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Síncope: do diagnóstico ao tratamento

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
CESPA

Informações do trabalho

ESMERALDO M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
20 páginas
Nível
Para todos
Consultado
334 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Definição da Importância Clínica, Epidemiologia
  2. Fisiopatologia da Síncope
  3. Causas da Síncope/Tipos
  4. Aumento da resistência cérebrovascular, como nos casos de hipertensão intracraniana, hiperventilação
  5. Avaliação Diagnóstica: O Valor da História Clínica, Exame Físico e ECG Basal
    1. A História Clínica e o Exame Físico
    2. Massagem do Seio Carotídeo (MSC)
    3. O Papel do Eletrocardiograma
    4. Propedêutica Complementar da Síncope
    5. Eletrocardiografia Dinâmica (Holter) e Monitor de Eventos
    6. Teste Ergométrico
    7. ECG-Ar
    8. Estudo Eletrofisiológico
    9. Teste de Inclinação
    10. Testes Neurológicos
  6. Tratamento do Paciente com Síncope
  7. Conclusão
  8. Bibliografia

A síncope é definida como a perda súbita e transitória da consciência, com perda do tônus postural e com recuperação espontânea(1). Toma-se essencial este conceito, já que isto, por si só, define os caminhos a serem seguidos, tanto para o diagnóstico, como para o tratamento.

Apesar de ser um problema clínico freqüente, nos ambulatórios e nos serviços de pronto atendimento, a abordagem do paciente com síncope, continua inadequada, levando-o, não raras vezes, a uma série de exames complementares desnecessários e caros, ditados pela sua clínica.

A síncope responde por cerca de 3% dos atendimentos em serviços de emergência(2) e a 1% das internações hospitalares. A sua real incidência geral, é difícil de ser estabelecida, já que as casuísticas provém de diferentes serviços: emergências (de hospital geral e cardiológicos), hospitais gerais, hospitais ou clínicas de cardiologia, além da falta de critérios uniformes, para o seu diagnóstico e definição de causas

É também difícil, avaliar-se a sua real mortalidade. Embora muito artificial, é costume dividir-se a síncope em: de origem cardíaca, de origem não cardíaca e de origem desconhecida. Isto tem o mérito de lembrar que, enquanto a síncope de origem cardíaca, carrega consigo uma alta mortalidade, em todas as séries (algo em torno de 30%), a síncope de origem não cardíaca, tem uma mortalidade muito baixa (varia de zero a 12%). Deve-se estar atento para o fato de que, a despeito de uma baixa mortalidade, a síncope de origem não cardíaca, tem uma taxa de recurrência importante.
Estima-se que de 12 a 48% dos adultos, ditos saudáveis, já apresentaram um episódio sincopal em suas vidas. Na população dos pacientes com síncope, a recurrência é, em média de 30% em 3 anos, sendo mais alta para os pacientes psiquiátricos (até 50% dos casos). Embora com mortalidade baixa, mas considerando que o quadro sincopal pode levar o paciente a ter lesões, pela perda do tônus postural, há que se educar o paciente, neste sentido, sem alarmá-lo.

[...] A tosse, ocasiona elevação da pressão intratorácica, que transmitida ao espaço subaracnóideo com a súbita diminuição do retomo venoso, levarão à redução do fluxo sangüíneo cerebral e à síncope. Também, e menos freqüentemente, tem sido descritos casos de síncopes precipitados por espirros. A síncope da deglutição resulta de impulsos originados no tubo digestivo superior, através dos nervos glossofaríngeo e vago. Ocorre, na maioria dos casos, em pacientes com doenças do esôfago (divertículo, megaesôfago, espasmo esofageano) ou do coração -infarto, grandes crescimentos de câmaras cardíacas, calcificação de estruturas do ração). [...]


[...] 1961; 30:418- Day SC, Cook EF, Funkenstein et al. Evaluation and outcome of emergency room patients with transient loss of consciousness. Am J Med. 1982;73:15- Kapoor WN. Evaluation and management of syncope. JAMA. 1992; 268:2553- Kramer MR, Drori Lev B. Sudden death in young soldiers: high incidence of syncope prior to death. Chest. 1988; 93:345- Pathy MS. Clinical presentation of miocardial infarction in the elderly. Br Heart J. 1967;29:190- Grech, E. D., and Ramsdale, D. R.: Exertional syncope in aortic stenosis. [...]


[...] Por outro lado, o diagnóstico e tratamento corretos ajudam a prevenir as recurrências conseqüentemente, diminuem a morbidade, e mortalidade Fisiopatologia da Síncope Sabemos que o Sistema Nervoso Central tem um mecanismo de autoregulação, que o protege quanto às eventuais flutuações do fluxo sangüíneo cerebral, de tal forma que para níveis de pressão arterial média que vão de 60 a 140 mm Hg, este fluxo mantém-se constante. O fluxo sangüíneo cerebral depende, basicamente, da pressão arterial média e da resistência cérebrovascular. [...]

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