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Métodos de barreira

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
ITPAC

Informações do trabalho

Frederico L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
43 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
111 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
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  1. Introdução
  2. Classificação
  3. Aspectos sócio-culturais
  4. Mecanismo geral de ação
  5. Condom
    1. A eficácia do método depende
    2. Desvantagens
    3. Indicações
    4. Contra-indicações
  6. Condom e o modo de usar
  7. Condom
    1. Efeitos colaterais
  8. Condom feminino
  9. Diafragma
    1. Modo de usar
    2. Eficácia
    3. Contra-indicações
    4. Efeitos colaterais e complicações
  10. Esponjas
    1. Eficácia
    2. Efeitos colaterais
  11. Espermaticida
    1. Eficácia

Os métodos de barreira são a forma mais antiga de controle da concepção e se mantém atuais sobrevivendo à era moderna. Acredita-se que o primeiro preservativo foi originário no Egito e era feito de vísceras de carneiro. São denominados métodos de barreira aqueles que evitam a gravidez através do impedimento da ascensão dos espermatozóides ao útero. Classificação Podem ser classificados em: Femininos Masculinos Aspectos sócio-culturais Atualmente com o aumento das DSTs, em particular a AIDS, houve uma revalorização do uso dos métodos de barreira. Eles são pouco difundidos em nosso meio, devido à influência de fatores sócios culturais. O sucesso de seu emprego depende da motivação, da aceitação e da confiança para usá-lo

[...] Apesar da maioria dos métodos de barreira poderem ser obtidos sem prescrição, os profissionais de saúde têm um papel decisivo na indicação e na orientação quanto ao uso adequado do método e aderência ao mesmo por parte do casal. Condons masculinos oferecem, quando intactos, proteção contra todos os agentes causadores de DST, incluindo os diversos tipos de vírus ligados à transmissão sexual. Conclusões A grande vantagem dos métodos de barreira é a possibilidade do seu uso em pacientes portadores de doenças endócrino-metabólicas. [...]


[...] Diafragma O diafragma deve ser inserido de preferência um pouco antes da relação sexual, porém não mais que seis horas. Se este tempo for ultrapassado uma dose adicional de espermaticida deve ser aplicada. O mesmo procedimento deve ser feito no caso de relações subseqüentes. Diafragma A remoção deve ser feita seis a oito horas depois da relação. O uso contínuo do diafragma é contra indicado por haver riscos de infecção geniturinária e de choque tóxico. Cuidados com o diafragma evitam danos que possam prejudicar a durabilidade do mesmo. [...]

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