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Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
farmácia
Faculdade
UNIVERSIDAD...

Informações do trabalho

Data de Publicação
14/06/2008
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
56 diapositivo
Nível
Para todos
Consultado
27 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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Filárias do Brasil

  1. Introdução
  2. Classificação taxonômica
  3. Agente etiológico e morfologia
    1. Verme adulto macho
    2. Verme adulto fêmea
    3. Microfilária
    4. Larvas
  4. Habitat e ciclo biológico
  5. Ciclo biológico do W.bancrofti
    1. Transmissão
    2. Manifestações clínicas
    3. Patogenia
    4. Diagnóstico
    5. Epidemiologia
  6. Vigilância Epidemiológica
    1. Objetivos
    2. Notificação
  7. Profilaxia e controle
    1. Medidas de controle
    2. Tratamento
  8. Para o tratamento do linfedema
  9. Onchocerca volvulus
    1. Introdução
    2. Profilaxia
    3. Tratamento
  10. Biologia
  11. Ciclo biológico
  12. Patogenia
    1. Oncocercomas
  13. Oncodermatite ou dermatite oncocercosa
    1. Lesões oculares
    2. Lesões linfáticas
    3. Disseminação
  14. Onchocerca volvulus-casos clínicos
  15. Mansonella ozzardi
    1. Transmissão
    2. Patogenia
    3. Diagnóstico e Terapêutica
  16. Nova doença no Brasil
    1. Tratamento
    2. Patogenia
    3. Diagnostico
    4. Epidemiologia

As filárias são parasitas que provocam alterações significativas no homem e em alguns animais dependendo do grau de infestação e da espécie que o parasita. A prevenção e a adoção de medidas profiláticas são de extrema importância no controle dessa doença. É o principal agente etiológico da filariose linfática ou mais popularmente conhecida como “elefantíase”, devido ao edema que se forma pela deposição dos vermes adultos nos vasos linfáticos principalmente nos membros inferiores. É um dos tipos de nematódeos causadores da filariose linfática no Brasil, sendo que mais duas outras espécies podem causar tal doença mas não no nosso país. O primeiro caso de filariose linfática registrado no Brasil data de 1857 e o primeiro inquérito epidemiólogico foi realizado na cidade de Recife-PE em 1957. A doença tem sua incidência maior em áreas tropicais e subtropicais e que apresentam extrema pobreza e falta de saneamento básico(Ásia, África e Américas) além de China, Índia e Indonésia. No Brasil ocorre em regiões endêmicas e fica praticamente restrita a três capitais: Recife, Belém e Maceió. Em 1985 foi instalado na cidade de Recife o Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães /Fiocruz-CPqAM para ajudar no estudo, diagnóstico e prevenção dos casos de filariose devido ao grande número de casos da doença nessa cidade. Atualmente estima-se que cerca de 120 milhões de pessoas sejam parasitadas em todo o mundo pelo Wuchereria bancrofti e que aproximadamente 1 bilhão vivam em áreas onde existe risco de contaminação.

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