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Pancreatites crônicas

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Raphael C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
51 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
133 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
3
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  1. Introdução
  2. Quadro clínico
  3. Diagnóstico
  4. Tratamento

Introdução As pancreatites crônicas caracterizam-se do ponto de vista anatomopatológico pela esclerose mutilante do parênquima glandular e, quanto à evolução, pela persistência das lesões que, em geral, têm caráter progressivo, mesmo com a retirada do fator causal, determinando alterações residuais, quer anatômicas, quer funcionais. Sabe-se, com o melhor conhecimento da patogenia das doenças inflamatórias do pâncreas, que as pancreatites crônicas constituem afecções diferentes das pancreatites agudas e, quase sempre, totalmente independentes. A pancreatite crônica vem sendo descrita com maior freqüência entre nós, não só em razão de sua elevada freqüência e do melhor conhecimento de sua história natural, como também em função do desenvolvimento de métodos propedêuticos que permitem melhor diagnosticá-la, mesmo nas fases iniciais. Constitui afecção altamente prevalente no Brasil, em especial na sua região sudeste, pelo consumo excessivo de álcool apresentado por certa porcentagem da população, pelo elevado teor alcoólico existente na bebida mais consumida, a aguardente de cana, e pelo seu baixo custo. Em 545 portadores de pancreatite crônica por nós investigados prospectivamente, 509 (93,4%) referiram alcoolismo crônico pregresso, sendo raras as outras causas.

[...] Durante a evolução das pancreatites crônicas, seus portadores podem desenvolver hemorragia digestiva, exteriorizada sob a forma de hematêmese ou melena. Resulta, em geral, da ruptura de varizes esôfago-gástricas secundárias a compressão ou trombose da veia esplênica, devido à presença de cisto ou pelo aumento de volume do pâncreas. Pode originar-se, também, da ruptura de vasos intracísticos e de pseudomicroaneurismas. Necrose pancreática, estréril ou infectada, abscessos e fístulas podem estar presentes, mas são complicações bem mais raras. A associação com cirrose nas fases iniciais das pancreatites crônicas é excepcional. [...]


[...] Possibilita também, como a ultrasonografia, com elevada freqüência diagnosticar e acompanhar certas complicações das pancreatites crônicas, em particular os cistos intra ou extraglandulares, ascite, necrose infectada ou não, fístulas, abscessos, coleções líquidas, além das dilatações das vias biliares intra ou extra hepáticas. A ressonância magnética não tem se mostrado tão eficiente no diagnóstico das afecções pancreáticas, em particular da pancreatite crônica, quando comparada aos outros métodos de imagens. Do ponto de vista endoscópico, a pancreatografia retrógrada transpapilar, quando bem indicada, é útil no diagnóstico da pancreatite crônica, sobretudo nas fases iniciais; possibilita comprovar a presença de dilatações, tortuosidades e estenoses dos ductos pancreáticos, principal e secundários, cálculos e cistos. [...]


[...] Paralelamente aos cuidados terapêuticos, é necessário que o paciente seja examinado regularmente pelo seu médico, para que sinta apoio do ponto de vista psicológico, especialmente nas situações conflitivas, nas quais se sente tentado a usar álcool, mas também para que possam ser corrigidas de imediato manifestações que apareçam durante a evolução da doença. Cerca de 20% dos pacientes são enviados ao tratamento cirúrgico, em particular quando houver: persistência das manifestações dolorosas, impossibilitando o paciente de exercer suas atividades normais, após abstinência do álcool e com cuidados terapêuticos adequados presença de certas complicações observadas durante a evolução da doença, tais como: cistos complicados, ascite, derrame pleural, necrose infectada, abscessos, fístulas, hemorragia digestiva e icterícia persistente. Conclusão As pancreatites crônicas caracterizam-se do ponto de vista anatomopatológico pela [...]

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