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Clínica e tratamento das epilepsias graves da infância

Medicina Clínica e tratamento das epilepsias graves da infância

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
53 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
94 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
3
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  1. Definição
  2. Síndrome de West
  3. Síndrome de Lennox-Gastaut
    1. Principais efeitos colaterais
    2. Principais interações medicamentosas
    3. Principais interações medicamentosas
  4. Epilepsia com ausências mioclônicas
  5. Epilepsias parciais de difícil tratamento

A definição e os limites da “gravidade” de uma doença, da epilepsia em particular, não são rígidos. Não há dúvidas quanto à maior dificuldade de controle, a longo prazo, das crises epilépticas incidindo em pacientes com Síndromes de West e de Lennox-Gastaut, dos quais 50 a 80% continuam apresentando manifestações críticas. A epilepsia-ausência da infância, embora considerada “benigna”, pode assumir caráter rebelde, em casos nos quais, em geral, podem ser identificados fatores negativos para o prognóstico como ocorrência de crises GM, de estados de mal de ausência e de grande mal, retardo mental, atividade de fundo eletroencefalográfica lenta, início após os 10 anos de idade etc. O rápido controle das crises em pacientes com epilepsia mioclônica juvenil não pressupõe caráter benigno da afecção desde que se verifique elevada incidência de recidiva com a suspensão do tratamento, mesmo após prolongado período de remissão. A baixa freqüência das crises e o seu desaparecimento espontâneo após os 10 anos de idade na maioria dos pacientes com epilepsia e ponta-ondas contínuas durante o sono lento e afasia epiléptica adquirida não caracterizam um distúrbio benigno em função do aparecimento de alterações neuropsicológicas.

[...] Epilepsias desencadeadas ou agravadas pelo uso de drogas antiepilépticas Excessos de medicações antiepilépticas podem desencadear um quadro clínico-eletroencefalográfico praticamente idêntico ao da Síndrome de Lennox-Gastaut em crianças ou adultos com diversas formas de epilepsias (parciais, generalizadas, idiopáticas, criptogênicas ou sintomáticas). Crises atônicas ou mioclono-atônicas e ponta-ondas lentas difusas são os achados mais freqüentes. A “pseudo-síndrome de Lennox-Gastaut” perdura enquanto forem mantidas dosagens elevadas de drogas, usualmente em regime de politerapia. Este quadro é próximo da síndrome da encefalopatia subaguda ou crônica da fenitoína, incidindo em pacientes com níveis séricos altos ou mesmo normais da droga. [...]


[...] A melhor tolerância em relação às demais drogas utilizadas no tratamento da síndrome de West, a maior eficácia em casos sintomáticos crônicos, mantida a longo prazo, e a possibilidade de obtenção de resultados ainda melhores em casos recém-diagnosticados parecem justificar a introdução da vigabatrina na relação das drogas disponíveis para a terapêutica da síndrome. Síndrome de Lennox-Gastaut Caracteriza-se pela incidência de crises epilépticas freqüentes em geral, rebeldes a medicações usuais. As manifestações comiciais podem ser subdivididas em crises quase específicas da síndrome e em crises de ocorrência comum em outras formas de epilepsia. [...]


[...] As dosagens usuais e as principais propriedades farmacocinéticas das drogas mais freqüentemente utilizadas no tratamento da síndrome de Lennox-Gastaut são as seguintes: Dipropilacetato de sódio. Meia-vida 8-10 horas em epilépticos tratados com outras drogas. Nível terapêutico 50-100 µg/ml. A concentração sérica máxima ocorre de 1 a 3 horas após a ingestão. Há grande variabilidade nos níveis séricos de dipropilacetato e grandes flutuações dos níveis durante as 24 horas, mesmo com 4 tomadas diárias. Não foi encontrada relação estatisticamente significativa entre dosagem e resposta clínica. [...]

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