as lavarem inadequadamente.
De acordo com Fernandes (2000) foi a partir dos resultados de seus experimentos, que ele determinou que todo estudante ou médico proveniente da sala de anatomia era obrigado a lavar as mãos com solução de água clorada, antes de atender os pacientes.
Baseados em fundamentos epidemiológicos esta foi a primeira medida profilática estabelecida em uma instituição de saúde. O problema vivenciado por Semmelweis no que refere as condições dos recursos humanos nos hospitais, seu preparo e sua conscientização ainda é o mesmo. Estudos demonstram a baixa adesão dos profissionais da área de saúde às medidas preventivas (TIPLE et al, 2003, online).
Nos Estabelecimentos de Assistência a Saúde (EAS) os profissionais de enfermagem estão expostos a riscos biológicos, os físicos, os químicos, os psicossociais, e ergonômicos, como também, estão sujeitos a condições inadequadas de trabalho, carga horária excessiva, etc., e geralmente eles não adotam as informações, orientações fundamentadas no conhecimento científico, isto, se a receberam. Tais precipitações predispõem contribuem para o aumento da infecção hospitalar, bem como, para o crescimento dos risco no trabalho, se não forem adotadas as medidas corretas. (ROBAZZI; HARZIALE, 2004, online).
Auxiliares e técnicos de enfermagem muitas vezes enfrentam situações laborais inapropriadas não as considerando, entretanto, como perigosas, mesmo que as evidências científicas mostrem a presença de vários agentes de riscos nos ambientes de trabalho.
Em um trabalho realizado no Ambulatório do Trabalhador da Universidade Federal do Paraná analisou 491 prontuários no período de Abril a Dezembro de 2004. Os dados foram coletados mediante Ficha de Acompanhamento de Acidente com Material Biológico e mostram que a maioria dos sujeitos pertence ao sexo feminino (80,4%) a categoria auxiliar de enfermagem foi a que mais entrou em contato com fluídos biológicos (46%). (SARQUIS et al, 2005, online).
Outro fator que deve ser levado em conta em relação ao confronto com essas práticas discutíveis, tanto para auxiliares quanto para técnicos de enfermagem, é a possibilidade do envolvimento dos riscos coletivos e não apenas individuais.
O paciente, em algumas práticas, é o mais suscetível quando ocorre negligência dos processos de descontaminação adequadas ao uso dos artigos.
Após o surgimento da síndrome de imuno-deficiência adquirida (SIDA) ou AIDS, a literatura especializada em controle de infecção vem abordando insistentemente, a necessidade de conscientização dos profissionais da área de saúde, o que resultaria em mudança de comportamento para o uso de medidas preventivas.(TIPLE et al., 2003, online).
O exercício das práticas em saúde dar-se a partir da adoção de medidas preventivas, conduzindo ao entendimento da necessidade de desmistificar o controle de infecção, tornando-o acessível a todos, e juntamente, os princípios e pressupostos da segurança de trabalho relacionados ao risco biológico.
A formação profissional não pode sofrer indissociabilidade do controle da infecção e as práticas em saúde, pois realizar um procedimento significa adotar as medidas preventivas pertinentes.
Diante desse cenário surge o seguinte questionamento: os auxiliares e técnicos de enfermagem do Hospital _______, utilizam adequadamente os Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) em suas atividades profissionais diárias?
Deste modo, para responder ao questionamento levantado foi elaborada uma pesquisa exploratória, cujo objetivo geral foi de: analisar a adesão e a não adesão dos auxiliares e técnicos de enfermagem ao uso de EPI's e suas conseqüências, no Hospital _____ para propor ações de melhoria. Para operacionalizar o objetivo geral foram levantados os seguintes objetivos específicos: Caracterizar o perfil dos trabalhadores, auxiliares e técnicos de enfermagem; Evidenciar quais os motivos da não adesão aos EPIs; Enumerar os riscos individuais e coletivos quanto ao uso incorreto do EPI; Definir uma maneira para ensinar o controle de infecção para auxiliares e técnicos de enfermagem.
Destarte, foram analisados diversos aspectos, tentando evidenciar o porquê da não adesão aos equipamentos de proteção individual, suas conseqüências, motivos para não utilização entre outros.

[...] Assim, quanto ao objetivo a pesquisa foi classificada como do tipo exploratória, pois teve como principal objetivo proporcionar maior intimidade com os problemas inicialmente levantados, a fim de torná-los mais claro e como descritiva porque teve a finalidade de estudar as características de um grupo de auxiliares e técnicos do Hospital em relação a adesão ou não dos EPIs. Quanto aos procedimentos utilizados foi tipificada como bibliográfica, pois, foi fundamentada em uma revisão bibliográfica, que segundo Gil (2002), é aquela elaborada a partir de material já publicado, constituído principalmente de livros, artigos de periódicos e também de material disponibilizado na Internet, que culminou na apresentação de sugestões de melhorias para o Hospital e como de campo, pois, procurou muito mais que o aprofundamento das questões propostas do que a simples distribuição das características da população segundo determinada variáveis. [...]


[...] Helen de Lima ou acadênmicas: Carla Poltronieri; Erotides Alves Ferreira; Fabiana Braga Vieira Ondani; Kênia Escramin Nunes; Michelle Vilas Bôas Holzbach; Priscilla Rosa de Aquino. Informações sobre a pesquisa Título do Projeto: A Adesão dos Técnicos e Auxiliares de Enfermagem ao uso do Equipamento de Proteção Individual (EPI) e sua Relação com a Prevenção e Controle de Infecção Hospitalar Pesquisador Responsável: Ms. Helen de Lima Telefone para contato: Pesquisadores Carla Poltronieri; Erotides Alves Ferreira; participantes: Fabiana Braga Vieira Ondani; Kênia Escramin Nunes; Michelle Vilas Bôas [...]


[...] Semmelweis, um dos pioneiros em controle de Infecção Hospitalar reduziu as taxas de infecção puerperal através da determinação do ato de lavagem das mãos com ácido clórico, após as necropsias e antes do atendimento a partos. (FERNANDES, 2000) (Tiple et al online). De acordo com Fernandes (2000) o reflexo tardio dos trabalhos pioneiros de Semmelweis e Florence Nightingale, foram de suma importância para formação do hospital moderno que, são considerados como seguro para o exercício profissional de clínicos, cirurgiões, enfermeiros entre outros, podendo afinal somar esforços para a recuperação da saúde humana. [...]

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