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Crises epiléticas na criança EPILÉTICAS NA CRIANÇA

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
30 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
81 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Definição
  2. Classificação da crise epiléptica
  3. Classificação da epilepsia
  4. Exames complementares
  5. Conduta terapêutica
  6. Conduta durante a crise
  7. Tratamento de manutenção
  8. Conduta na crise epiléptica ocasional febril

As crises epilépticas representam uma das manifestações neurológicas mais comuns observadas pelo clínico, tendo prevalência relativamente alta na população em geral (3-5  por 1000), tornando-se ainda mais freqüente na criança, especialmente no primeiro ano de vida (50 por 1000). As crises epilépticas não podem ser encaradas como uma doença ou uma patologia. Trata-se de uma manifestação clínica associada à alteração eletroencefalográfica, decorrente de múltiplas patologias que afetam o cérebro, tais como: malformações cerebrais, meningoencefalites, abscessos, traumatismos, alterações hidroeletrolíticas ou outros distúrbios metabólicos, inclusive os determinados pelas doenças lisossomiais ou de depósito.

[...] por 1000), tornando-se ainda mais freqüente na criança, especialmente no primeiro ano de vida (50 por 1000). As crises epilépticas não podem ser encaradas como uma doença ou uma patologia. Trata-se de uma manifestação clínica associada à alteração eletroencefalográfica, decorrente de múltiplas patologias que afetam o cérebro, tais como: malformações cerebrais, meningoencefalites, abscessos, traumatismos, alterações hidroeletrolíticas ou outros distúrbios metabólicos, inclusive os determinados pelas doenças lisossomiais ou de depósito. Deste modo, no tratamento ambulatorial de uma criança com crise epiléptica, é necessário caracterizarmos o tipo de crise e o fator etiológico da epilepsia, pois somente assim poderemos analisar o risco de recorrência e estabelecermos o prognóstico correto da criança. [...]


[...] Exames complementares Oeletroencefalograma (EEG) é importante na avaliação da criança epiléptica, contribuindo para a identificação do tipo de crise conseqüentemente, do tratamento a ser instituído. No entanto, o exame de EEG isoladamente só pode confirmar o diagnóstico de epilepsia em raras ocasiões, como quando realizado durante a crise, o que geralmente é impraticável. O exame do líquido cefalorraquidiano e os exames de neuro-imagem, especialmente a Tomografia Computadorizada Crânio-Encefálica, podem identificar o fator etiológico da epilepsia, contribuindo na definição do prognóstico da criança. [...]

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