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História da alimentação

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
enfermagem
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Laís V.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
5 páginas
Nível
avançado
Consultado
0 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
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  1. Alimentação e o Estilo de Vida
  2. Diferentes Tipo de Alimentação
  3. Os Cereais, Pães, Bolachas de Trigo e Bolos
  4. A Alimentação e a Medicina no Mundo Antigo
  5. Dieta e Alimentação
  6. Características Naturais e Aritificiais dos Alimentos edas Bebidas
  7. A ALimentação do Homem Saudavel
  8. A Alimentação do Homem Doente

Os gregos estabeleceram uma separação entre alimentos e bebidas consumidos, como também consumíveis. Há alimentos aos deuses onde os mortais não tenham o direito de tocar bebidas e alimentos de vida, que são para renovar a imortalidade dos deuses. Também nutrem se de um terceiro alimento as exalações (fumaça) onde são queimados certas partes de animais (bois,carneiros,cabras ou porcos) os quais são consumidos por eles mesmos. Sendo os ossos, gorduras e certas vísceras fornecidas aos imortais. Uma tradição onde Prometeu foi um herói que enganou Zeus em beneficio dos homens.

Um deus que se deixasse atrair pelo odor da carnes e comesse como os homens , perderia sua natureza divina e desceria ao nível de um humano. Inversamente, o homem que fosse autorizado a comer dos alimentos reservados a um deus ou a uma deusa, ganharia a imortalidade, uma natureza semelhante ou igual a dos deuses.

Para um grego, os homens são ?comedores de pão? e consumidores de cereais (cevada e trigo) cozidos, de uma maneira ou de outra. Essa alimentação distingue os gregos não apenas dos povos não-agricultores, mas também daqueles que cultivam consomem outros tipos de cereais.

[...] É claro que esse elogia da cocção esta estreitamente ligado ao conceito da digestão, ela própria considerada uma cocção doa alimentos. A ALIMENTAÇÃO DO HOMEM DOENTE A alimentação prescrita ao doente visa recuperar-lhe a saúde, o que o médico obtém associando a alimentação aos outros elementos da dietética, aos remédios ou a cirurgia; em certos casos, a alimentação pode até se revelar a única medicina eficaz. Conhecemos assim muitas dietas alimentares especificas, sobretudo graças aos tratados clínicos da antiguidade concernentes, por exemplo, á hidropisia, à febre, às diferentes formas de loucura, às doenças renais ou à convalescença depois de intervenções cirúrgicas. [...]


[...] A concepção predominante da digestão dá uma grande importância à cocção, que transforma os alimentos em suco, em líquidos mais ou menos densos ou viscosos. Porque são mais rapidamente cozidos, absorvidos ou evacuados, os alimentos úmidos e quentes, moles, pouco compactos, são considerados mais fáceis de digerir, mas menos nutritivos. As qualidades especificas dos alimentos (seco, úmido, quente, frio, de fácil digestão, indigestos etc.) contudo, não basta descobrir as propriedades naturais dos alimentos, pois elas se revelam instáveis; elas podem ser acentuadas, atenuadas ou transformadas pelas condições do meio e pela preparação e pelo tratamento culinário. [...]

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