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Marcha humana

Informações sobre o autor

Técnica em reabilitação - docente de ensino superior
Nível
Especializado
Estudo seguido
Fisioterapi...

Informações do trabalho

Ana Lucia C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
15 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
5
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  1. Definição
  2. Análise da marcha : segundo Magge (2002)
    1. Ciclo da marcha
    2. Fase de apoio
    3. Fase de balanço
    4. Parâmetros normais da marcha
    5. Largura da base
    6. Comprimento do passo
    7. Comprimento da passada
    8. Desvio pélvico lateral
    9. Desvio pélvico vertical
    10. Rotação pélvica
    11. Centro de gravidade
    12. Cadência
    13. Deslocamentos angulares
  3. Marcha patológica
    1. Análise do paciente com marcha patológica

A marcha pode ser definida como a maneira ou o estilo de andar. Segundo Adam & Victor (1998), a postura corporal e a locomoção normais exigem integridade da função visual, vestibular, proprioceptiva e um equilíbrio músculo-esquelético. Qualquer alteração em algum desses sistemas, determinará um comprometimento durante as fases da marcha. Para Hebert & Xavier (1998), andar não é simplesmente colocar um pé após o outro, mas sim um conjunto de movimentos rítmicos e alternados do tronco e extremidades visando a locomoção do corpo. De acordo com O'Sulivan (1993), a marcha humana é um dos componentes básicos do funcionamento independente, por isso, a meta de muitos programas terapêuticos fisioterápicos visa restaurar ou melhorar o estado de deambulação do paciente.

[...] MARCHA EM TESOURA: esta marcha é o resultado da paralisia espástica dos músculos adutores do quadril, que faz os joelhos serem puxados um para junto do outro de tal modo que as pernas podem ser balançadas para frente somente com grandes forças. Isto é observado em paraplégicos espásticos e pode ser denominado marcha neurogênica ou espástica. MARCHA DA DISTROFIA MUSCULAR: Na disrofia muscular, conforme Rowland (1997), Adam & Victor (1998), a fraqueza dos músculos proximais das pernas produz uma postura e marcha características. [...]


[...] Este cruzamento pode levar a alteração da marcha e outros problemas ) COMPRIMENTO DO PASSO: é a distancia entre dois pontos de contato sucessivos sobre pés opostos, como mostra a fig Normalmente, essa distancia é de 35 a 40cm, e deve ser igual para ambas as pernas. Ela varia com a idade, sexo e altura ) COMPRIMENTO DA PASSADA: é a distancia linear entre os pontos sucessivos de contato pé-solo do mesmo pé, conforme ilustra a fig O comprimento é normalmente de cerca de 70 a 82cm ) DESVIO PÉLVICO LATERAL: é o movimento de lado para lado da pelve durante a marcha. [...]


[...] MARCHA PATOLÓGICA ANÁLISE DO PACIENTE COM MARCHA PATOLÓGICA Quando confrontado com um distúrbio da marcha, o examinador tem que observar a postura o paciente e a atitude as posições dominantes das pernas, do tronco e dos braços. É uma boa prática observar os pacientes enquanto caminham para a sala de exame, quando é mais provável que caminhem mais naturalmente que durante os exames especiais. Eles devem ser solicitados a ficar em pé, com os pés juntos e a cabeça ereta, com os olhos abertos em seguida, fechados, enquanto move a cabeça de um lado para outro, teste que elimina os estímulos visual e vestibular e isola os mecanismos aferentes propioceptivos como aqueles que mantêm o equilíbrio Adam & Victor (1998), Basmajian (1987). [...]

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