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Hipertensão: um sinal, um fator de risco e uma doença.

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
enfermagem
Faculdade
centro...

Informações do trabalho

Maurycio J.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
12 páginas
Nível
avançado
Consultado
838 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Tratamento
  2. Fatores de risco maiores
  3. Lesão em órgãos-alvo ou doenças cardiovasculares
  4. Classificação em grupos, de acordo com o fator de risco individual
  5. Crise hipertensiva
  6. Características clínicas
  7. Princípios gerais do tratamento
  8. Insuficiência cardiaca congestiva

Oficialmente, a hipertensão é definida como uma pressão arterial sistólica superior a 140mmHg e uma pressão diastólica maior que 90mmHg durante um período sustentado.
O diagnóstico de hipertensão deve basear-se na média de duas ou mis mensurações da pressão arterial, obtida em dois ou mias contatos como o profissional de saúde, depois de uma avaliação inicial.
A hipertensão é por vezes chamada de ?o assassino silencioso?, porque as pessoas que a têm mostram-se, com freqüência, isentas de sintomas. No mais recente estudo nacional (1991 a 1994), um total de 32% das pessoas que portavam pressão superior a 140/90mmHg não estavam cientes de uma elevação da pressão arterial. Uma vez identificada à pressão arterial elevada deve ser monitorizada a intervalos regulares, porque a hipertensão é uma condição para o resto da vida.
A hipertensão pode ser vista como três entidades: um sinal, um fator de risco para doença cardiovascular aterosclerótica e uma doença. Como um sinal, os profissionais de saúde usam a pressão arterial para monitorizar o estado clínico do paciente; uma pressão elevada pode indicar uma dose excessiva de medicação vasodilatadora ou outros problemas. Como um fator de risco, a hipertensão contribui pra a velocidade co que a placa aterosclerótica se acumula dentro das paredes vasculares. Quando considerada com uma doença, a hipertensão é um importante contribuinte para a morte por doença cardíaca, renal e vascular periférica.
A elevação prolongada da pressão arterial lesiona, eventualmente, os vasos sanguíneos por todo o corpo, principalmente nos órgãos-alvo, como coração, rins, cérebro e olhos. Dessa maneira, as conseqüências usuais da hipertensão prolongada e descontrolada são o infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, insuficiência renal, acidentes vasculares cerebrais e comprometimento visual. Além disso, o ventrículo esquerdo do coração torna-se aumentado, à medida que ele trabalha pra bombear o sangue contra a pressão elevada.
Os fatores de risco para hipertensão são: idade avançada, histórico familiar, peso corporal excessivo, estilo de vida sedentário, ingesta aumentada de sódio.
Embora a etiologia exata para a maioria dos casos de hipertensão não possam ser identificada, compreende-se que a hipertensão é uma condição multifatorial. Como a hipertensão é um sinal, é mais provável que ela possua muitas causas, exatamente como a febre apresenta muitas causas. Para que a hipertensão ocorra, deve haver uma alteração em um dos fatores na equação de pressão arterial: resistência periférica ou débito cardíaco. Para que a hipertensão aconteça, deve haver um problema com os sistemas de controle que monitorizam ou regulam a pressão, além de uma ou mais alterações nos fatores na equação da pressão arterial. Mutações em genes isolados foram identificadas para alguns tipos muito raros de hipertensão, porém acredita-se que a maioria dos tipos de pressão arterial elevada seja poligênica.
Diversas hipóteses sobre as bases fisiopatológicas da pressão arterial elevada estão associadas ao conceito de hipertensão como uma condição multifatorial. Diante da superposição entre essas hipóteses, é provável que os aspectos de todas elas se mostrem, eventualmente, corretos

[...] Evitar imobilização prolongada pelo risco de trombose venosa e embolia pulmonar. A prescrição de exercícios deve ser individualizada, de acordo com o grau da IC e a idade do paciente, em nível que não produza sintomas. Um programa domiciliar de caminhadas pode ser a melhor opção para evitar as conseqüências negativas, tanto fisiológicas quanto psicológicas, da inatividade. Apesar da maioria dos especialistas recomendar algum nível de atividade física, até o momento não foi realizado qualquer grande teste clínico randomizado e controlado avaliando benefícios da atividade física regular sobre o uso de medicamentos, redução da hospitalização ou mortalidade. [...]


[...] Classificação em grupos, de acordo com o fator de risco individual: Grupo A sem fatores de risco e sem lesões em órgãos-alvo Grupo B presença de fatores de risco (não incluindo diabete mellitus) e sem lesão em órgãos-alvo Grupo C presença de lesão em órgãos-alvo, doença cardiovascular clinicamente identificável e/ou diabete mellitus. Medidas comprovadamente eficazes no tratamento: Redução do peso corporal; Redução da ingestão de sódio; Maior ingestão de alimentos ricos em potássio (feijões, ervilha, vegetais de cor verde-escuros, banana, melão, cenoura, beterraba, frutas secas, tomate, batata inglesa e laranja); Redução do consumo de bebidas alcoólicas; Exercícios físicos aeróbicos regulares (30 minutos de caminhadas diárias); Medidas associadas: Parar de fumar; Controlar o colesterol; Promover suplementação de cálcio; Controlar o diabetes; Promover uma dieta rica em fibras; Adotar medidas antiestresse (meditação, massagem, ioga, tai chi chuan, pescaria, trabalhos manuais, trabalhos voluntários, etc); Evitar drogas que elevem a pressão (antiinflamatórios, anticoncepcionais, antidepressivos, anti-histamínicos, cocaína, moderadores de apetite, etc). [...]


[...] A manutenção da atividade sexual pode contribuir para aumentar a auto- estima e melhorar a qualidade de vida do paciente. O ato sexual corresponde a um dispêndio de energia equivalente a subir escada com 18 degraus. Os pacientes devem evitar atividades sexuais: Quando cansados ou tensos. Após atividades que despendam muita energia. Após as refeições principais. Quando muito sintomáticos. Trabalho As principais diretrizes relacionadas ao trabalho são: Pacientes que exerçam atividades que exigem grandes esforços devem, sempre que possível, ser remanejados para atividades mais amenas. O afastamento definitivo do trabalho [...]

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