Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Traumatismo esplênico

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Bruno C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
dissertação
Número de páginas
37 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Introdução
  2. Anatomia
  3. Funções
  4. Etiologia
  5. Quadro Clínico
  6. Medidas Terapêuticas Iniciais
  7. Medidas Diagnósticas
  8. Exames Laboratoriais
  9. Exames Radiológicos
  10. Tratamento das Lesões Traumáticas do Baço
  11. Autotransplante Esplênico (Esplenose).
  12. Conclusão
  13. Referências

I. Introdução. As lesões esplênicas consistem em achados freqüentes no trauma abdominal ? particularmente no traumatismo contuso ? e são comumente encontradas nas crianças. Os traumas esplênicos, com propedêutica adequada e eficiente, como a ultra-sonografia e a tomografia computadorizada, apresentam como maior desafio, às vezes diante de quadro clínico fugaz, a valorização por parte do cirurgião do trauma de lesões abdominais e extra-abdominais que se associam às lesões esplênicas. No decorrer deste capítulo, apresentaremos alguns dados numéricos obtidos em nossa série de lesões esplênicas, observadas no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, Minas Gerais. II. Anatomia. O baço é localizado no quadrante superior esquerdo do abdômen, mantido na posição pelos ligamentos gastroesplênico, frenoesplênico, lienorrenal e lienocólico, recoberto por peritônio, exceto no hilo. É envolvido por uma cápsula de tecido conjuntivo que contém poucas células musculares e que se estende para dentro do parênquima esplênico na forma de trabéculas que compartimentalizam o baço. O suprimento sangüíneo é realizado pela artéria esplênica, que compreende um dos ramos do tronco celíaco. Este se divide em ramos segmentares no hilo que seguem o trajeto das trabéculas esplênicas. Esta distribuição segmentar das artérias é responsável pelas fraturas transversais observadas freqüentemente e pelo padrão segmentar dos traumatismos esplênicos. O parênquima esplênico é formado por uma polpa vermelha ? constituída por tecido vermelho-escuro, devido a inúmeras hemácias, e por tecido reticular, apresentando macrófagos responsáveis pela fagocitose ? e por uma polpa branca ? as manchas brancas na polpa vermelha ?, constituída por tecido linfático. III. Funções. O baço é o maior órgão linfóide do organismo, diferindo de outros tecidos linfóides por agir como filtro na circulação vascular. Atua na remoção das hemácias envelhecidas da circulação (após 120 dias); na remoção dos corpúsculos intranucleares de inclusão; na depuração de partículas e antígenos estranhos; na depuração bacteriana (pneumococos), onde o baço é um filtro mais eficiente do que o fígado (mais bactérias por grama de tecido); na produção de proteína imunologicamente ativa, um tetrapeptídeo que estimula a fagocitose por ativação direta dos leucócitos. IV. Etiologia. As lesões esplênicas podem ter vários mecanismos: (a) contusões (traumatismo fechado [TF] ? 75%) são as mais freqüentes, e também responsáveis pelas maiores e mais graves lesões associadas, sendo causadas por atropelamentos, agressões, abalroamento, capotamentos, quedas etc.; (b) ferimentos penetrantes (traumatismo aberto ? 24%) ? por arma de fogo (AF ? 10%) e por arma branca (AB ? 14%), causados por faca, canivete, estilete etc.; (c) iatrogênicos (1%)

[...] traumas esplênicos, com propedêutica adequada e eficiente, como a ultra-sonografia e a tomografia computadorizada, apresentam como maior desafio, às vezes diante de quadro clínico fugaz, a valorização por parte do cirurgião do trauma de lesões abdominais e extra-abdominais que se associam às lesões esplênicas. No decorrer deste capítulo, apresentaremos alguns dados numéricos obtidos em nossa série de lesões esplênicas, observadas no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, Minas Gerais. II. Anatomia. O baço é localizado no quadrante superior esquerdo do abdômen, mantido na posição pelos ligamentos gastroesplênico, frenoesplênico, lienorrenal e lienocólico, recoberto por peritônio, exceto no hilo. [...]


[...] Idade. Todas as faixas etárias são passíveis de trauma esplênico; entretanto, predominam na faixa do adulto jovem (20-30 anos). V. Quadro Clínico. As principais manifestações clínicas no trauma esplênico são decorrentes da hemorragia intraperitoneal. São achados importantes para a suspeita de lesão esplênica: choque hipovolêmico, sudorese fria, hipotermia, palidez cutânea, mucosas descoradas, agitação, taquicardia e hipotensão arterial; dor abdominal, hipersensibilidade abdominal, ausência de ruídos intestinais; escoriações ou equimoses nas regiões torácica inferior esquerda, dorsal esquerda, abdominal superior e lateral esquerda; fraturas costais inferiores esquerdas, na bacia e nos membros inferiores. [...]

Mais Vendidos medicina

Trabalho sobre educação física e a importância do esporte no ensino

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo   |  15/05/2007   |  BR   |   .doc   |   16 páginas

Gestação múltipla

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Dissertação   |  21/11/2007   |  BR   |   .doc   |   21 páginas

Últimos trabalhos medicina

Fisiologia e Anatomia em Otorrinolaringologia

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo   |  25/09/2012   |  BR   |   .ppt   |   13 páginas

Diagnóstico e tratamento das Otites

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo   |  25/09/2012   |  BR   |   .ppt   |   27 páginas