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Comunicação terapêutica

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFPE

Informações do trabalho

DIEGO H.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
16 páginas
Nível
Especializado
Consultado
928 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Comunicação terapêutica
  2. Comunicação facilitadora
  3. Dimensões do relacionamento
  4. Impasses terapêuticos
  5. Transgressão de limites
  6. Superação dos impasses terapêuticos

Para o ser humano, a doença é a quebra da harmonia orgânica, interferindo, com todos os setores da sua vida, especialmente na convivência com os familiares mais próximos. Quando a hospitalização se faz necessária, o indivíduo é retirado de seu ambiente familiar e no hospital encontra um mundo completamente estranho, onde rotinas e normas rígidas controlam e determinam suas ações. A equipe de enfermagem procura amenizar as sensações de desequilíbrio bio-psico-sócio-espirituais apresentadas pelo paciente, aumentando sua confiança e auto-estima. A relação interpessoal que se dá entre o enfermeiro e a pessoa hospitalizada está calçada na comunicação entre ambos.
A comunicação é o instrumento básico da assistência de Enfermagem ou o processo que torna possível o relacionamento enfermeiro-paciente. É o denominador comum de todas as ações de enfermagem e influi decisivamente na qualidade da assistência prestada àquele que necessita dos cuidados profissionais do enfermeiro (STEFANELLI, 1993).
É pela comunicação estabelecida com o paciente que podemos compreendê-lo em seu todo, sua visão do mundo, isto é, seu modo de pensar, sentir e agir. Só assim poderemos identificar os problemas por ele sentidos com base no significado que ele atribui aos fatos que lhe ocorrem, e tentar ajuda-lo a manter ou recuperar sua saúde. É por meio da comunicação com o paciente que o enfermeiro pode realmente efetuar mudanças no comportamento deste. O atendimento de quase todas as outras necessidades humanas básicas do paciente dependem, em várias circunstâncias, do processo de comunicação que ocorre entre ele e o enfermeiro (STEFANELLI, 1993).
O enfermeiro pode usar a comunicação para conseguir estabelecer relacionamento efetivo com o paciente, a fim de oferecer-lhe apoio, conforto e informação, e despertar seu sentimento de confiança e auto estima, bem como lhe ensinar modos mais adequados de comunicação (STEFANELLI, 1993). A escrita, a fala, as expressões faciais, a audição e o tato são formas de comunicação amplamente utilizadas, conscientemente ou não. Na relação de ajuda, espera-se que o enfermeiro promova um ambiente favorável, onde o indivíduo sinta tranqüilidade e confiança para expressar-se, o objetivo da relação de ajuda é dar ao indivíduo a possibilidade de identificar, sentir, saber, escolher e decidir se deve mudar ( LAZURE 1994).
Quando o indivíduo possui liberdade experiencial é capaz de entrar num processo de exploração de sua personalidade a fim de descobrir e reconhecer por si mesmo as incoerências que nele existem. Da mesma forma, o Modelo de Procedimento de Enfermagem de Saúde Mental (M.P.E.S.M.) oferece subsídios para o profissional conduzir compreensivamente a relação de ajuda (RODRIGUES, 1996a).
Este processo é possível quando utilizamos a comunicação interpessoal não-diretiva, estimulando a comunicação da pessoa consigo mesma e com a situação com a qual convive.
Diante das colocações dos estudiosos das relações interpessoais na área da saúde, sobre nossa atuação profissional que encontra-se centrada principalmente na instituição, transferindo para o paciente as normas e rotinas desta, com prevalência de atitudes autoritárias

[...] Planejar o primeiro encontro com o paciente. Fase introdutória ou de orientação: determinar o motivo pelo qual o cliente procurou ajuda, estabelecer confiança, aceitação e comunicação franca, explorar os pensamentos, os sentimentos e as ações do cliente identificando os problemas, definir objetivos com o cliente, bem como, estabelecer acordo mútuo para incluir nomes, funções, responsabilidades, expectativas, finalidade, local de encontro, condições para o término e confidencialidade Fase de trabalho: investigar os estressores relevantes, promover o desenvolvimento da introvisão do paciente e o uso de mecanismos de adequação construtivos, discutir e superar os comportamentos de resistência. [...]


[...] Permite melhor exploração e compreensão dos problemas importantes do paciente. Fornecer aconselhamento, reafirmar, desaprovar. Silêncio Falta de comunicação verbal por motivo terapêutico. Sentar com o paciente e comunicar de modo não verbal, o interesse e o envolvimento. Dar tempo ao paciente para pensar e ter discernimento, enquanto transmite apoio, compreensão e aceitação. Questionar o paciente, falha em quebrar o silêncio não terapêutico. Humor Libera energia por meio de um comentário cômico sobre a imperfeição. ?Isso dá um novo significado geral à palavra ?nervoso', disse com ar de brincadeira?. [...]


[...] Reações de transferência Transferência É uma resposta inconsciente em que o paciente experimenta sentimentos e atitudes pelo enfermeiro que estavam originalmente associados a figuras significativas em sua vida. O termo refere-se a um conjunto de reações que tentam reduzir ou aliviar a ansiedade. Essas reações de transferência só são perigosas para o processo terapêutico quando permanecem ignoradas, sendo os principais tipos, as reações hostis e as reações dependentes Contratransferência É um impasse terapêutico criado pelo profissional, freqüentemente em resposta a uma resistência do paciente. [...]

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