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Paralisia facial

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
fisioterapia
Faculdade
Uninove

Informações do trabalho

Camila A.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
20 páginas
Nível
avançado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
5
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  1. Introdução
  2. Revisão de literatura
    1. Anatomia do nervo facial
    2. Músculos da mímica facial
  3. Diferença entre a paralisia facial periférica e a paralisia facial central
    1. Paralisia facial central
    2. Paralisia facial periférica
  4. Fisiopatologia
  5. Etiologia
  6. Quadro clínico
  7. Exame físico
  8. Cirurgia
  9. Recursos fisioterapêuticos
  10. Materiais e métodos
  11. Resultados
  12. Discussões

A paralisia facial é uma afecção do nervo facial, que leva a uma interrupção da informação nervosa no mesmo, podendo ser causada por diversos fatores como traumas, tumores, patologas associadas, mas sabe- se que proporciona ao indivíduo um conjunto de de sinais e sintomas traumáticos. E, sabendo a importância e o valor que a beleza estética possui na sociedade, nos dias atuais, e a desfiguração facial trazida pela paralisia facial, o indivíduo reage com um profundo sentimento de angústia, baixa-estima e até mesmo depressão.
A comunicação facial do indivíduo se torna prejudicada, dificultando a comunicação através da mímica facial, ou seja, a comunicação não-verbal. Lazarini et al. (2002) referiram que a privação dos movimentos faciais limita dramaticamente a integração do ser humano com seu próximo e com o meio. O fator estético e a expressão das emoções se tornam deficitários, o que conferem a paralisia facial não apenas sequelas físicas, mas tambem sequelas psíquicas.
Alguns critérios podem ser adotados para classificar as paralisias faciais, e sabe-se que elas podem ser divididas em 2 grupos: a paralisia facial periférica e paralisia facial central (PFC). As paralisias faciais podem ser classificadas quanto à localização da lesão, onde se dividem em: supranucelares (PFC), nucleares e infranucleares (PFP).
O presente estudo objetiva ressaltar o valor da avaliação (exame físico) no paciente com paralisia facial, assim como a importância da avaliação no seu tratamento fisioterapêutico e prognóstico.

[...] Na paralisia facial central, existe um desvio da rima bucal, apagamento do sulco nasolabial, disartria, ausência da contração do plastima (www.sarah.br). Nesta situação, os movimentos involuntários ou emocionais podem estar preservados. Geralmente são decorrentes de lesões vasculares, tumorais, processos degenerativos ou inflamatórios e costumam ser acompanhadas de outras manifestações neurológicas como hemiplegia e disartria (Esborrat, 2000; Testa e Antunes, 2000). Normalmente, ocorre a paralisia de todos os músculos da hemiface do mesmo lado da lesão tanto para movimentos voluntários como involuntários (reflexos e emocionais). [...]


[...] Por isso é o otorrinolaringologista o especialista mais indicado para acompanhar a maioria dos casos de paralisia facial periférica. (www.paralisia.com) O tratamento cirúrgico depende do tipo de paralisia e do tempo da lesão. Em lesões por trauma, o nervo deverá ser reconstruído o mais rapidamente possível. Quando o nervo é totalmente lesionado pela presença tumorística e não existe possibilidade de conexão com o nervo original realizamos uma transferência nervosa. Poderemos usar o nervo da língua ou um ramo do nervo facial contralateral. [...]


[...] Para realizar tal pesquisa utilizou as seguintes palavras-chaves: paralisia facial, face palsy, facial paralysis, paralisia facial periférica, paralisia facial central e nervo facial. O estudo de caso foi realizado com uma paciente a qual é portadora da paralisia facial periférica, sendo diagnosticada como causa a Herpes Zoster. Então foram propostos os recursos terapêuticos de acordo com os dados obtidos no exame físico realizado. A paciente E.G.P.M., sexo feminino anos de idade, casada, raça branca, residente em São Paulo-SP, apresenta o quadro de PFP em hemiface direita, sendo submetida ao atendimento médico imediato e admitida para tratamento fisioterapêutico na semana seguinte ao aparecimento da patologia. [...]

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