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CLASSIFICAÇÃO CLÍNICA E DIAGNÓSTICO DAS EPILEPSIAS

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
48 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
168 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Considerações gerais
    1. As epilepsias podem ser classificadas do ponto de vista primordialmente clínico em
    2. Os principais fatores etiopatogênicos adquiridos estão relacionados a seguir, segundo a faixa etária
  2. Anamnese
    1. Exame clínico geral e neurológico
    2. Exames subsidiários básicos
    3. Outros exames subsidiários
  3. Considerações gerais relativas ao tratamento
  4. Monoterapia
  5. Monitorização dos níveis sérico
  6. Efeitos colaterais e tóxicos

Considerações Gerais Conceituamos a epilepsia como uma síndrome, ou seja, um conjunto de sintomas e/ou sinais decorrentes de causas diversas, e assim é preferível falarmos em epilepsias e não epilepsia. As manifestações epilépticas são caracterizadas por sintomas e/ou sinais motores, sensitivos, sensoriais, psíquicos ou neurovegetativos que surgem de modo paroxístico e recorrente, originando-se de uma descarga neuronal patológica que pode ser registrada no eletroencefalograma (EEG) como uma modificação paroxística dos ritmos cerebrais. A sua etiopatogenia pode estar relacionada a um processo cerebral já cicatrizado ou a um processo cerebral ativo. No primeiro caso a manifestação epiléptica é seqüela de uma doença passada. No segundo caso é sintoma de doença atual do encéfalo, como por exemplo uma meningite ou um tumor, que deve ser diagnosticada e tratada.

[...] Nesta situação encontramos sonolência, ataxia, vertigens, nistagmo e mesmo torpor e coma, bem como as reações alérgicas que podem ocorrer com qualquer medicamento antiepiléptico, tipo síndrome de Stevens- Johnson. Foram descritas hipoplasias medulares com o uso de carbamazepina e insuficiências hepáticas graves com o uso de ácido valpróico. Conclusões Conceituamos a epilepsia como uma síndrome, ou seja, um conjunto de sintomas e/ou sinais decorrentes de causas diversas, e assim é preferível falarmos em epilepsias e não epilepsia. As manifestações epilépticas são caracterizadas por sintomas e/ou sinais motores, sensitivos, sensoriais, psíquicos [...]


[...] Os fármacos atualmente mais utilizados para o tratamento das epilepsias encontram-se na tabela à pág A utilização de princípios farmacocinéticos, bem como a determinação dos níveis séricos das drogas antiepilépticas contribuem para o maior sucesso terapêutico, devendo-se lembrar que as drogas antiepilépticas que fazem grande ligação com proteínas plasmáticas (fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico) podem sofrer interação com outras que produzem um deslocamento dessa fração ligada a proteínas, aumentando a quantidade livre, farmacologicamente ativa, com maior probabilidade de intoxicação, como ocorre com antiinflamatórios, dicumarínicos e eventualmente outras drogas antiepilépticas. [...]


[...] Esta monitorização combinada video-EEG em unidades especialmente instaladas para esse fim, utilizando muitas vezes eletrodos de couro cabeludo, associados a eletrodos especiais (esfenoidais, subdurais e de profundidade), é que tem propiciado diferenciar com precisão a origem das descargas epilépticas, frontal ou temporal, direita ou esquerda, definindo, assim, a área de abordagem cirúrgica para o tratamento de pacientes epilépticos refratários ao tratamento clínico. Além disso, começa a ser utilizada também no Brasil a monitorização eletroencefalográfica ambulatorial prolongada (MEAP ou Holter cerebral), que permite o registro de distúrbios transitórios da função cerebral, auxiliando na classificação das crises epilépticas, diagnóstico diferencial de síncopes e outras pseudocrises, como vertigens paroxísticas, crises de pânico e outras condições paroxísticas bizarras de difícil diagnóstico, que podem até coexistir com verdadeiras crises epilépticas. [...]

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