Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Angina do peito

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
CESPA

Informações do trabalho

ESMERALDO M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Para todos
Consultado
404 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Definição e história natural
  2. Avaliação clínico-laboratorial dos pacientes com dor torácica
  3. Classificação clínica da dor torácica
  4. Avaliação não-invasiva
  5. Angina típica ao esforço
  6. Taquicardia ventricular sintomática ou sustentada
  7. Cintilografia de perfusão miocárdica e ecocardiografia de estresse
  8. Avaliação invasiva

A doença cardíaca isquêmica é, sabidamente, uma das principais causas de morte nos países desenvolvidos. Assim, um em cada cinco óbitos é provocado por doença arterial coronariana nos Estados Unidos, onde se estima uma incidência anual acima de 800 mil infartos do miocárdio. Também em nosso meio a doença cardíaca isquêmica tem importância clínica de destaque. Em Minas Gerais, durante o ano de 1996, as doenças cardiovasculares foram responsáveis por cerca de 1/3 das 100 mil mortes ocorridas, sendo que a doença arterial coronariana foi a principal causa individual de morte neste grupo. Boa parte dos pacientes com doença coronariana apresenta-se inicialmente com manifestações de isquemia miocárdica crônica: estima-se entre seis e 16 milhões de norte-americanos apresentam angina de peito estável crônica, custando ao sistema de saúde norte-americano mais que 20 bilhões de dólares ao ano.

A abordagem de problema de tamanha magnitude exige a definição de estratégias que permitam, simultaneamente, oferecer as modalidades terapêuticas disponíveis ao maior número de pacientes tratáveis e reconhecer indivíduos de baixo risco, que devem ser poupados de intervenções potencialmente iatrogênicas. Tais estratégias vem sendo definidas, nos últimos anos, em diversos documentos de consenso (ou diretrizes) e em guidelines de conduta clínica, desenvolvidos sob os auspícios das grandes sociedades cardiológicas mundiais. Alguns conceitos básicos permeiam estes textos. O primeiro deles é a constatação de que os recursos financeiros dos sistemas nacionais de saúde são finitos e devem ser racionalizados. Desta maneira, é fundamental reconhecer que existem pacientes com diferentes perfis de risco: a probalidade intrínseca, pré-teste, da existência ou não da doença coronariana interfere na performance diagnóstica do teste realizado. Como exemplo, lembramos que um teste ergométrico com alterações isquêmicas do segmento ST é um preditor fraco de doença coronariana em uma mulher jovem, assintomática e sem fatores de risco, embora possa indicar uma elevada probalidade de isquemia miocárdica em um homem com dor torácica atípica e dois fatores de risco coronarianos. Por fim, mas não menos importante, é reconhecer que existem, na doença arterial coronariana, outros paradigmas além da tradicional visão anatômica, valorizando a importância dos aspectos funcionais, neurohumorais e moleculares. O prognóstico e, conseqüentemente, a necessidade de intervenção, é determinado tanto pela presença de lesões anatômicas nas coronárias como pela presença de isquemia aos testes funcionais, entre outras variáveis.

[...] Em qualquer um dos dois métodos, o estresse pode ser provocado através do esforço ou por meio de medicamentos (dobutamina ou vasodilatadores). O estresse físico deve ser utilizado sempre que o paciente puder realizar esforço máximo em esteira ou bicicleta, já que permite obter também informações acerca da resposta cardiovascular global ao esforço. O estresse farmacológico é preferido quando o paciente não pode realizar o esforço ou quando o uso dos medicamentos é mais conveniente, como na pesquisa de viabilidade miocárdica pelo ecocardiograma de estresse ou na cintilografia de perfusão miocárdica em pacientes com bloqueio completo de ramo esquerdo. [...]


[...] A identificação destas condições que aumentam o risco individual de um paciente com angina estável conseqüentemente, o benefício alcançável pela revascularização é uma etapa crucial na avaliação do paciente com dor torácica anginosa. Avaliação clínico-laboratorial dos pacientes com dor torácica O exame clínico é a etapa mais importante da avaliação do paciente com dor torácica anginosa, permitindo ao clínico estimar, com grande acuidade, a possibilidade de existência de doença coronariana significativa. Uma anamnese cuidadosa permite classificar a dor torácica como angina típica, angina atípica ou não-cardíaca (tabela conforme a sua identificação maior ou menor com o quadro característico de dor torácica anginosa, o que auxiliará na conduta a ser tomada. [...]


[...] Considerando-se este problema, foram publicados nos últimos anos, pelas sociedades americanas e européias de cardiologia, forças-tarefa guidelines de conduta no paciente com angina de peito 3,5. Definição e história natural Define-se angina de peito como síndrome clínica caracterizada pelo desconforto no tórax, mandíbula, ombros, dorsos ou membros superiores, tipicamente provocada pelo esforço ou estresse emocional e aliviada por repouso ou nitratos. A dor anginosa, que dura geralmente de 2 a 10 minutos, é geralmente em "peso" ou "aperto", podendo se apresentar com desconforto ou queimação, mas quase nunca como pontada, não se modificando com a respiração ou a posição. [...]

Estes documentos podem interessar a você

Nitrato

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo   |  07/11/2006   |  BR   |   .doc   |   10 páginas

Doenças infecto contagiosas

 Biologia e medicina   |  Veterinária   |  Dissertação   |  09/07/2008   |  BR   |   .doc   |   54 páginas

Mais Vendidos enfermagem

Sistema cardiovascular

 Biologia e medicina   |  Enfermagem   |  Palestra   |  13/10/2006   |  BR   |   .ppt   |   56 páginas

Doenças microbianas do sistema cardiovascular e linfático

 Biologia e medicina   |  Enfermagem   |  Palestra   |  02/10/2006   |  BR   |   .ppt   |   72 páginas