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Bomba muscular da panturrilha na insuficiência venosa crônica

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
CESPA

Informações do trabalho

ESMERALDO M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
14 páginas
Nível
Para todos
Consultado
137 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Resumo
  2. Introdução
  3. Objetivo
  4. Material e Método
  5. Discussão
  6. Conclusão
  7. Referências Bibliográficas

A Insuficiência Venosa Crônica (IVC) é conseqüência de dificuldade no retorno venoso devido à presença de refluxo, obstrução ou deficiência na ação da bomba muscular da panturrilha, a qual atua como um coração periférico (15). Existem vários corações periféricos, mas a bomba muscular da panturrilha é o mais importante e o mais estudado (14). Desde então sabemos que sua insuficiência (disfunção) associa-se a IVC. Numerosos estudos utilizaram a medida da Pressão Venosa Ambulatória (PVA) para análise hemodinâmica das alterações que ocorrem na IVC, refletindo, entretanto o comportamento de todas as forças funcionais envolvidas nesta disfunção, sendo por isto, incapaz de separar os vários fatores que resultam na elevação da PVA(15). Porém somente na década passada (8) é que foi desenvolvido a pletismografia a ar, tornando possível avaliar e quantificar as alterações funcionais deste coração periférico, nos trazendo novos conceitos sobre a fisiopatologia da IVC.

A bomba muscular da panturrilha é imprescindível no retorno venoso durante a atividade física, não só por drenar o sangue ativamente contra a gravidade, mas também por reduzir a pressão intravenosa no dorso do pé (medida da PVA) de cerca de 100 mmHg devido ao peso da coluna hidrostática de sangue durante o ortostatismo em repouso, para valores entre zero e 30 mmHg durante a sua ação, gerando reduções cíclicas da pressão venosa, evitando a hipertensão venosa sustentada, sendo este o fator mais importante na preservação do tecido celular subcutâneo e da pele nas extremidades inferiores, que são os órgãos-alvo da hipertensão venosa crônica (15).

[...] Chronic ulcer of the leg: clinical history. BR MED J 1987;294:1389 Camerota Aj, Harada RN, Eze, AR, Katz Ml. Air Plethysmography: A clinical review. Int Angiol 1995; 14: 45 Christopoulos DC, Nicolaides Na et al. Air Plethysmography and the effect of elastic compression on venous haemodynamics of the leg. J VASC SURG 1987; 5:148 Christopoulos DC, Nicolaides Na et al. Pathogenesis [...]


[...] Resultados: Tabela 1 Distribuição de Sexo por Grupo Tabela 2 Média de Idade e Altura por Grupo Tabela 3 - Média Dos Parâmetros Hemodinâmicos Por Grupo (ml/seg.) Análise de Variância FEV = Fração de esvaziamento venoso VVT = Volume venoso total IEV = Índice de enchimento venoso FE = Fração de ejeção VE = Volume ejetado FVR = Fração do volume residual (Correlação com pressão venosa ambulatória) n = Número de pacientes Tabela 4 - Fração de Esvaziamento Venoso A GRUPO 4 GRUPO 3 GRUPO 2 GRUPO 1 GRUPO 0 DUNCAN= Método de comparações múltiplas para detectar diferença entre médias dos diferentes grupos (todos grupos são homogêneos) Tabela 5 - Volume Venoso Total A B GRUPO 0 GRUPO 1 GRUPO 2 GRUPO 3 GRUPO 4 DUNCAN= Método de comparações múltiplas para detectar diferença entre médias dos grupos Tabela 6 - Índice de Enchimento Venoso A B C DUNCAN= = Método de comparações múltiplas para detectar diferença entre médias dos grupos Tabela 7 - Fração de Ejeção A B C DUNCAN= = Método de comparações múltiplas para detectar diferença entre médias dos grupos Tabela 8 - Volume Ejetado A B C DUNCAN= = Método de comparações múltiplas para detectar diferença entre médias dos grupos Tabela 9 - Fração do Volume Residual A B C D GRUPO GRUPO GRUPO GRUPO GRUPO GRUPO GRUPO GRUPO DUNCAN= = Método de comparações múltiplas para detectar diferença entre médias dos grupos Tabela 10 - Estado do Sistema Venoso Profundo por Grupo (em GRUPO GRUPO GRUPO GRUPO GRUPO Tabela 11 - Estado do Sistema Venoso Superficial (Veia Safena Magna) por Grupo (Em Sem REFLUXO = Sistema Venoso Superficial Patente e Competente Refluxo TE = Veia Safena Magna Com Refluxo Em Toda Extensão Refluxo BJ = Veia Safena Magna Com Refluxo Abaixo Do Joelho Refluxo AJ = Veia Safena Magna Com Refluxo Acima Do Joelho Refluxo JSF = Refluxo Somente Ao Nível Da Junção Safeno-Femoral Refluxo NO = Veia Safena Magna Com Refluxo Segmentar Não Ostial Discussão: A pletismografia a ar foi desenvolvida por Christopoulos e Nicolaides na década passada Ela se tornou um importante instrumento de quantificação de alterações funcionais (hemodinâmicas), nos permitindo mensurar o volume venoso total (em ml) da panturrilha e o volume ejetado (em ml) pela bomba muscular. [...]


[...] Pressão Venosa Ambulatória A fração do volume residual se correlaciona linearmente com a PVA além disto, temos uma idéia global de como a bomba muscular da panturrilha reage ao aumento do volume venoso e do refluxo (15). Como já descrito em outras publicações quanto maior a PVA, maior a incidência de ulceração. O problema é que a medida da PVA não separa todos os fatores hemodinâmicos envolvidos em sua apresentação final, a saber: volume venoso, refluxo, obstrução e desempenho da bomba muscular (16). [...]

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