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Anestésicos locais : interações, ações e intoxicação.

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
enfermagem
Faculdade
centro...

Informações do trabalho

Maurycio J.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
11 páginas
Nível
avançado
Consultado
462 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Interação com outras drogas
  2. Sistema cardiovascular
  3. Efeitos sistêmicos e toxicidade
  4. Usos clínicos

Os anestésicos locais têm ação discreta sobre a junção neuromuscular, mesmo se administrados por via intravenosa. No entanto, o uso concomitante de anestésicos locais e relaxantes musculares, sejam despolarizantes, sejam não-despolarizantes, resulta numa intensificação do bloqueio neuromuscular.
Procaína e succinilcolina competem pela mesma enzima (pseudocolinesterase) para a sua biotransformação. O uso simultâneo desses dois agentes pode resultar em apnéia prolongada.
Tem-se atribuído à iproniazida, à isoniazida, ao cloranfenicol, à prometazina e à meperidina a capacidade de potencializar a ação convulsivante dos anestésicos locais.
Substâncias que induzem os sistemas enzimáticos no microssoma hepático, como fenobarbital, podem acelerar a degradação biológica dos anestésicos locais do grupo amida.
O ácido para-aminibenzóico, formado pela hodrólise da procaína, inibe a ação das sulfonamidas.
A cocaína potencializa as respostas excitatórias e inibitórias da ação adrenérgica. Isto se deve ao bloqueio da recaptação de noradrenalina no terminal dos nervos simpáticos, sensibilizando os órgãos efetuadores.

[...] A procaína deve ser usada com parcimônia ou excluída em casos de pseudocolinesterase atípica - Músculo liso Os anestésicos locais deprimem as contrações no intestino isolado e intacto, ao que parece, devido a uma ação direta sobre o músculo liso - Útero Os anestésicos locais são muito empregados em obstetrícia, principalmente em anestesias aplicadas na raque, para evitar os efeitos depressores que os anestésicos gerais exercem sobre o feto. Mas o anestésico local que é absorvido exerce efeito depressor sobre [...]


[...] A dose recomendada é de 0,1 mg/kg, e deve ser usada sempre que se pretende administrar grandes doses de anestésicos locais ou quando o bloqueio for dos que se associam com mais freqüência a níveis sanguíneos elevados (bloqueios de nervos intercostais, peridural, caudal etc.) - Outros usos Pode-se tirar proveito da ação depressora exercida pelos anestésicos locais sobre arcos polissinápticos: o reflexo da tosse, presente em planos superficiais de anestesia, pode ser abolido pela administração intravenosa de lidocaína. A vasodilatação produzida pelos anestésicos locais pode ser explorada em casos de espasmos arteriais, embora sejam mais eficazes as medidas que resultam do bloqueio da atividade simpática sobre o vaso comprometido. [...]


[...] Exercendo um efeito estabilizador nas membranas celulares, os anestésicos locais deprimiriam a função do sistema nervoso central em nível celular ou sináptico, e a inibição de circuitos inibitórios liberaria a atividade neuronal sob controle dessa inibição, permitindo o seu funcionamento livre e exacerbado; isto explicaria a convulsão. A depressão do SNC, que ocorre com doses elevadas de anestésico local, seria explicada também por essa teoria: quando as estruturas facilitatórias fossem atingidas, a depressão ocorreria. O limiar de convulsão por anestésico local torna-se mais baixo quando há elevação da temperatura e da PaCO2 ou redução do pH. [...]

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